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Drenna Lança o Visceral Single “Guerra” Como um Manifesto Contra a Falsa Paz

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Inspirada pela trágica morte de uma criança durante uma operação policial, a cantora e guitarrista carioca entrega uma faixa pesada e densa. O lançamento antecipa o aguardado álbum “INTERREGNO”, que encerrará a trilogia conceitual da artista no final de 2026.

O rock and roll, em sua essência mais pura, nunca foi apenas sobre entretenimento; ele nasceu como uma ferramenta de denúncia, um megafone para as vozes que a sociedade tenta silenciar. E no cenário do rock autoral brasileiro contemporâneo, poucas artistas têm empunhado essa guitarra com tanta propriedade e urgência quanto a carioca Drenna.

Diretamente do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, a cantora, compositora e musicista acaba de lançar o seu mais novo e arrebatador single: “Guerra”. Distante de qualquer romantização, a faixa é um manifesto denso e doloroso contra a invisibilidade da violência cotidiana nas periferias do Brasil.

A Tragédia Real e o Peso de “Guerra”

Para compreender a força deste novo lançamento, é preciso olhar para a dura realidade que o inspirou. Segundo o material divulgado pela equipe da artista, “Guerra” nasce de uma dor profunda e real: a morte trágica de uma criança durante uma operação policial no Complexo do Alemão.

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A letra da canção é um retrato cru que expõe o contraste brutal entre o luto desesperador de um pai e o discurso oficial e higienizado de que “está tudo em paz”. A obra é um grito de revolta contra o fato inaceitável de que vidas inocentes são frequentemente reduzidas a meras notícias passageiras nos jornais.

Para traduzir esse desabafo visceral em som, Drenna não buscou atalhos ou suavidade. Sonoramente, a música é uma parede de som opressiva. Acompanhada pelo produtor Jorge Guerreiro, a faixa aposta em distorções pesadíssimas, guitarras extremamente agressivas e uma base rítmica sombria, projetadas para colocar o ouvinte diretamente dentro do cenário de conflito. É música pesada no tema e na execução, feita com o propósito claro de incomodar e despertar a consciência.

A identidade visual do single acompanha esse choque de realidades. A arte da capa une o sagrado ao bélico em um cenário urbano caótico: uma figura icônica segura um rifle, representando o fim da passividade e denunciando que, na realidade da guerra urbana, até os símbolos mais puros acabam manchados.

O “Entretempo”: O Novo Álbum INTERREGNO

O single “Guerra” funciona como a espinha dorsal de um projeto ainda mais ambicioso. A faixa integrará o próximo disco de Drenna, intitulado “INTERREGNO – O Mundo depois da certeza”, que está em fase final de criação e tem lançamento global previsto para o final de 2026.

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Para o leitor que acompanha a discografia da artista, este álbum representa um marco narrativo. Ele vem para fechar uma trilogia conceitual iniciada com o aclamado “Desconectar” (gravado no lendário estúdio Toca do Bandido) e seguida por “Cisne Negro”.

O conceito de “Interregno” define perfeitamente a nossa era: é o estado de transição, o “entretempo” em que as velhas certezas perderam sua força, o colapso é iminente e o futuro ainda está em disputa. Além de “Guerra”, o disco trará faixas como “ALIENS” e “Levante”, abordando temas complexos como alienação, consumo, violência estrutural e crise ambiental de forma poética e sem cair no panfletarismo barato.

A Força da Mulher Periférica no Rock Nacional

Drenna não é uma promessa; ela é uma realidade consolidada que vem quebrando estereótipos há anos. À frente de um power trio de rock (formato cru de guitarra, baixo e bateria), ela representa o empoderamento feminino absoluto no gênero.

Com muita cor nos cabelos, atitude ímpar e a guitarra em punho, a artista rompeu as barreiras geográficas do Complexo do Alemão para ocupar os maiores palcos do país. Sua bagagem é formidável: foi headliner (atração principal) do Palco Favela no Rock In Rio 2022, campeã do Festival Planeta Rock, e já dividiu os holofotes com gigantes como Pitty, Frejat, Detonautas, Kings Of Leon e Paramore.

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Sua reverência à arte audiovisual também abriu portas na grande mídia, com clipes aclamados (como a releitura pesada do clássico “Roda Viva”, de Chico Buarque) rodando em canais como Multishow e Bis, além de participações em programas como “Vida de Rockeira”.

Drenna não busca oferecer respostas prontas para o caos do mundo moderno, mas sim provocar atravessamentos. E com “Guerra”, ela acerta o ouvinte exatamente onde dói mais: na nossa apatia.


🎧 SERVIÇO: OUÇA E APOIE DRENNA

O rock independente e engajado precisa do seu apoio para continuar quebrando barreiras. Reserve um momento do seu dia para ouvir essa obra impactante e acompanhar os próximos passos do power trio.

(Informações via Assessoria de Imprensa – SE Assessoria e Produção).


Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal

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Da “Capital dos Tubarões”, Seventy Times Seven Retorna Após Uma Década com Alerta Sobre Saúde Mental

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Exatamente neste Dia Mundial do Rock, a banda pernambucana de metalcore quebra um hiato de dez anos com o doloroso e necessário single “17º Andar”, construído a partir de relatos reais de fãs sobre superação e ideação suicida.

Aqui é a redação do RocKMetal! Hoje, 13 de julho, celebramos o Dia Mundial do Rock. Mas as guitarras distorcidas e os vocais rasgados que amamos não servem apenas para a catarse da diversão; eles também são veículos poderosos para tratar as dores mais profundas da nossa sociedade. E é com essa urgência e empatia que a banda pernambucana Seventy Times Seven marca o seu aguardado retorno à cena após quase dez anos de hiato.

Autointitulados como uma banda de metalcore da “capital dos tubarões” (Recife), o grupo acaba de lançar o single “17º Andar” (via selo Se Vira Music). Mais do que uma nova música de trabalho, a faixa funciona como um manifesto brutal e acolhedor sobre enfrentamento da depressão, prevenção ao suicídio e, acima de tudo, sobrevivência.

A Gênese da Música: Entre a Tragédia e a Superação

O peso de “17º Andar” não está apenas na afinação das guitarras, mas em sua origem tristemente real. A canção nasceu a partir de uma experiência traumática vivida pela esposa do vocalista Felipe Luiz, que presenciou o exato momento em que uma jovem tirou a própria vida ao se atirar do 17º andar de um prédio.

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A partir desse episódio devastador, Felipe escreveu a faixa e a banda decidiu ir além, abrindo uma convocação nas redes sociais para que os fãs enviassem relatos anônimos ou autorizados sobre sofrimento psicológico e ideações suicidas. A regra de ouro era clara: não compartilhar métodos de autolesão, mas sim experiências de enfrentamento e os caminhos encontrados para seguir em frente.

Foram recebidos mais de 20 depoimentos dolorosos e inspiradores. A gravação final de “17º Andar” incorporou um trecho em áudio de Samuel, de 26 anos, que descreveu o sentimento de ser “puxado para a escuridão”. Outros relatos, transformados em poesia, farão parte da campanha visual de divulgação da música.

Estatísticas que Exigem Atenção

A temática abordada pela banda dialoga com uma realidade alarmante no Brasil. Em um levantamento publicado pelo portal G1 em setembro de 2025, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), com base em dados oficiais do Ministério da Saúde, apontou um crescimento preocupante nos casos de autolesão e tentativas de suicídio entre adolescentes no país.

Como bem destaca a classe médica e científica, o suicídio está intrinsecamente ligado a um processo silencioso de sofrimento psíquico, exigindo que a sociedade (e a arte) perca o medo de debater o assunto e passe a observar mudanças de comportamento e estender a mão.

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O Fim do Hiato: A Cena Dividida e o Recomeço

Formada em 2009, a Seventy Times Seven interrompeu suas atividades por volta de 2016. Segundo o vocalista, o hiato foi uma soma de transições da vida pessoal (faculdade, casamento) com o desgaste avassalador causado pela polarização política da época.

Esse ambiente de extrema divisão e intolerância invadiu a cena de metal e hardcore de Pernambuco, com casas de show filtrando contratações com base em posicionamentos e afastando bandas e públicos.

O retorno do grupo quase uma década depois dialoga poeticamente com a própria mensagem do novo single: é sobre atravessar a tempestade, superar as fraturas e escolher a continuidade. O recomeço da Seventy Times Seven é, em si, um ato de resistência.

🎗️ A VIDA EM PRIMEIRO LUGAR (CVV)

Antes de dar o play, a equipe RocKMetal reforça a mensagem da banda: se você ou alguém próximo estiver enfrentando sofrimento emocional, depressão ou pensamentos suicidas, lembre-se de que você não está sozinho.

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O Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece atendimento humano, gratuito e sob total sigilo, 24 horas por dia.

  • 📞 Ligue: 188 (Ligação gratuita para todo o Brasil)
  • 💻 Acesse: cvv.org.br (Atendimento via chat e e-mail)

🎸 SERVIÇO: OUÇA O SINGLE E CONHEÇA A FICHA TÉCNICA

Aumente o volume e prestigie a volta de um dos grandes nomes da cena nordestina.

Ficha Técnica – “17º Andar”:

  • Vocal: Felipe Luiz
  • Guitarras: Leandro Mateus e Augusto Monteiro
  • Baixo: Rodolpho Malafaia
  • Bateria: Thiago Soares
  • Letra e Música: Felipe Luiz
  • Arranjos: Leandro Mateus, Thiago Soares, Rodolpho Malafaia, Felipe Luiz e Augusto Monteiro
  • Captação, Mixagem e Masterização: Hammer Studio
  • Produção: Leandro Mateus, Thiago Soares, Rodolpho Malafaia, Felipe Luiz, Augusto Monteiro, Lucas Neri e Hammer Studio
  • Capa e Design Gráfico: Leandro Mateus e Lucas Neri
  • Fotografia: Lucas Neri

Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal

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Crossover

O Grito das Arquibancadas e das Ruas: Conexão Capivara e Black Dihh Fundem Rock e Rap no Hino “O hexa chegou!!!”

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Em clima de Copa do Mundo, a banda curitibana une guitarras distorcidas ao flow do hip-hop para celebrar a paixão nacional pelo futebol, a malandragem da várzea e a esperança de todo um país.

Aqui é a redação do RocKMetal! Quando o rock and roll cruza o seu caminho com a cultura das ruas e a paixão nacional pelo futebol, o resultado costuma ser explosivo. O esporte que paralisa o Brasil encontrou uma nova e pesada trilha sonora diretamente da capital paranaense.

Lançado oficialmente no dia 22 de junho, o single “O hexa chegou!!!” marca uma colaboração inédita e incendiária entre a banda curitibana Conexão Capivara e o rapper Black Dihh. A faixa desponta como um verdadeiro hino contemporâneo à cultura urbana e aos apaixonados pelo esporte, unindo o grito engasgado das arquibancadas com a energia inesgotável das periferias.

Preparamos uma análise completa sobre esse lançamento que promete embalar o sonho de milhões de brasileiros através da fusão perfeita entre o peso das guitarras e a poesia afiada do rap.

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Crossover Perfeito: O Encontro do Rock com o Flow

Para os amantes da música pesada que não dispensam um bom groove, a faixa brilha justamente pela sua fusão ousada de gêneros. De um lado, temos a atitude contestadora e visceral do rock clássico, impulsionada por guitarras carregadas de distorção e uma cozinha rítmica (baixo e bateria) absolutamente avassaladora. Do outro, a poesia afiada e o flow rítmico característico do hip-hop trazido por Black Dihh.

A costura dessa sonoridade híbrida não soa forçada; ela acontece de forma orgânica através do suingue e do gingado que são essencialmente brasileiros. A união de estilos lembra grandes encontros históricos da música, onde as barreiras entre o rock e o rap caem por terra para dar lugar a uma mensagem direta e cheia de atitude.

A Pátria de Chuteiras e a Resiliência Brasileira

Mais do que uma simples composição temática sobre o esporte, “O hexa chegou!!!” funciona como uma ode à resiliência, à criatividade e à luta diária do povo brasileiro. A letra evoca o saudosismo e a pureza do “sonho de menino” nutrido nos campos de terra batida da várzea, resgatando a clássica mística da “pátria de chuteiras” e a fé inabalável que move os torcedores.

Com rimas inteligentes e contemporâneas, a faixa homenageia a habilidade de craques da nossa seleção, como Neymar e Vini Jr., captando o sentimento de união e a verdadeira catarse coletiva que apenas o futebol é capaz de proporcionar em um país continental como o Brasil.

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O refrão, feito sob medida para ser cantado a plenos pulmões, dita o ritmo: “Bate o pé, sobe a voz, que hoje é dele, que hoje é nós”. Os integrantes da Conexão Capivara explicaram o conceito visceral por trás do projeto:

“Queríamos criar algo que mostrasse a força do rock e da nossa cultura urbana juntamente do esporte que nos define. A participação do Black Dihh trouxe a urgência e a verdade das ruas que a música precisava. É rock, é hip-hop, é o Brasil em sua forma mais pura e potente.”

Quem Faz o Barulho: Conheça os Artistas

A Conexão Capivara já é um nome quente na cena curitibana. O grupo transita com muita naturalidade entre o blues, o punk e o hard rock, trazendo fortes influências das décadas de 1970 e 1980. Consolidada após apresentações arrebatadoras para grandes públicos — incluindo uma passagem marcante na edição da Zombie Walk 2026 — e embalada pelo sucesso do EP “Tentaram Nos Derrubar”, a banda agora prepara mini turnês para expandir suas fronteiras e divulgar o novo trabalho.

Do outro lado do microfone, Black Dihh é um nome em plena ascensão no cenário do rap sulista. O artista traz em sua bagagem toda a vivência e a realidade da periferia de Curitiba. Suas produções são conhecidas por apostar em linhas contundentes, rimas de forte impacto social e beats muito bem desenhados, unindo a crueza das ruas com a sofisticação moderna da nova escola do hip-hop.

⚽ SERVIÇO: OUÇA O HINO DO HEXA

O single “O hexa chegou!!!” já está em rotação máxima e disponível em todas as plataformas de áudio, chegando também acompanhado de um videoclipe que transborda a vibração verde e amarela. Prepare a camisa da seleção, aumente o volume e confira:

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  • Artistas: Conexão Capivara (Feat. Black Dihh)
  • Single: O hexa chegou!!!
  • Data de Lançamento: 22 de Junho de 2026
  • 🎵 Ouça o Single Oficial no Spotify: 👉 Acessar a faixa na plataforma

Conecte-se com a Banda: Siga a Conexão Capivara nas redes sociais para ficar por dentro da agenda de mini turnês e lançamentos do videoclipe.

(Informações via Assessoria de Imprensa – Walter Feldthaus).

Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal

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Unholy Harakiri, um dos nomes mais promissores do deathcore nacional, lança o álbum conceitual “Higeki 悲劇”

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A Unholy Harakiri, um dos nomes mais promissores do metal extremo nacional, acaba de disponibilizar em todas as plataformas de streaming o seu mais novo trabalho: “Higeki 悲劇” (Tragédia, em japonês). O álbum conceitual marca um amadurecimento profundo da banda, unindo a brutalidade técnica do Deathcore à sofisticação narrativa das artes tradicionais asiáticas.


Dividido em quatro atos, “Higeki 悲劇” é inspirado na estrutura dramática das peças clássicas japonesas, como o teatro Noh e Kabuki. A obra conduz o ouvinte por uma jornada visceral de trauma, sofrimento, devastação e morte. Sonoramente, o álbum é uma fusão poderosa de Deathcore, Metalcore, Downtempo e Nu Metal, tudo envolto em uma atmosfera cinematográfica que amplifica a carga emocional de cada composição.


A escolha do título e da estrutura não é meramente estética. No teatro japonês, o conceito de Jo-ha-kyū (introdução, ruptura e clímax) dita o ritmo das apresentações, uma dinâmica que a Unholy Harakiri transpôs para o metal extremo com maestria . O álbum reflete a “imaginação da catástrofe” recorrente na cultura japonesa, tratando temas densos com a agressividade necessária ao gênero.


Sobre a Unholy Harakiri: Formada em 2020 por Yukio Hara, Rafael Danti e Maikon Campioni, a Unholy Harakiri rapidamente se destacou pela identidade visual marcante e performances energéticas. Após o sucesso do álbum de estreia Ketsuro (2022), a banda consolidou sua presença no underground paulista, apresentando-se em palcos renomados como o La Iglesia. Com o lançamento de “Higeki 悲劇”, o trio reafirma sua posição como uma força inovadora no deathcore moderno, preparando agora a expansão de sua agenda de shows para outros estados brasileiros, levando sua experiência imersiva e carregada de mosh pits a novos públicos.

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Higeki 悲劇: https://found.ee/unholyharakiri_higeki

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