Lançamentos
Brutal Records Contrata os Italianos do Escapeinout e Anuncia Álbum Conceitual Sobre o Colapso Ambiental
Vindos da histórica Sicília, o quarteto mistura Death, Black e Thrash Metal de forma visceral e sem filtros de estúdio. O novo disco, “The Age of Collapse – As Above, So Below”, chega em agosto de 2026 como um alerta denso sobre os excessos da humanidade.
Nas últimas décadas, a Itália tem construído, de forma silenciosa mas brutalmente eficaz, uma reputação seríssima no cenário do Metal Extremo global. Esqueça a ideia de que o país exporta apenas metal sinfônico ou gótico. O que antes era considerado apenas uma “cena regional” evoluiu para um movimento perigoso, pulsante e altamente respeitado no mundo todo, revelando bandas que não têm medo de sujar as mãos.
É exatamente nesse cenário de ascensão implacável que se encaixa o Escapeinout. Nascida em Catania, na ensolarada e histórica ilha da Sicília, a banda não está apenas surfando na onda do metal italiano; segundo a própria Brutal Records — lendária gravadora norte-americana reconhecida mundialmente por garimpar os melhores talentos da música extrema —, o Escapeinout está empurrando os limites desse movimento para o futuro.
Nesta semana, a gravadora anunciou a assinatura oficial de contrato com o quarteto siciliano, prometendo lançar globalmente o seu mais ambicioso trabalho de estúdio.
A Anatomia do Caos: O Que é o Metal Extremo?
Para o nosso leitor que está desbravando o rock agora e talvez não entenda a complexidade do som do Escapeinout, é preciso explicar o caldeirão de influências da banda. Eles operam no que chamamos de Metal Extremo, uma fusão visceral de três subgêneros:
- Black Metal: Trazendo atmosferas sombrias, letras niilistas e guitarras que soam como uma tempestade ininterrupta.
- Death Metal: Entregando um peso absurdo, afinações baixas e os famosos vocais “guturais” (aquela voz profunda e rasgada que parece vir do estômago).
- Thrash Metal: Injetando a velocidade, a agressividade e a precisão rítmica que fazem o ouvinte querer abrir uma roda de mosh (as famosas “rodinhas punk” nos shows).
O grupo italiano costura tudo isso com uma identidade muito própria, entregando uma tensão inconfundível: obscura, sem filtros artificiais e moldada por anos de resistência no underground.
A Jornada: Do Hiato à Reestruturação
O Escapeinout não é um grupo de novatos que surgiu da noite para o dia. Eles iniciaram suas atividades em 2011, construindo seu nome da forma mais difícil e honesta possível: tocando incansavelmente no circuito independente europeu. Todo esse suor rendeu frutos, e eles logo chamaram a atenção de veículos gigantes da imprensa especializada, como a Metal Hammer Italia e o portal MetalItalia.
No entanto, como acontece com muitas bandas de garagem, o grupo enfrentou turbulências, mudanças na formação e a necessidade de repensar sua direção artística, o que os levou a um hiato.
A ressurreição aconteceu em 2023, após a banda passar por um verdadeiro “reset” interno. O retorno trouxe uma visão absurdamente mais clara do que queriam fazer. A formação brutal que agora assina com a Brutal Records conta com Elio Virtù (Vocais), R.G. Noise (Baixo), Max Calleri (Guitarra) e Ciccio Blandini (Bateria). Juntos, eles formam uma máquina de combate entrosada, com composições cirúrgicas.
“The Age of Collapse”: A Trilha Sonora do Nosso Fim
O primeiro grande fruto desse contrato é o anúncio do aguardado novo álbum de estúdio, intitulado “The Age of Collapse – As Above, So Below” (A Era do Colapso – O Que Está Em Cima, É Como O Que Está Embaixo), com lançamento global marcado para o dia 21 de agosto de 2026.
O título já entrega a genialidade lírica da banda. O subtítulo “As Above, So Below” é uma famosa máxima do Hermetismo (filosofia ancestral), sugerindo que o microcosmo (nós, humanos) reflete o macrocosmo (o planeta, o universo). E o que estamos refletindo? A destruição.
Trata-se de um “álbum conceitual” — termo usado na indústria para definir um disco onde todas as faixas contam uma mesma história. O tema é um alerta vermelho: o colapso ambiental, a ganância da humanidade e o que restará quando as estruturas da sociedade começarem a ruir. O grande trunfo do álbum, segundo executivos da gravadora e críticos que tiveram acesso às demos, é que ele não soa forçado ou “palestrinha” demais. A banda deixa que a agressividade dos instrumentos carregue o peso da mensagem.
A atmosfera do disco é construída organicamente. Os riffs são afiados e não tentam ser excessivamente técnicos apenas para exibicionismo. Em uma era onde muitas bandas de metal soam plastificadas por causa de edições de computador, o Escapeinout entrega um som pesado, que grita, mas que “respira”. O disco ainda conta com participações muito bem pontuadas de F. Burtone e Andy Neri, que adicionam texturas sem roubar o foco.
Com faixas cantadas tanto em italiano quanto em inglês, a Brutal Records resumiu o sentimento de tê-los no cast (elenco) da gravadora: “Nós estamos apoiando esse lançamento porque ele soa honesto, focado e totalmente pronto para se sustentar sozinho no mercado.”

💿 SERVIÇO: DETALHES DO LANÇAMENTO
Prepare os ouvidos e anote no calendário para não perder esse que promete ser um dos grandes discos de metal de 2026.
- Banda: ESCAPEINOUT (Catania, Sicília / Itália)
- Álbum: The Age of Collapse – As Above, So Below
- Data de Lançamento Oficial: 21 de agosto de 2026.
- Selo Fonográfico: Brutal Records.
- Formatos: Lançamento mundial simultâneo nas plataformas digitais (Streaming) e em mídias físicas (CDs e Vinil).
Tracklist Oficial do Álbum:
- Behold The River (feat. F. Burtone)
- The Wait
- No Time (feat. F. Burtone)
- Sink (feat. Andy Neri)
- The Awakening
- Out of The Shade
- As Above, So Below
- Filtered
- The End of All Things Known
Redação: Diogo Neves, RockMetal desde 2007.
Industrial
Arbeitsgruppe Lobotomie Une Metal, Sátira e Balé Clássico no Single “Das große Beben”
Diretamente de Munique, na Alemanha, a banda desafia os limites da performance ao colidir a agressividade das guitarras e batidas eletrônicas com a leveza da dança clássica.
Aqui é a redação do RocKMetal! Quando pensamos no som industrial alemão e na Neue Deutsche Härte (a “Nova Dureza Alemã”, subgênero imortalizado no mundo inteiro por gigantes como o Rammstein e o Oomph!), as primeiras imagens que vêm à mente são fogo, engrenagens, guitarras pesadíssimas e uma estética fria e militarizada. No entanto, o coletivo alemão Arbeitsgruppe Lobotomie (em tradução livre, “Grupo de Trabalho Lobotomia”) decidiu subverter absolutamente todas as regras desse jogo.
O quarteto, sediado na cidade de Munique, lançou recentemente o explosivo single e videoclipe “Das große Beben” (O Grande Terremoto), disponibilizado oficialmente em 31 de julho de 2026.
Muito mais do que apenas uma banda de rock eletrônico, o projeto é uma verdadeira colisão frontal entre a música pesada, a arte da performance teatral e a crítica social. Preparamos uma análise completa sobre esse lançamento, para você entender por que o show dos alemães está sendo descrito como um espetáculo que transita entre uma sala de máquinas de fábrica, um palco de teatro clássico e uma pista de dança obscura.
A Bailarina na Linha de Frente
O grande e genial diferencial do Arbeitsgruppe Lobotomie é a sua identidade visual e de palco. O núcleo duro da banda não é formado apenas por músicos tradicionais. Ao lado de Luna Tick (vocais), Bakunin Eisner (vocais) e Loð Brók (guitarras), encontra-se a figura hipnótica de Regina Ballerina.
Ao contrário do que se poderia pensar, a dançarina clássica não está ali como um mero adereço de palco ou um enfeite de fundo. Ela é uma performer integral. A sua presença transforma o palco no local exato onde as guitarras densas e a música eletrônica implacável colidem com os movimentos graciosos e clássicos do balé.
Essa dicotomia visual cria uma experiência sonora e estética beirando o absurdo — uma representação perfeita da própria sociedade caótica em que vivemos.
Sátira, Peso e a Nova Dureza Alemã
Sonoramente, “Das große Beben” é uma pedrada industrial. A música é impulsionada pela troca dinâmica entre vocais femininos e masculinos, cantando letras afiadas e puramente em alemão. A temática da banda é conhecida por ser altamente crítica às questões sociais, utilizando mudanças de figurinos, adereços e muita ironia teatral para entregar o seu recado. É alto, visualmente marcante e incômodo na medida certa.
O novo single chega para coroar um ano extremamente produtivo para o grupo. Desde a sua formação na virada da década, a banda construiu uma discografia sólida com os álbuns completos “Ein Spiegel der Gesellschaft” (2021), “Unerhört!” (2023) e “Etikettenschwindel” (2024). Em 2026, eles iniciaram um forte bombardeio de singles, incluindo “München – die schönste Stadt”, “Zeitzecken”, “Minions” e, agora, culminando no lançamento de “Das große Beben”.
O Arbeitsgruppe Lobotomie prova que a música pesada não precisa ser unidimensional. Eles unem sátira afiada, batidas eletrônicas dançantes e a graciosidade imprevisível de uma bailarina para garantir que os fãs vivenciem tudo, exceto um concerto comum.

🩰 SERVIÇO: ASSISTA AO CLIPE E EXPERIMENTE O ABSURDO
Se você é fã da sonoridade industrial alemã e de projetos performáticos que quebram a quarta parede, você precisa adicionar os bávaros do Arbeitsgruppe Lobotomie na sua playlist.
- Banda: Arbeitsgruppe Lobotomie (Munique, Alemanha)
- Single: Das große Beben (Lançado em 31 de Julho de 2026)
- 🎥 Assista ao Videoclipe Oficial: 👉 Assista no YouTube
- 🎵 Ouça no Spotify: 👉 Acessar Perfil da Banda
- 🍎 Ouça no Apple Music: 👉 Acessar aqui
- 🎧 Ouça no Deezer: 👉 Acessar aqui
Acompanhe o coletivo nas Redes Sociais e Contatos:
- Site Oficial: aglobotomie.de
- Instagram: @AGLobotomie
- Facebook: AGLobotomie
- TikTok: @aglobotomie
- Entrevistas e Contato Oficial: service@aglobotomie.com / Michael (Legwespenprodukte).
(Informações via Assessoria de Imprensa do Arbeitsgruppe Lobotomie).
Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal
Lançamentos
Diamonds and Guns Atinge a Maturidade Sonora com o EP “Degenerate Nonsense”
Com produção assinada por figurão do Rammstein e Entombed A.D., o quarteto de Estocolmo preenche uma lacuna no rock europeu misturando a crueza do punk com melodias dançantes.
Aqui é a redação do RocKMetal! Quando falamos sobre o cenário musical da Suécia, é impossível não associar o país a uma verdadeira linha de montagem de bandas lendárias de rock e metal (basta lembrarmos de gigantes como The Hellacopters, Ghost, In Flames e Refused). Manter esse legado vivo exige atitude, originalidade e, acima de tudo, não ter medo de soar autêntico. É exatamente preenchendo essa lacuna que o quarteto Diamonds and Guns, de Estocolmo, se apresenta ao mundo com o seu aguardado segundo EP, intitulado “Degenerate Nonsense”.
Com data de lançamento oficial do EP completo marcada para 6 de março, a banda preparou o terreno lançando dois singles explosivos: “Pain and Champagne” (23 de janeiro) e “Backseat Driver” (13 de fevereiro).
Para o leitor que busca entender a identidade do grupo, a imprensa europeia e os fãs já cravaram: eles trazem uma “crueza dançante”. É um rock que flerta com o pop na estrutura dos refrões, mas sem jamais perder a agressividade das guitarras distorcidas. Preparamos um dossiê completo sobre a produção de peso, a história do grupo e o que esperar de cada faixa deste novo registro.
A Produção: O Peso da Experiência no Estúdio
Para garantir que o novo trabalho soasse massivo, a banda firmou uma parceria de peso com o renomado produtor Tom Van Heesch, figura carimbada na indústria e conhecido por assinar trabalhos de lendas do peso como Rammstein, Entombed A.D., Backyard Babies e Michael Monroe. A presença de Van Heesch ajudou o quarteto a lapidar o que eles chamam de “o verdadeiro som do Diamonds and Guns”: um tom mais maduro e afiado em comparação ao elogiado EP de estreia (“Making Cash For Heartless Crooks”, de 2023).
O processo de gravação (documentado pela banda em um diário de estúdio em vídeo) seguiu o alto padrão da indústria, utilizando diferentes ambientes para captar a melhor acústica de cada instrumento. A bateria foi esmagada no Kapsyl Studio em colaboração com o engenheiro Jugglo. Os instrumentos de corda e os vocais ganharam vida no Momento Studio. Para encorpar os arranjos, pianos e teclados foram gravados pelo veterano Mats Nilsson (ex-KSMB) em seu estúdio particular, enquanto os detalhes finais (os chamados overdubs) foram finalizados no estúdio da própria banda.
O título da obra, “Degenerate Nonsense” (Absurdo Degenerado, em tradução livre), é um reflexo bem-humorado e honesto sobre os percalços e as histórias vividas pela banda ao longo do último ano durante as sessões de gravação.
Faixa a Faixa: Uma Viagem Pelas Seis Músicas do EP
O EP entrega um cardápio sonoro muito rico, passeando por drama, romance e puro hard rock. Abaixo, detalhamos a identidade de cada composição:
- 01. Pain and Champagne: O primeiro single escrito para o disco. É um hino punk rock direto ao ponto que fala sobre apostar todas as fichas no lugar errado e encarar a derrota total.
- 02. Old Songs: Uma pedrada punk com forte apelo nostálgico. A banda a descreve como sua música mais política, carregada de vibrações à la Green Day. A letra aborda a raiva adolescente, o apego ao passado e a necessidade de se defender no mundo.
- 03. Thieves on Holiday: Aqui, o som ganha contornos de metal com batidas altamente dançantes. É uma romantização irônica do cotidiano de um bandido, sustentada por versos muito rítmicos que desaguam em um refrão grandioso e deliciosamente clichê.
- 04. Kings and Queens of the Outcast Teens: A canção melancólica do registro, que os membros definem como o momento “emo” do EP, trazendo influências inegáveis das guitarras abertas e melódicas do Foo Fighters. Uma ode à “realeza da noite”.
- 05. Backseat Driver: Uma música pop, mística e com muito groove. A letra fala sobre juventude, liberdade, preconceitos e a dura percepção de que, às vezes, estamos errados. Sonoramente, a banda confessa um flerte ousado com o ritmo contagiante de artistas como Lady Gaga.
- 06. Where We Grew Up: O encerramento traz o ouvinte de volta para casa. Uma faixa nostálgica sobre rebeldia e as escolhas da juventude, embalada por uma levada rítmica que remete diretamente à classe do lendário Bruce Springsteen.
A Trajetória e a Nova Formação
Formada no final de 2019, a essência do Diamonds and Guns nasceu de uma forte amizade entre músicos da cena de Estocolmo. O grupo logo chamou a atenção da gravadora Sound Pollution, assinando contrato em 2023. O debute da banda já havia mostrado seu cartão de visitas com uma mixagem lendária feita por Tomas Skogsberg (o arquiteto sonoro por trás do Refused e The Hellacopters).
Atualmente, o grupo é formado por Victor Ekvall (vocal e guitarra), Pontus Rask (guitarra e backing vocals), Thomas Norstedt (bateria) e o recém-chegado Sebastian “Bassebas” Rådberg (baixo e backing vocals), que ingressou no início de 2024 trazendo na bagagem a experiência de bandas como Zombie Space Pirates e The Firestones.
🎸 SERVIÇO: OUÇA, ASSISTA E APOIE O DIAMONDS AND GUNS
O rock and roll europeu continua pulsante e se reinventando. Fique atento às datas de lançamento e acompanhe o trabalho da banda através dos canais oficiais:
- Banda: Diamonds and Guns (Estocolmo, Suécia)
- EP: Degenerate Nonsense (6 faixas)
- Datas de Lançamentos:
- Pain and Champagne (Single) – Já Disponível
- Backseat Driver (Single) – Já Disponível
- Degenerate Nonsense (EP Completo) – Lançamento em 06 de Março
Onde Ouvir e Assistir:
- 🎵 Spotify Oficial: 👉 Acessar a discografia na plataforma
- 🎥 YouTube Oficial (Clipes e Diário de Estúdio): 👉 Assistir aos Vídeos
- ☁️ Soundcloud (Prévias): 👉 Ouça aqui
Redes Sociais da Banda:
- 📸 Instagram: @diamondsandguns.official
- 📱 TikTok: @diamondsandgunsband
- 💻 Facebook: Diamondsandgunsband
(Informações e imagens via Assessoria de Imprensa do Diamonds and Guns).
Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal
Lançamentos
BAD LUV Lança o Intenso e Confessional Álbum “O MEDO NÃO ME PAROU”
Com sonoridade calcada no metal moderno, participação de Badauí (CPM 22) e letras que escancaram a luta diária pela saúde mental, a banda paulista entrega um verdadeiro manifesto de sobrevivência.
Aqui é a redação do RocKMetal! Lidar com os nossos próprios demônios e ansiedades nunca é uma tarefa fácil, mas a música pesada sempre serviu como uma das ferramentas mais poderosas para a catarse humana. É exatamente com essa honestidade visceral que a banda BAD LUV acaba de lançar o seu aguardado segundo álbum de estúdio, intitulado “O MEDO NÃO ME PAROU”.
O disco chegou a todas as plataformas digitais nesta última terça-feira (08 de setembro), via ONErpm. Ao longo de nove faixas inéditas, o quinteto mergulha de cabeça em uma sonoridade influenciada pelo post-hardcore e pelo metal moderno, servindo de base para letras que dissecam sentimentos dolorosamente reais e inevitáveis no nosso dia a dia.
Preparamos um raio-x completo sobre os bastidores dessa gravação intensa, a mensagem por trás da obra e a participação ilustre de um dos maiores ídolos do rock nacional.
Confissões, Luto e a Busca pela Esperança
A BAD LUV — formada por Caio Weber (vocal), Gee Rocha (guitarra), Murilo Amancio (guitarra), João Bonafé (baixo) e Vitor Peracetta (bateria) — não teve medo de expor suas próprias feridas neste trabalho. O álbum aborda temas densos como insegurança, luto e revolta, mas faz questão de equilibrar a balança mostrando que a vida sempre encontra motivos para valer a pena através do amor e da partilha.
“Esse é um disco muito confessional pra mim enquanto letrista, e essas músicas descrevem exatamente o turbilhão de sentimentos que é inerente a praticamente todas as pessoas”, reflete o vocalista Caio Weber.
O disco foi concebido sob uma janela de tempo intensa. O projeto começou a ser desenhado logo após a turnê do primeiro álbum da banda (“NÓS”), no final de 2025. A urgência para registrar as novas composições bateu à porta quando o guitarrista Gee Rocha descobriu que seria pai. A banda entrou em estúdio em fevereiro de 2026, decidida a gravar tudo antes do nascimento da pequena Nara, resultando em uma performance cheia de emoção e energia acumulada.
A “Bênção do GOAT”: A Parceria com Badauí
Um dos momentos mais altos e surpreendentes do disco é a participação especial de Badauí, o icônico vocalista do CPM 22, na faixa “Dias Difíceis”. O que começou como uma brincadeira distante durante as gravações, tornou-se realidade após um encontro casual entre Badauí e o baterista Vitor Peracetta em um bloco de carnaval. O convite foi feito e aceito prontamente.
Para os membros da BAD LUV, que cresceram acompanhando a explosão do hardcore brasileiro, o momento foi histórico.
“Para nós que somos oriundos dessa cena alternativa dos anos 2000, é como ter a benção do GOAT (maior de todos os tempos)! Ele é o cara que nos influenciou e abriu caminho do underground até o mainstream, mostrando que seria possível sonhar”, comemora o baixista João Bonafé.
A Obra Completa e a Luta Contra o Parasita
Junto com o álbum, a banda também liberou um videoclipe impactante para a faixa-título, “O MEDO NÃO ME PAROU”. A produção visual ilustra a luta constante contra doenças consideradas invisíveis (como a depressão), retratada metaforicamente na letra como um parasita que tenta dominar o hospedeiro.
Em uma era dominada pelo consumo rápido de singles soltos, a BAD LUV nadou contra a corrente, idealizando as nove faixas para serem ouvidas em sequência, contando uma história lírica e sonora coesa e criando um universo onde a banda e o fã estão exatamente no mesmo barco, enfrentando as mesmas tempestades.

🎧 SERVIÇO: OUÇA, ASSISTA E APOIE A BAD LUV
Reserve um tempo do seu dia para escutar o álbum do início ao fim e apoie a consolidação de um dos nomes mais fortes da nova geração do rock alternativo nacional.
- Banda: BAD LUV
- Álbum: O MEDO NÃO ME PAROU (Lançado em 08 de Setembro de 2026)
- 🎵 Ouça o Álbum Completo no Spotify: 👉 Acessar a obra na plataforma
- 🎥 Assista ao Videoclipe Oficial: 👉YouTube
- 📱 Acompanhe a banda no Instagram: 👉 @badluv
(Informações via Assessoria de Imprensa – ONErpm / Thiessa Torres).
Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal
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