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Quarteto Francês UPDATE Lança o Intenso e Emocional Single “Feel Me Burn”

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Misturando a agressividade do Metal Moderno com a melodia e a objetividade do Rock Alternativo, a banda entrega uma obra bilíngue que expõe lutas internas e resiliência. Conheça o grupo que promete ser a nova voz do cenário pesado internacional.

A renovação do rock e do metal é um processo contínuo e necessário. E é exatamente com essa mentalidade que o quarteto francês UPDATE acaba de lançar o seu mais novo e avassalador single, intitulado “Feel Me Burn” (oficialmente estilizado nas redes como “𝕱𝖊𝖊𝖑 𝕸𝖊 𝕭𝖚𝖗𝖓”).

Já disponível em todas as principais plataformas de streaming e acompanhado de um visualizer oficial imersivo no YouTube, a faixa não é apenas mais um lançamento na multidão. A imprensa especializada internacional já aponta a música como uma declaração de intenções ousada, marcando o UPDATE como uma das novas vozes mais atraentes e promissoras a emergir tanto na cena local francesa quanto no radar do metal global.

A Anatomia do Som: O Peso Encontra a Melodia

Para o nosso leitor que talvez não esteja tão familiarizado com as subdivisões atuais da música pesada, o som praticado pelo UPDATE é o que a indústria chama de Modern Metal (Metal Moderno), fortemente abraçado ao Rock Alternativo.

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Na prática, isso significa que a banda não se prende apenas à velocidade extrema ou a vocais puramente guturais. “Feel Me Burn” é uma verdadeira aula de como equilibrar agressão e melodia em medidas exatas. A faixa é construída com guitarras altamente incisivas e afinações baixas, criando dinâmicas contrastantes com camadas de sintetizadores. Esses elementos eletrônicos adicionam uma profundidade atmosférica sombria ao som, mas de forma alguma suavizam o “peso” ou a “sujeira” da música.

O DNA do grupo é riquíssimo. Ao ouvir a nova faixa, é possível identificar claramente de onde a banda extrai sua essência. Eles listam como grandes influências os titãs do Linkin Park e Bring Me the Horizon, os gigantes conterrâneos do LANDMVRKS, além da energia do Chevelle e da genialidade teatral da fase inicial do Muse.

O UPDATE consegue transitar por essas diferentes atmosferas sonoras com a mesma franqueza e objetividade que víamos nas bandas de rock alternativo dos anos 2000, mas mantendo a produção e a sonoridade firmemente enraizadas na tecnologia e na pegada visceral do presente.

Composição Bilíngue e a Catarse Emocional

Um dos traços mais marcantes e originais do UPDATE — que fica evidente neste novo single — é a sua abordagem de composição bilíngue, mesclando o Francês e o Inglês na mesma obra. Essa dualidade linguística não é um mero truque mercadológico; ela adiciona uma camada gigantesca de expressividade, permitindo que a mensagem ressoe profundamente em seu país de origem e, ao mesmo tempo, alcance o mercado global sem barreiras.

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Tematicamente, “Feel Me Burn” é uma montanha-russa densa. A faixa canaliza a luta interna da mente humana, a vulnerabilidade e a capacidade de resiliência. É uma música com uma atmosfera obscura, carregada de emoções — densa, por vezes abrasiva e áspera, mas sempre ancorada por um sentimento cru e genuíno.

Em um comunicado oficial divulgado à imprensa, a própria banda fez questão de explicar a catarse por trás da composição:

“Com ‘Feel Me Burn’, nós queríamos deixar tudo exposto e a nu desde a primeira nota — a tensão, o peso, a libertação. Sem excessos, apenas a emoção, da forma mais direta e honesta que conseguimos criar.”

O Próximo Passo na Cena Global

Em uma era onde a música exige cada vez mais autenticidade, o UPDATE se posiciona magistralmente entre uma nova geração de artistas capazes de se mover de forma fluida: eles têm credibilidade de sobra para o underground e as cenas locais, mas possuem qualidade técnica e refrões potentes o suficiente para dominar a exposição internacional em grandes festivais. E este single é o seu grande movimento de abertura no tabuleiro.


🎧 SERVIÇO: ASSISTA E OUÇA AGORA

A catarse visual e sonora de “Feel Me Burn” já está no ar. O vídeo oficial (no formato visualizer, que utiliza elementos gráficos sombrios e imersivos para acompanhar a batida da música) já está disponível e traduz perfeitamente a tensão poética do quarteto.

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  • Assista ao Official Visualizer de “Feel Me Burn” no YouTube: 👉 Clique Aqui para Assistir
  • Ouça nas Plataformas Digitais: Busque por UPDATE no seu aplicativo de streaming favorito (Spotify, Apple Music, Deezer) e aumente o volume!

Se você gosta de Bring Me The Horizon, Linkin Park, ou simplesmente quer descobrir o que a nova safra do rock e do metal europeu tem de melhor a oferecer, não perca essa banda de vista. O RocKMetal vai continuar acompanhando de perto os próximos passos do UPDATE!

Redação: Diogo Neves, RockMetal desde 2007

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Industrial

Arbeitsgruppe Lobotomie Une Metal, Sátira e Balé Clássico no Single “Das große Beben”

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Diretamente de Munique, na Alemanha, a banda desafia os limites da performance ao colidir a agressividade das guitarras e batidas eletrônicas com a leveza da dança clássica.

Aqui é a redação do RocKMetal! Quando pensamos no som industrial alemão e na Neue Deutsche Härte (a “Nova Dureza Alemã”, subgênero imortalizado no mundo inteiro por gigantes como o Rammstein e o Oomph!), as primeiras imagens que vêm à mente são fogo, engrenagens, guitarras pesadíssimas e uma estética fria e militarizada. No entanto, o coletivo alemão Arbeitsgruppe Lobotomie (em tradução livre, “Grupo de Trabalho Lobotomia”) decidiu subverter absolutamente todas as regras desse jogo.

O quarteto, sediado na cidade de Munique, lançou recentemente o explosivo single e videoclipe “Das große Beben” (O Grande Terremoto), disponibilizado oficialmente em 31 de julho de 2026.

Muito mais do que apenas uma banda de rock eletrônico, o projeto é uma verdadeira colisão frontal entre a música pesada, a arte da performance teatral e a crítica social. Preparamos uma análise completa sobre esse lançamento, para você entender por que o show dos alemães está sendo descrito como um espetáculo que transita entre uma sala de máquinas de fábrica, um palco de teatro clássico e uma pista de dança obscura.

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A Bailarina na Linha de Frente

O grande e genial diferencial do Arbeitsgruppe Lobotomie é a sua identidade visual e de palco. O núcleo duro da banda não é formado apenas por músicos tradicionais. Ao lado de Luna Tick (vocais), Bakunin Eisner (vocais) e Loð Brók (guitarras), encontra-se a figura hipnótica de Regina Ballerina.

Ao contrário do que se poderia pensar, a dançarina clássica não está ali como um mero adereço de palco ou um enfeite de fundo. Ela é uma performer integral. A sua presença transforma o palco no local exato onde as guitarras densas e a música eletrônica implacável colidem com os movimentos graciosos e clássicos do balé.

Essa dicotomia visual cria uma experiência sonora e estética beirando o absurdo — uma representação perfeita da própria sociedade caótica em que vivemos.

Sátira, Peso e a Nova Dureza Alemã

Sonoramente, “Das große Beben” é uma pedrada industrial. A música é impulsionada pela troca dinâmica entre vocais femininos e masculinos, cantando letras afiadas e puramente em alemão. A temática da banda é conhecida por ser altamente crítica às questões sociais, utilizando mudanças de figurinos, adereços e muita ironia teatral para entregar o seu recado. É alto, visualmente marcante e incômodo na medida certa.

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O novo single chega para coroar um ano extremamente produtivo para o grupo. Desde a sua formação na virada da década, a banda construiu uma discografia sólida com os álbuns completos “Ein Spiegel der Gesellschaft” (2021), “Unerhört!” (2023) e “Etikettenschwindel” (2024). Em 2026, eles iniciaram um forte bombardeio de singles, incluindo “München – die schönste Stadt”, “Zeitzecken”, “Minions” e, agora, culminando no lançamento de “Das große Beben”.

O Arbeitsgruppe Lobotomie prova que a música pesada não precisa ser unidimensional. Eles unem sátira afiada, batidas eletrônicas dançantes e a graciosidade imprevisível de uma bailarina para garantir que os fãs vivenciem tudo, exceto um concerto comum.

🩰 SERVIÇO: ASSISTA AO CLIPE E EXPERIMENTE O ABSURDO

Se você é fã da sonoridade industrial alemã e de projetos performáticos que quebram a quarta parede, você precisa adicionar os bávaros do Arbeitsgruppe Lobotomie na sua playlist.

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Acompanhe o coletivo nas Redes Sociais e Contatos:

(Informações via Assessoria de Imprensa do Arbeitsgruppe Lobotomie).

Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal

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Lançamentos

Diamonds and Guns Atinge a Maturidade Sonora com o EP “Degenerate Nonsense”

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Com produção assinada por figurão do Rammstein e Entombed A.D., o quarteto de Estocolmo preenche uma lacuna no rock europeu misturando a crueza do punk com melodias dançantes.

Aqui é a redação do RocKMetal! Quando falamos sobre o cenário musical da Suécia, é impossível não associar o país a uma verdadeira linha de montagem de bandas lendárias de rock e metal (basta lembrarmos de gigantes como The Hellacopters, Ghost, In Flames e Refused). Manter esse legado vivo exige atitude, originalidade e, acima de tudo, não ter medo de soar autêntico. É exatamente preenchendo essa lacuna que o quarteto Diamonds and Guns, de Estocolmo, se apresenta ao mundo com o seu aguardado segundo EP, intitulado “Degenerate Nonsense”.

Com data de lançamento oficial do EP completo marcada para 6 de março, a banda preparou o terreno lançando dois singles explosivos: “Pain and Champagne” (23 de janeiro) e “Backseat Driver” (13 de fevereiro).

Para o leitor que busca entender a identidade do grupo, a imprensa europeia e os fãs já cravaram: eles trazem uma “crueza dançante”. É um rock que flerta com o pop na estrutura dos refrões, mas sem jamais perder a agressividade das guitarras distorcidas. Preparamos um dossiê completo sobre a produção de peso, a história do grupo e o que esperar de cada faixa deste novo registro.

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A Produção: O Peso da Experiência no Estúdio

Para garantir que o novo trabalho soasse massivo, a banda firmou uma parceria de peso com o renomado produtor Tom Van Heesch, figura carimbada na indústria e conhecido por assinar trabalhos de lendas do peso como Rammstein, Entombed A.D., Backyard Babies e Michael Monroe. A presença de Van Heesch ajudou o quarteto a lapidar o que eles chamam de “o verdadeiro som do Diamonds and Guns”: um tom mais maduro e afiado em comparação ao elogiado EP de estreia (“Making Cash For Heartless Crooks”, de 2023).

O processo de gravação (documentado pela banda em um diário de estúdio em vídeo) seguiu o alto padrão da indústria, utilizando diferentes ambientes para captar a melhor acústica de cada instrumento. A bateria foi esmagada no Kapsyl Studio em colaboração com o engenheiro Jugglo. Os instrumentos de corda e os vocais ganharam vida no Momento Studio. Para encorpar os arranjos, pianos e teclados foram gravados pelo veterano Mats Nilsson (ex-KSMB) em seu estúdio particular, enquanto os detalhes finais (os chamados overdubs) foram finalizados no estúdio da própria banda.

O título da obra, “Degenerate Nonsense” (Absurdo Degenerado, em tradução livre), é um reflexo bem-humorado e honesto sobre os percalços e as histórias vividas pela banda ao longo do último ano durante as sessões de gravação.

Faixa a Faixa: Uma Viagem Pelas Seis Músicas do EP

O EP entrega um cardápio sonoro muito rico, passeando por drama, romance e puro hard rock. Abaixo, detalhamos a identidade de cada composição:

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  • 01. Pain and Champagne: O primeiro single escrito para o disco. É um hino punk rock direto ao ponto que fala sobre apostar todas as fichas no lugar errado e encarar a derrota total.
  • 02. Old Songs: Uma pedrada punk com forte apelo nostálgico. A banda a descreve como sua música mais política, carregada de vibrações à la Green Day. A letra aborda a raiva adolescente, o apego ao passado e a necessidade de se defender no mundo.
  • 03. Thieves on Holiday: Aqui, o som ganha contornos de metal com batidas altamente dançantes. É uma romantização irônica do cotidiano de um bandido, sustentada por versos muito rítmicos que desaguam em um refrão grandioso e deliciosamente clichê.
  • 04. Kings and Queens of the Outcast Teens: A canção melancólica do registro, que os membros definem como o momento “emo” do EP, trazendo influências inegáveis das guitarras abertas e melódicas do Foo Fighters. Uma ode à “realeza da noite”.
  • 05. Backseat Driver: Uma música pop, mística e com muito groove. A letra fala sobre juventude, liberdade, preconceitos e a dura percepção de que, às vezes, estamos errados. Sonoramente, a banda confessa um flerte ousado com o ritmo contagiante de artistas como Lady Gaga.
  • 06. Where We Grew Up: O encerramento traz o ouvinte de volta para casa. Uma faixa nostálgica sobre rebeldia e as escolhas da juventude, embalada por uma levada rítmica que remete diretamente à classe do lendário Bruce Springsteen.

A Trajetória e a Nova Formação

Formada no final de 2019, a essência do Diamonds and Guns nasceu de uma forte amizade entre músicos da cena de Estocolmo. O grupo logo chamou a atenção da gravadora Sound Pollution, assinando contrato em 2023. O debute da banda já havia mostrado seu cartão de visitas com uma mixagem lendária feita por Tomas Skogsberg (o arquiteto sonoro por trás do Refused e The Hellacopters).

Atualmente, o grupo é formado por Victor Ekvall (vocal e guitarra), Pontus Rask (guitarra e backing vocals), Thomas Norstedt (bateria) e o recém-chegado Sebastian “Bassebas” Rådberg (baixo e backing vocals), que ingressou no início de 2024 trazendo na bagagem a experiência de bandas como Zombie Space Pirates e The Firestones.

🎸 SERVIÇO: OUÇA, ASSISTA E APOIE O DIAMONDS AND GUNS

O rock and roll europeu continua pulsante e se reinventando. Fique atento às datas de lançamento e acompanhe o trabalho da banda através dos canais oficiais:

  • Banda: Diamonds and Guns (Estocolmo, Suécia)
  • EP: Degenerate Nonsense (6 faixas)
  • Datas de Lançamentos:
    • Pain and Champagne (Single) – Já Disponível
    • Backseat Driver (Single) – Já Disponível
    • Degenerate Nonsense (EP Completo) – Lançamento em 06 de Março

Onde Ouvir e Assistir:

Redes Sociais da Banda:

(Informações e imagens via Assessoria de Imprensa do Diamonds and Guns).

Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal

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Lançamentos

BAD LUV Lança o Intenso e Confessional Álbum “O MEDO NÃO ME PAROU”

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Com sonoridade calcada no metal moderno, participação de Badauí (CPM 22) e letras que escancaram a luta diária pela saúde mental, a banda paulista entrega um verdadeiro manifesto de sobrevivência.

Aqui é a redação do RocKMetal! Lidar com os nossos próprios demônios e ansiedades nunca é uma tarefa fácil, mas a música pesada sempre serviu como uma das ferramentas mais poderosas para a catarse humana. É exatamente com essa honestidade visceral que a banda BAD LUV acaba de lançar o seu aguardado segundo álbum de estúdio, intitulado “O MEDO NÃO ME PAROU”.

O disco chegou a todas as plataformas digitais nesta última terça-feira (08 de setembro), via ONErpm. Ao longo de nove faixas inéditas, o quinteto mergulha de cabeça em uma sonoridade influenciada pelo post-hardcore e pelo metal moderno, servindo de base para letras que dissecam sentimentos dolorosamente reais e inevitáveis no nosso dia a dia.

Preparamos um raio-x completo sobre os bastidores dessa gravação intensa, a mensagem por trás da obra e a participação ilustre de um dos maiores ídolos do rock nacional.

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Confissões, Luto e a Busca pela Esperança

A BAD LUV — formada por Caio Weber (vocal), Gee Rocha (guitarra), Murilo Amancio (guitarra), João Bonafé (baixo) e Vitor Peracetta (bateria) — não teve medo de expor suas próprias feridas neste trabalho. O álbum aborda temas densos como insegurança, luto e revolta, mas faz questão de equilibrar a balança mostrando que a vida sempre encontra motivos para valer a pena através do amor e da partilha.

“Esse é um disco muito confessional pra mim enquanto letrista, e essas músicas descrevem exatamente o turbilhão de sentimentos que é inerente a praticamente todas as pessoas”, reflete o vocalista Caio Weber.

O disco foi concebido sob uma janela de tempo intensa. O projeto começou a ser desenhado logo após a turnê do primeiro álbum da banda (“NÓS”), no final de 2025. A urgência para registrar as novas composições bateu à porta quando o guitarrista Gee Rocha descobriu que seria pai. A banda entrou em estúdio em fevereiro de 2026, decidida a gravar tudo antes do nascimento da pequena Nara, resultando em uma performance cheia de emoção e energia acumulada.

A “Bênção do GOAT”: A Parceria com Badauí

Um dos momentos mais altos e surpreendentes do disco é a participação especial de Badauí, o icônico vocalista do CPM 22, na faixa “Dias Difíceis”. O que começou como uma brincadeira distante durante as gravações, tornou-se realidade após um encontro casual entre Badauí e o baterista Vitor Peracetta em um bloco de carnaval. O convite foi feito e aceito prontamente.

Para os membros da BAD LUV, que cresceram acompanhando a explosão do hardcore brasileiro, o momento foi histórico.

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“Para nós que somos oriundos dessa cena alternativa dos anos 2000, é como ter a benção do GOAT (maior de todos os tempos)! Ele é o cara que nos influenciou e abriu caminho do underground até o mainstream, mostrando que seria possível sonhar”, comemora o baixista João Bonafé.

A Obra Completa e a Luta Contra o Parasita

Junto com o álbum, a banda também liberou um videoclipe impactante para a faixa-título, “O MEDO NÃO ME PAROU”. A produção visual ilustra a luta constante contra doenças consideradas invisíveis (como a depressão), retratada metaforicamente na letra como um parasita que tenta dominar o hospedeiro.

Em uma era dominada pelo consumo rápido de singles soltos, a BAD LUV nadou contra a corrente, idealizando as nove faixas para serem ouvidas em sequência, contando uma história lírica e sonora coesa e criando um universo onde a banda e o fã estão exatamente no mesmo barco, enfrentando as mesmas tempestades.

🎧 SERVIÇO: OUÇA, ASSISTA E APOIE A BAD LUV

Reserve um tempo do seu dia para escutar o álbum do início ao fim e apoie a consolidação de um dos nomes mais fortes da nova geração do rock alternativo nacional.

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  • Banda: BAD LUV
  • Álbum: O MEDO NÃO ME PAROU (Lançado em 08 de Setembro de 2026)
  • 🎵 Ouça o Álbum Completo no Spotify: 👉 Acessar a obra na plataforma
  • 🎥 Assista ao Videoclipe Oficial: 👉YouTube
  • 📱 Acompanhe a banda no Instagram: 👉 @badluv

(Informações via Assessoria de Imprensa – ONErpm / Thiessa Torres).

Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal

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