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Pedro Faissal & o Meiofree mescla rock com tons psicodélicos em novo EP “Intermares”

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A banda paraibana Pedro Faissal & o Meiofree está de volta com seu mais novo EP “INTERMARES”, lançado nesta sexta-feira (16). Mesclando o rock com tons quase psicodélicos, o grupo – fundado em 2007 – adentra um novo momento neste projeto, seu primeiro em cinco anos, e se apresenta para os ouvintes, tanto velhos quanto novos, como uma banda solidificada com muito legado.

Com cinco músicas, sendo quatro delas inéditas e o single “Não Binário”, lançado na semana passada, o novo EP da Pedro Faissal & o Meiofree recebe o nome do bairro que conecta as cidades de João Pessoa e Cabedelo. Carregando esse significado do estar “entre” duas coisas, “INTERMARES” contém a mensagem central de liberdade que a banda traz desde sua formação.

“INTERMARES” conta com as faixas “Não Binário”, “Sim Não”, “Ego”, “Rendido” e “Tudo Que Eu” – composições que refletem desde o cotidiano quanto tópicos mais profundos e políticos. Com seu rock característico, a banda é composta por Pedro Faissal, Kleber Jackson, João Aires, Danilo Pacine e André dos Santos, que também assina a produção musical do novo EP.

Lançado após uma turnê na França e a solidificação dessa formação do grupo, o Meiofree abraça tudo que o representa em “INTERMARES”, abrindo caminho para um novo momento da banda. Nome clássico do cenário paraibano, e de alcance nacional, o grupo reencontra – em “INTERMARES” – aquilo que garante sua perspectiva única.

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Equilibrando-se no “meio livre, meio refém”, como explica o próprio vocalista Pedro Faissal, o novo EP da banda carrega essa realidade: existimos todos entre a liberdade e as coisas que temos que fazer para sobreviver.

“INTERMARES”, homenageando seu nome, também traz em si essa identidade paraibana, da qual a Meiofree se orgulha tanto. Com destaque para o surf, marca registrada de Intermares, o bairro é uma das paixões de Faissal, a banda criou um projeto que representa tudo que os integrantes carregam dentro de si, passando isso agora para os ouvintes.

“INTERMARES” já está disponível em todas as plataformas digitais: https://onerpm.link/188017557527

Lançamento

Drenna Lança o Visceral Single “Guerra” Como um Manifesto Contra a Falsa Paz

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Inspirada pela trágica morte de uma criança durante uma operação policial, a cantora e guitarrista carioca entrega uma faixa pesada e densa. O lançamento antecipa o aguardado álbum “INTERREGNO”, que encerrará a trilogia conceitual da artista no final de 2026.

O rock and roll, em sua essência mais pura, nunca foi apenas sobre entretenimento; ele nasceu como uma ferramenta de denúncia, um megafone para as vozes que a sociedade tenta silenciar. E no cenário do rock autoral brasileiro contemporâneo, poucas artistas têm empunhado essa guitarra com tanta propriedade e urgência quanto a carioca Drenna.

Diretamente do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, a cantora, compositora e musicista acaba de lançar o seu mais novo e arrebatador single: “Guerra”. Distante de qualquer romantização, a faixa é um manifesto denso e doloroso contra a invisibilidade da violência cotidiana nas periferias do Brasil.

A Tragédia Real e o Peso de “Guerra”

Para compreender a força deste novo lançamento, é preciso olhar para a dura realidade que o inspirou. Segundo o material divulgado pela equipe da artista, “Guerra” nasce de uma dor profunda e real: a morte trágica de uma criança durante uma operação policial no Complexo do Alemão.

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A letra da canção é um retrato cru que expõe o contraste brutal entre o luto desesperador de um pai e o discurso oficial e higienizado de que “está tudo em paz”. A obra é um grito de revolta contra o fato inaceitável de que vidas inocentes são frequentemente reduzidas a meras notícias passageiras nos jornais.

Para traduzir esse desabafo visceral em som, Drenna não buscou atalhos ou suavidade. Sonoramente, a música é uma parede de som opressiva. Acompanhada pelo produtor Jorge Guerreiro, a faixa aposta em distorções pesadíssimas, guitarras extremamente agressivas e uma base rítmica sombria, projetadas para colocar o ouvinte diretamente dentro do cenário de conflito. É música pesada no tema e na execução, feita com o propósito claro de incomodar e despertar a consciência.

A identidade visual do single acompanha esse choque de realidades. A arte da capa une o sagrado ao bélico em um cenário urbano caótico: uma figura icônica segura um rifle, representando o fim da passividade e denunciando que, na realidade da guerra urbana, até os símbolos mais puros acabam manchados.

O “Entretempo”: O Novo Álbum INTERREGNO

O single “Guerra” funciona como a espinha dorsal de um projeto ainda mais ambicioso. A faixa integrará o próximo disco de Drenna, intitulado “INTERREGNO – O Mundo depois da certeza”, que está em fase final de criação e tem lançamento global previsto para o final de 2026.

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Para o leitor que acompanha a discografia da artista, este álbum representa um marco narrativo. Ele vem para fechar uma trilogia conceitual iniciada com o aclamado “Desconectar” (gravado no lendário estúdio Toca do Bandido) e seguida por “Cisne Negro”.

O conceito de “Interregno” define perfeitamente a nossa era: é o estado de transição, o “entretempo” em que as velhas certezas perderam sua força, o colapso é iminente e o futuro ainda está em disputa. Além de “Guerra”, o disco trará faixas como “ALIENS” e “Levante”, abordando temas complexos como alienação, consumo, violência estrutural e crise ambiental de forma poética e sem cair no panfletarismo barato.

A Força da Mulher Periférica no Rock Nacional

Drenna não é uma promessa; ela é uma realidade consolidada que vem quebrando estereótipos há anos. À frente de um power trio de rock (formato cru de guitarra, baixo e bateria), ela representa o empoderamento feminino absoluto no gênero.

Com muita cor nos cabelos, atitude ímpar e a guitarra em punho, a artista rompeu as barreiras geográficas do Complexo do Alemão para ocupar os maiores palcos do país. Sua bagagem é formidável: foi headliner (atração principal) do Palco Favela no Rock In Rio 2022, campeã do Festival Planeta Rock, e já dividiu os holofotes com gigantes como Pitty, Frejat, Detonautas, Kings Of Leon e Paramore.

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Sua reverência à arte audiovisual também abriu portas na grande mídia, com clipes aclamados (como a releitura pesada do clássico “Roda Viva”, de Chico Buarque) rodando em canais como Multishow e Bis, além de participações em programas como “Vida de Rockeira”.

Drenna não busca oferecer respostas prontas para o caos do mundo moderno, mas sim provocar atravessamentos. E com “Guerra”, ela acerta o ouvinte exatamente onde dói mais: na nossa apatia.


🎧 SERVIÇO: OUÇA E APOIE DRENNA

O rock independente e engajado precisa do seu apoio para continuar quebrando barreiras. Reserve um momento do seu dia para ouvir essa obra impactante e acompanhar os próximos passos do power trio.

(Informações via Assessoria de Imprensa – SE Assessoria e Produção).


Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal

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Heavy Metal

Daron Lança o Intenso e Introspectivo Single “Restos de Sol”

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Inspirado pela estética emocional e obscura da carreira solo de Ozzy Osbourne, o vocalista gaúcho entrega uma faixa pesada e poética sobre autodescobrimento e libertação interior. Conheça a trajetória do artista e assista ao novo videoclipe.

Aqui é a redação do RocKMetal! Quando o heavy metal decide olhar para dentro da mente humana, o resultado sonoro costuma ser denso, poético e absolutamente catártico. Hoje, os nossos radares estão apontados para a vibrante cena de São Paulo, onde um grande talento de raízes gaúchas tem construído uma trajetória solo de extremo respeito.

O vocalista Daron acaba de disponibilizar em todas as plataformas digitais o seu mais novo single, intitulado “Restos de Sol”, acompanhado de um videoclipe oficial impecável. Pegamos o material de divulgação, analisamos as referências do músico e preparamos um dossiê completo para você mergulhar de cabeça nesse lançamento.

A Sombra do Príncipe das Trevas e o Peso da Consciência

Para o leitor e ouvinte que venera os clássicos, a principal fonte de inspiração de “Restos de Sol” será imediatamente reconhecível. A música foi moldada sob a influência direta da atmosfera obscura, emocional e teatral que sempre marcou a cultuada carreira solo da lenda Ozzy Osbourne.

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No entanto, Daron não se limita a emular os seus ídolos; ele entrega uma composição visceral cantada inteiramente em português, o que potencializa a conexão com o público nacional. A faixa é um verdadeiro mergulho introspectivo. Liricamente, ela aborda temas complexos como a nossa própria identidade, a percepção da realidade e a busca inadiável por libertação interior.

Em um depoimento revelador, Daron explicou a catarse por trás da obra:

“O single ‘Restos de Sol’ fala sobre enxergar além das ilusões e despertar uma nova consciência. É uma música muito pessoal, intensa e cheia de significado. A proposta é provocar uma travessia emocional e espiritual, mostrando que, mesmo após o desgaste, ainda existe uma chama capaz de iluminar o caminho”, filosofa o vocalista.

A Máquina Sonora: Produção e Banda

Para traduzir toda essa carga conceitual em guitarras distorcidas e ritmos pesados, a banda entrou nos estúdios do renomado Sensorial Lab, na cidade de Jundiaí (interior de São Paulo).

A atual e afiada formação da banda de apoio que registrou os instrumentos conta com Gabriel Oliveira, o “Galo Cinza”, desferindo os riffs dramáticos na guitarra; o peso consistente do baixo nas mãos de Arthur Marques; e a bateria ditando o ritmo de forma implacável com Tony Carpa, formando uma muralha sonora robusta para a voz marcante de Daron.

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Nos bastidores técnicos, a captação do áudio foi habilmente conduzida por Rafael Rosa, enquanto a mixagem e a masterização cirúrgica — que garantiram que o peso não engolisse as melodias vocais — ficaram a cargo de Nicolas Lira Gomes. A imersão visual do projeto também foi tratada como prioridade: a belíssima arte de capa é assinada por Márcio Aranha.

Do Interior Gaúcho Aos Palcos Paulistanos

Para quem está descobrindo o trabalho de Daron agora, a estrada do músico já é longa e cheia de quilometragem. Natural da cidade de Santa Rosa, no Rio Grande do Sul, ele iniciou sua jornada profissional em 2013, quando fundou a banda Peixes Voadores. Na linha de frente do grupo, ele dividiu o palco com verdadeiras instituições do rock e do metal mundial, como Sepultura, Misfits, Marky Ramone e Michael Graves, além de ter excursionado pelo Brasil em turnês com a lendária banda Matanza.

Sua carreira solo tomou proporções definitivas em 2025, quando ele tomou a corajosa decisão de se mudar para a capital paulista. Em pouco tempo, já cravou seu nome no circuito underground e, em 2026, vem realizando shows explosivos em casas clássicas da cidade, como La Iglesia, Manifesto Bar, The Metal Bar, House Of Legends e Fenda 365. Recentemente, ele também chamou a atenção da mídia ao lançar o single “O Cemitério”, uma brilhante homenagem à obra clássica do terror “Pet Sematary”, do gênio Stephen King.

A Estrada Para 2027

Se você se impressionou com o som, saiba que os motores não vão esfriar tão cedo. Neste ano, Daron continua focado nos estúdios e em shows pontuais para promover os lançamentos recentes. Contudo, ele já deixou o aviso oficial para os fãs do rock nacional: “Este é apenas o começo de uma nova fase. Estou trabalhando intensamente em estúdio e preparando o terreno para o lançamento do próximo disco e uma turnê em 2027”.

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▶️ SERVIÇO: ASSISTA E APOIE O UNDERGROUND

O Heavy Metal nacional precisa do seu play! Dê o suporte necessário ao artista assistindo ao espetacular videoclipe (que contou com captação, direção e edição de Maycon Avelino, da renomada Starship Vídeos) e seguindo a banda nas redes sociais.

(Informações via Assessoria de Imprensa – Ricardo Batalha / ASE Music | Fotos por: Maycon Avelino).


Redação: Diogo Neves , RockMetal desde 2007

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AMESLARI Explora o Multiverso do Amor com os Novos Singles “Absence” e “A Billion Different Ways To Find You”

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Consolidando-se como uma das vozes mais criativas da cena independente brasileira, o cantor entrega uma balada densa e uma faixa dançante que flertam com o Synthpop, o Rock e a estética apaixonante da década de 1980.

O resgate das sonoridades da década de 1980 tem sido um dos movimentos mais fascinantes da música contemporânea. A mistura de sintetizadores melancólicos, guitarras pontuais e refrões grandiosos continua a provar que a emoção daquela época é atemporal. E aqui no Brasil, um dos artistas que melhor tem traduzido essa atmosfera para a nova geração é o cantor e compositor AMESLARI.

Após o sucesso barulhento e enérgico do seu último single com pegada puramente rock ‘n’ roll, “Lay Down” (lançado em dezembro de 2025), o músico decidiu virar a chave e mergulhar fundo nas emoções. AMESLARI acaba de disponibilizar em todas as plataformas digitais um lançamento duplo de peso: a balada romântica “Absence” e a dançante e intensa “A Billion Different Ways To Find You”.

A Anatomia da Saudade em “Absence”

Para o ouvinte que aprecia grandes hinos de arena e baladas rasgadas, “Absence” é um prato cheio. Como o próprio título já sugere, a canção é um manifesto sobre a saudade. A letra explora aquela ideia paradoxal e dolorosa de que a ausência física de alguém apenas multiplica a vontade de tê-la por perto.

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A construção sonora da faixa é uma verdadeira carta de amor às épicas baladas oitentistas. Mas o que mais chama a atenção é o caldeirão inusitado de influências que o artista usou para moldar a música: ele vai desde gigantes do Pop Rock como INXS e Prince, passa pelas harmonias teatrais da banda de metal sueca Ghost, e chega até a lendária e excêntrica banda de rock japonesa X Japan.

Mostrando sua versatilidade, AMESLARI também assumiu as guitarras na gravação desta faixa. “Foi uma música bem divertida de compor”, revelou o cantor em comunicado oficial. “Eu adoro essa vibe dos anos 1980, dessas grandes baladas com aquela sonoridade tão característica, então quis capturar isso nessa música, que compus pra alguém por quem eu estava apaixonado”.

O Amor no Multiverso: “A Billion Different Ways To Find You”

Se “Absence” embala a melancolia, “A Billion Different Ways To Find You” chega para levantar a poeira. Trata-se de uma canção de amor muito mais direta, intensa e com os sentimentos à flor da pele, embalada por um ritmo dançante.

O conceito lírico é digno de obras de ficção científica: a letra fala sobre a promessa de amar uma pessoa não apenas nesta vida, mas em todas as outras que vierem a existir. O artista canta sobre se apaixonar repetidas vezes em todos os universos, multiversos e realidades alternativas possíveis.

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Nesta faixa, AMESLARI comandou os vocais, o piano e os teclados. A música também conta com o brilho adicional de uma participação especial da cantora Nana, repetindo a parceria de sucesso que já havia funcionado muito bem no single anterior, “Lay Down”.

“Musicalmente, essa foi mais uma que eu quis que tivesse uma vibe muito oitentista”, explicou AMESLARI, detalhando que, para essa música, bebeu da fonte de cantores modernos que resgatam essa aura, como Troy e Sam Fender, além de sua grande paixão, a banda britânica Keane (conhecida mundialmente por fazer rock alternativo focado no piano). “Acho que são duas músicas fortes e que podem ressoar bem com as pessoas, tanto pelas letras quanto pelo som”, aposta o músico.

A Estética Visual e a Banda de Apoio

A veia artística de AMESLARI não se limita apenas aos estúdios de gravação. Provando o seu total envolvimento com a obra, a bela capa que ilustra este novo lançamento duplo foi pintada e montada pelo próprio cantor. A arte final foi cuidadosamente elaborada para remeter visualmente a uma colagem feita à mão, reforçando o tom intimista e pessoal das composições.

Para entregar esse som encorpado, o artista não está sozinho. Ele conta com uma formidável banda de apoio composta por Thiago Carbonari (bateria), Moi Gonzales (guitarra), Alessandro Perê (piano) e Rafael Vilas Boas (baixo).

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Quem é o Sonhador? Conhecendo o AMESLARI

Para o leitor que está conhecendo o artista agora, a bagagem dele já é considerável. Aos 28 anos, o cantor — cujo nome artístico significa exatamente “sonhador” no idioma basco (língua falada na região entre a Espanha e a França) — é uma das grandes forças independentes do país. Seu canal no YouTube já ultrapassa a impressionante marca de dois milhões de visualizações.

Sua estreia ocorreu em 2019 com o elogiado álbum “City Stories”, uma fusão entre o rock moderno de bandas como The Killers e o universo retrô do M83, que rendeu o hit “Mirrorball”, tocado em rádios de todo o Brasil. Entre 2020 e 2022, ele soltou uma série de singles poderosos (como “The Young”) e se apresentou no cultuado projeto Novas Vozes da Rolling Stone Brasil, no palco do Blue Note São Paulo.

Em março de 2024, ele deu um passo mais denso com o lançamento do seu segundo álbum, “The Void”, um trabalho profundo e conceitual focado na dor de um término, trazendo influências que variaram desde o rock progressivo do Rush até o alternativo do Radiohead.

Agora, com “Absence” e “A Billion Different Ways To Find You”, AMESLARI prova que, independentemente da fase, ele continua sendo um exímio arquiteto de emoções.

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🎧 SERVIÇO: OUÇA AGORA

Não deixe de conferir como o rock e o pop dos anos 80 ganham uma nova roupagem nas mãos desse talento nacional.

(Informações via Assessoria de Imprensa – Davi Brandão).


Redação: Diogo Neves , RockMetal desde 2007

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