Connect with us

Lançamento

Soulwitch se Consolida como a Nova Força do Metal Sinfônico Nacional e Anuncia Show Histórico em Curitiba

Published

on

Com o sucesso do álbum de estreia “Principium”, o grupo curitibano ganha destaque em festivais online, lança clipes cinematográficos e prepara uma apresentação especial no icônico Teatro Paiol para celebrar os dois anos do disco.

Se o Heavy Metal tradicional é conhecido por suas guitarras velozes e atitude rebelde, o Metal Sinfônico é a vertente que eleva o gênero à grandiosidade dos cinemas e dos teatros de ópera. Para o leitor que não está familiarizado, imagine a união perfeita entre o peso das guitarras distorcidas e baterias pulsantes com a delicadeza de violinos, corais épicos e vocais femininos potentes e expressivos. Bandas europeias como Nightwish, Epica e Evanescence popularizaram esse estilo globalmente, e agora, o Brasil tem uma representante de altíssimo nível: a curitibana Soulwitch.

Formada por músicos de excelência, a banda vem construindo uma trajetória irretocável desde o lançamento de seu aclamado álbum de estreia, “Principium”, lançado em 2024 física e digitalmente pelo respeitado selo Voice Music. A formação atual é uma verdadeira usina de talentos, contando com Jack Vanderbrook (teclados), Luan Lopes (guitarra), Sérgio Santos (baixo), Roberto Wagner (bateria) e, brilhando à frente de tudo isso, a vocalista, letrista e diretora artística Maria Sliviany.

A Consagração de “Beltane” e a Identidade Oculta

O grande diferencial da Soulwitch não está apenas na técnica impecável, mas no conceito profundo que rege a banda. O grupo não escreve apenas músicas; eles criam atmosferas baseadas em espiritualidade, ocultismo, magia e simbolismo ancestral.

Advertisement

Recentemente, a banda ganhou um destaque massivo ao ter o seu videoclipe da faixa “Beltane” exibido no prestigioso Roadie Crew Online Fest, um dos principais eventos digitais dedicados à cultura headbanger no Brasil.

A mente criativa por trás do projeto, Maria Sliviany, explica que a música “Beltane” é uma referência direta ao tradicional festival pagão celta de mesmo nome (que celebra a fertilidade, o fogo e a chegada do verão no hemisfério norte). A canção aborda o amor sob uma perspectiva espiritual e atemporal, perfeitamente alinhada ao conceito do álbum Principium, que explora os princípios herméticos, a morte, o renascimento e a transformação da consciência humana.

🎥 ASSISTA AQUI: Videoclipe Oficial de “Beltane”

🎥 ASSISTA AQUI: Videoclipe Oficial de “Teufelsbuhlschaft”

Celebração Ao Vivo: O Retorno aos Palcos

A qualidade de uma banda de Metal Sinfônico é verdadeiramente testada em cima do palco, onde toda a complexidade dos arranjos épicos precisa ganhar vida. E os fãs paranaenses terão a oportunidade de presenciar essa catarse muito em breve.

Paralelamente à repercussão nacional de seus videoclipes, a Soulwitch anunciou uma apresentação especial para o próximo dia 27 de junho. O show celebrará os dois anos de lançamento do álbum Principium e acontecerá em um dos palcos mais charmosos e intimistas da capital paranaense: o Teatro Paiol. O formato de arena circular do teatro promete criar a atmosfera imersiva perfeita para as temáticas místicas da banda.

Advertisement

🔮 SERVIÇO: SOULWITCH EM CURITIBA

Apoiar a cena nacional é o que mantém o Heavy Metal vivo e pulsante. Não perca a chance de conferir esse espetáculo de perto.

  • O Que: Show especial da banda Soulwitch, celebrando os dois anos do álbum “Principium”.
  • Data: 27 de junho (Quinta-feira).
  • Local: Teatro Paiol.
  • Endereço: Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho, Curitiba (PR).
  • Ingressos: Disponíveis através da plataforma oficial Diskingressos.

Acompanhe e Apoie a Soulwitch: Mergulhe no universo da banda acompanhando seus canais oficiais e ouvindo o disco na íntegra:

(Créditos Fotográficos: Alceste Ribas / @black_flame_pictures | Assessoria de Imprensa: JZ Press)


Redação: Diogo Neves, RockMetal desde 2007.

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Crossover

O Grito das Arquibancadas e das Ruas: Conexão Capivara e Black Dihh Fundem Rock e Rap no Hino “O hexa chegou!!!”

Published

on

Em clima de Copa do Mundo, a banda curitibana une guitarras distorcidas ao flow do hip-hop para celebrar a paixão nacional pelo futebol, a malandragem da várzea e a esperança de todo um país.

Aqui é a redação do RocKMetal! Quando o rock and roll cruza o seu caminho com a cultura das ruas e a paixão nacional pelo futebol, o resultado costuma ser explosivo. O esporte que paralisa o Brasil encontrou uma nova e pesada trilha sonora diretamente da capital paranaense.

Lançado oficialmente no dia 22 de junho, o single “O hexa chegou!!!” marca uma colaboração inédita e incendiária entre a banda curitibana Conexão Capivara e o rapper Black Dihh. A faixa desponta como um verdadeiro hino contemporâneo à cultura urbana e aos apaixonados pelo esporte, unindo o grito engasgado das arquibancadas com a energia inesgotável das periferias.

Preparamos uma análise completa sobre esse lançamento que promete embalar o sonho de milhões de brasileiros através da fusão perfeita entre o peso das guitarras e a poesia afiada do rap.

Advertisement

Crossover Perfeito: O Encontro do Rock com o Flow

Para os amantes da música pesada que não dispensam um bom groove, a faixa brilha justamente pela sua fusão ousada de gêneros. De um lado, temos a atitude contestadora e visceral do rock clássico, impulsionada por guitarras carregadas de distorção e uma cozinha rítmica (baixo e bateria) absolutamente avassaladora. Do outro, a poesia afiada e o flow rítmico característico do hip-hop trazido por Black Dihh.

A costura dessa sonoridade híbrida não soa forçada; ela acontece de forma orgânica através do suingue e do gingado que são essencialmente brasileiros. A união de estilos lembra grandes encontros históricos da música, onde as barreiras entre o rock e o rap caem por terra para dar lugar a uma mensagem direta e cheia de atitude.

A Pátria de Chuteiras e a Resiliência Brasileira

Mais do que uma simples composição temática sobre o esporte, “O hexa chegou!!!” funciona como uma ode à resiliência, à criatividade e à luta diária do povo brasileiro. A letra evoca o saudosismo e a pureza do “sonho de menino” nutrido nos campos de terra batida da várzea, resgatando a clássica mística da “pátria de chuteiras” e a fé inabalável que move os torcedores.

Com rimas inteligentes e contemporâneas, a faixa homenageia a habilidade de craques da nossa seleção, como Neymar e Vini Jr., captando o sentimento de união e a verdadeira catarse coletiva que apenas o futebol é capaz de proporcionar em um país continental como o Brasil.

Advertisement

O refrão, feito sob medida para ser cantado a plenos pulmões, dita o ritmo: “Bate o pé, sobe a voz, que hoje é dele, que hoje é nós”. Os integrantes da Conexão Capivara explicaram o conceito visceral por trás do projeto:

“Queríamos criar algo que mostrasse a força do rock e da nossa cultura urbana juntamente do esporte que nos define. A participação do Black Dihh trouxe a urgência e a verdade das ruas que a música precisava. É rock, é hip-hop, é o Brasil em sua forma mais pura e potente.”

Quem Faz o Barulho: Conheça os Artistas

A Conexão Capivara já é um nome quente na cena curitibana. O grupo transita com muita naturalidade entre o blues, o punk e o hard rock, trazendo fortes influências das décadas de 1970 e 1980. Consolidada após apresentações arrebatadoras para grandes públicos — incluindo uma passagem marcante na edição da Zombie Walk 2026 — e embalada pelo sucesso do EP “Tentaram Nos Derrubar”, a banda agora prepara mini turnês para expandir suas fronteiras e divulgar o novo trabalho.

Do outro lado do microfone, Black Dihh é um nome em plena ascensão no cenário do rap sulista. O artista traz em sua bagagem toda a vivência e a realidade da periferia de Curitiba. Suas produções são conhecidas por apostar em linhas contundentes, rimas de forte impacto social e beats muito bem desenhados, unindo a crueza das ruas com a sofisticação moderna da nova escola do hip-hop.

⚽ SERVIÇO: OUÇA O HINO DO HEXA

O single “O hexa chegou!!!” já está em rotação máxima e disponível em todas as plataformas de áudio, chegando também acompanhado de um videoclipe que transborda a vibração verde e amarela. Prepare a camisa da seleção, aumente o volume e confira:

Advertisement
  • Artistas: Conexão Capivara (Feat. Black Dihh)
  • Single: O hexa chegou!!!
  • Data de Lançamento: 22 de Junho de 2026
  • 🎵 Ouça o Single Oficial no Spotify: 👉 Acessar a faixa na plataforma

Conecte-se com a Banda: Siga a Conexão Capivara nas redes sociais para ficar por dentro da agenda de mini turnês e lançamentos do videoclipe.

(Informações via Assessoria de Imprensa – Walter Feldthaus).

Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal

Continue Reading

Lançamento

Unholy Harakiri, um dos nomes mais promissores do deathcore nacional, lança o álbum conceitual “Higeki 悲劇”

Published

on

A Unholy Harakiri, um dos nomes mais promissores do metal extremo nacional, acaba de disponibilizar em todas as plataformas de streaming o seu mais novo trabalho: “Higeki 悲劇” (Tragédia, em japonês). O álbum conceitual marca um amadurecimento profundo da banda, unindo a brutalidade técnica do Deathcore à sofisticação narrativa das artes tradicionais asiáticas.


Dividido em quatro atos, “Higeki 悲劇” é inspirado na estrutura dramática das peças clássicas japonesas, como o teatro Noh e Kabuki. A obra conduz o ouvinte por uma jornada visceral de trauma, sofrimento, devastação e morte. Sonoramente, o álbum é uma fusão poderosa de Deathcore, Metalcore, Downtempo e Nu Metal, tudo envolto em uma atmosfera cinematográfica que amplifica a carga emocional de cada composição.


A escolha do título e da estrutura não é meramente estética. No teatro japonês, o conceito de Jo-ha-kyū (introdução, ruptura e clímax) dita o ritmo das apresentações, uma dinâmica que a Unholy Harakiri transpôs para o metal extremo com maestria . O álbum reflete a “imaginação da catástrofe” recorrente na cultura japonesa, tratando temas densos com a agressividade necessária ao gênero.


Sobre a Unholy Harakiri: Formada em 2020 por Yukio Hara, Rafael Danti e Maikon Campioni, a Unholy Harakiri rapidamente se destacou pela identidade visual marcante e performances energéticas. Após o sucesso do álbum de estreia Ketsuro (2022), a banda consolidou sua presença no underground paulista, apresentando-se em palcos renomados como o La Iglesia. Com o lançamento de “Higeki 悲劇”, o trio reafirma sua posição como uma força inovadora no deathcore moderno, preparando agora a expansão de sua agenda de shows para outros estados brasileiros, levando sua experiência imersiva e carregada de mosh pits a novos públicos.

Advertisement


Higeki 悲劇: https://found.ee/unholyharakiri_higeki

Continue Reading

Lançamento

Novo EP da Pedro Faissal & o Meiofree aposta em rock psicodélico e narrativa de cura

Published

on

A banda paraibana Pedro Faissal & o Meiofree está de volta com seu mais novo EP “INTERMARES”. Mesclando o rock com tons quase psicodélicos, o grupo – fundado em 2007 – adentra um novo momento neste projeto, seu primeiro em cinco anos, e se apresenta para os ouvintes, tanto velhos quanto novos, como uma banda solidificada com muito legado. Com cinco músicas, sendo quatro delas inéditas e o single “Não Binário”, lançado na semana passada, o novo EP da Pedro Faissal & o Meiofree recebe o nome do bairro que conecta as cidades de João Pessoa e Cabedelo. Carregando esse significado do estar “entre” duas coisas, “INTERMARES” contém a mensagem central de liberdade que a banda traz desde sua formação.

“INTERMARES”, homenageando seu nome, também traz em si essa identidade paraibana, da qual a Meiofree se orgulha tanto. Com destaque para o surf, marca registrada de Intermares, o bairro é uma das paixões de Faissal, a banda criou um projeto que representa tudo que os integrantes carregam dentro de si, passando isso agora para os ouvintes. Confira a entrevista abaixo:

1. Como o conceito de estar “entre” (Intermares) influenciou a mensagem de liberdade deste EP?

Intermares é um bairro que liga a capital João Pessoa a Cabedelo. Uma conurbação que conecta duas cidades. Bairro onde foi composto e desenvolvido o disco pelo líder do grupo Pedro Faissal, que atravessava uma separação e compôs boa parte do disco depois da experiência de internação na UTI por um quadro severo de exaustão, agravadas pelas inúmeras horas de consultório no período pandêmico, segunda atividade do também psicólogo Pedro Faissal. Intermares de entre mares, das águas que precisamos navegar para chegar na próxima praia. Mares revoltos que levam a águas calmas. O disco sugere uma cura, que passa pelo entendimento de que diminuir o ritmo fará mais sentido, pois vamos remar regulados pelo que realmente importa. 

Advertisement

2. O que mudou na sonoridade da banda nestes cinco anos para chegar aos tons psicodélicos de “Intermares”?

Gravamos nosso primeiro disco, há quase 20 anos atrás. Como tínhamos pouca grana, fizemos ao vivo numa tirada só. Depois conseguimos um desconto com o dono do estúdio para fazermos os ajustes em overdub no estúdio. Nossos 3 discos seguintes, pareciam ter uma urgência ansiosa em lançar, e assim, perdemos de trabalhar melhor os arranjos. Sempre que olhamos para trás pensamos nisso quando do lançamento de algo. Mas a verdade é que, exceto o segundo disco, que trabalhamos bem mas ainda com uma sonoridade rocker de, a época um power trio, o disco atual, foi artesanalmente construído e retocado pelo diretor musical e integrante do grupo André dos Santos. Passamos cinco anos desenvolvendo os arranjos e como André toca, piano, escaleta, synths e violão na banda, não economizou repertório para enriquecer as canções. O resultado foi essa massa sonora original, construída a dez mãos!

3. Como vocês equilibram temas do cotidiano com questões políticas e profundas nas novas composições?

Sempre que as letras são concebidas, tem um conflito humano como pano de fundo. Como não somos indivíduos isolados de um todo, flertar com a política justifica o sofrimento por assim dizer, vem de cima pra baixo. Os temas do cotidiano, que costuram tudo, vão tecendo o enredo pra esconder o indivíduo e fazer o ouvinte o procurar por trás do conflito. A profundidade precisa de espaço para acontecer, as letras são enredadas nessa trama. Por isso pedimos aos fãs que escutem várias vezes a faixa e gostamos, sempre de ouvir suas impressões. Sempre revelam um pouco de quem as interpreta. A gente tenta falar de coisa densa, pretendendo ser leve, irreverente e até sarcástico. É tudo sobre dar um drible no destino como dizemos.

Advertisement

4. De que forma a identidade paraibana e o dilema “meio livre, meio refém” definem a essência deste trabalho?

A Paraíba, que produziu artistas como Jaguaribe Carne, Totonho, Catia de França, caminha, ao nosso ver, numa espécie de vanguarda. Como o Brasil em geral não esteve olhando pra nós em primeira busca, temos o privilégio de fazer olhando pra dentro. Pro interior das veias do Estado. Que atravessa as mesmas dificuldades enfrentadas por toda a nossa região Nordeste, e faz da resistência, poesia. De tão cru podemos soar viscerais enquanto paraibanos. E essa é a poesia do Meiofree, um sujeito preso a modelos que o reprime e ao mesmo tempo livre, pois, na resistência, arte é alento. Vale sempre botar pra fora. Acho que os paraibanos criam pra se curar. 

“INTERMARES” já está disponível em todas as plataformas digitais: https://onerpm.link/188017557527

Continue Reading

Em alta

Copyright © 2026 RocKMetal. Desenvolvido por Rarduér.

INSTALE NOSSO APP Ouça com a tela bloqueada!
RockMetal
AO VIVO NA ROCKMETAL
Iniciando transmissão...

Você não pode copiar o conteúdo desta página