Pop Rock
Com Atitude e Participações do Charlie Brown Jr., SKASU Celebra Maturidade em Novo Álbum
A banda santista lança trabalho com 12 faixas inéditas, clipe com a atriz Roberta Rodrigues e consolida a sua melhor fase em mais de duas décadas de trajetória na cena musical.
Aqui é a redação da RocKMetal! Quando uma banda ultrapassa a marca de duas décadas de resistência na cena musical independente, lançar um álbum completo de estúdio não é apenas entregar novas faixas ao público. Trata-se de apresentar um testamento sonoro, um atestado de maturidade e um atestado de sobrevivência. E é exatamente essa a energia que a banda santista SKASU está prestes a despejar no mundo.
Nesta sexta-feira, 05 de junho, o grupo lança em todas as plataformas digitais o aguardado álbum “A Maré Virou”. Consolidando a sua alquimia única entre pop, rock e reggae, o projeto apresenta 12 faixas autorais (incluindo regravações repaginadas e canções totalmente inéditas). A obra chega para selar a transformação definitiva do quinteto formado por Dani Franco (vocal), Michael Richard’s (guitarra), Vini Costa (baixo), Daniel Chokolate (percussão) e Nando Rezende (bateria).
Para entender o peso deste lançamento para a baixada santista e para o rock nacional, mergulhamos nos bastidores e nas parcerias que construíram essa nova fase da SKASU.
O Som Que Nasceu na Terra do Chorão
Para garantir que o álbum soasse grandioso, a SKASU recorreu às raízes do rock caiçara. A produção musical foi assinada por André Freitas, guitarrista da banda Bula. As gravações ocorreram no icônico estúdio ElectroSound, em Santos (SP) — o mesmo local sagrado de onde saíram diversos hits inesquecíveis da lendária banda Charlie Brown Jr..
Esse ambiente impregnado de história refletiu diretamente nas parcerias do álbum. As sessões contaram com convidados de peso da cena, incluindo feats poderosos com ex-integrantes do próprio Charlie Brown Jr.: os guitarristas Marcão Britto (na faixa “Vida em Paz”) e Bruno Graveto (“Segredos”), além do baterista Pinguim Ruas (“Sentimentos”). Músicos regionais como Pedro Baza e Uruca de Santos também somaram forças ao disco.
“As parcerias musicais aconteceram no momento certo”, relata o percussionista Daniel Chokolate. “Todos os convidados já curtem o trabalho da banda e aceitaram prontamente a participação. Todos os feats saíram de modo muito natural e com muita tranquilidade.”.
Uma Virada de Chave (e de Maré)
O vocalista Dani Franco, integrante com maior tempo de casa, não esconde o orgulho com a formação atual do grupo.
“Como integrante com maior tempo de banda, posso afirmar que estamos em nossa melhor fase de formação, com todos centrados e focados em um único norte: tocarmos e sentir a galera inflamar ao ouvir nosso som”, celebra.
Esse foco reflete na estratégia profissional. A banda recrutou o renomado produtor digital Márcinho Bertolone (CEO da LAB3TV), um veterano com 22 anos de show business e que já trabalhou em estratégias digitais para gigantes como Seu Jorge, Ana Carolina e Jão. O objetivo é estruturar o talento da banda com marketing afiado e crescimento sustentável.
Cinema no Asfalto: O Clipe com Roberta Rodrigues
Acompanhando o lançamento do álbum no dia 05 de junho, a banda também fará a estreia oficial do videoclipe da faixa “Sertão do Asfalto”, que conta com o protagonismo da atriz e cantora Roberta Rodrigues.
Segundo o baixista Vini Costa, a faixa é um alerta motivacional para nunca desistir diante dos obstáculos. A conexão com a atriz, que possui uma elogiada trajetória na televisão e na música (com o grupo Melanina Carioca), foi imediata.
“Minha participação no clipe foi muito forte, primeiro por detectar a paixão que os meninos têm pela banda”, destaca Roberta. “A música deles é como se fosse um curta-metragem. A história que contamos no clipe acho que ficou muito bonita, ao mesmo tempo com muita verdade, irreverência e brasilidade.”.
🎧 SERVIÇO: COMO OUVIR E ASSISTIR À SKASU
Prepare os fones de ouvido para o novo e grandioso capítulo da SKASU.
- Lançamento do Álbum “A Maré Virou” (12 Faixas): Disponível a partir de 05 de junho (00h) em todas as plataformas de streaming.
- 🎵 Faça o Pre-Save: 👉 Garantir Lançamento no Spotify/Deezer/Apple Music
- 🎥 Lançamento do Clipe “Sertão do Asfalto”: Estreia em 05 de junho, às 11h, no YouTube Oficial da banda.
- Canal Oficial: 👉 Inscreva-se em @BANDASKASU no YouTube
(Informações via Assessoria de Imprensa – Davi Brandão).
Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal
Lançamento
Novo EP da Pedro Faissal & o Meiofree aposta em rock psicodélico e narrativa de cura
A banda paraibana Pedro Faissal & o Meiofree está de volta com seu mais novo EP “INTERMARES”. Mesclando o rock com tons quase psicodélicos, o grupo – fundado em 2007 – adentra um novo momento neste projeto, seu primeiro em cinco anos, e se apresenta para os ouvintes, tanto velhos quanto novos, como uma banda solidificada com muito legado. Com cinco músicas, sendo quatro delas inéditas e o single “Não Binário”, lançado na semana passada, o novo EP da Pedro Faissal & o Meiofree recebe o nome do bairro que conecta as cidades de João Pessoa e Cabedelo. Carregando esse significado do estar “entre” duas coisas, “INTERMARES” contém a mensagem central de liberdade que a banda traz desde sua formação.
“INTERMARES”, homenageando seu nome, também traz em si essa identidade paraibana, da qual a Meiofree se orgulha tanto. Com destaque para o surf, marca registrada de Intermares, o bairro é uma das paixões de Faissal, a banda criou um projeto que representa tudo que os integrantes carregam dentro de si, passando isso agora para os ouvintes. Confira a entrevista abaixo:
1. Como o conceito de estar “entre” (Intermares) influenciou a mensagem de liberdade deste EP?
Intermares é um bairro que liga a capital João Pessoa a Cabedelo. Uma conurbação que conecta duas cidades. Bairro onde foi composto e desenvolvido o disco pelo líder do grupo Pedro Faissal, que atravessava uma separação e compôs boa parte do disco depois da experiência de internação na UTI por um quadro severo de exaustão, agravadas pelas inúmeras horas de consultório no período pandêmico, segunda atividade do também psicólogo Pedro Faissal. Intermares de entre mares, das águas que precisamos navegar para chegar na próxima praia. Mares revoltos que levam a águas calmas. O disco sugere uma cura, que passa pelo entendimento de que diminuir o ritmo fará mais sentido, pois vamos remar regulados pelo que realmente importa.
2. O que mudou na sonoridade da banda nestes cinco anos para chegar aos tons psicodélicos de “Intermares”?
Gravamos nosso primeiro disco, há quase 20 anos atrás. Como tínhamos pouca grana, fizemos ao vivo numa tirada só. Depois conseguimos um desconto com o dono do estúdio para fazermos os ajustes em overdub no estúdio. Nossos 3 discos seguintes, pareciam ter uma urgência ansiosa em lançar, e assim, perdemos de trabalhar melhor os arranjos. Sempre que olhamos para trás pensamos nisso quando do lançamento de algo. Mas a verdade é que, exceto o segundo disco, que trabalhamos bem mas ainda com uma sonoridade rocker de, a época um power trio, o disco atual, foi artesanalmente construído e retocado pelo diretor musical e integrante do grupo André dos Santos. Passamos cinco anos desenvolvendo os arranjos e como André toca, piano, escaleta, synths e violão na banda, não economizou repertório para enriquecer as canções. O resultado foi essa massa sonora original, construída a dez mãos!
3. Como vocês equilibram temas do cotidiano com questões políticas e profundas nas novas composições?
Sempre que as letras são concebidas, tem um conflito humano como pano de fundo. Como não somos indivíduos isolados de um todo, flertar com a política justifica o sofrimento por assim dizer, vem de cima pra baixo. Os temas do cotidiano, que costuram tudo, vão tecendo o enredo pra esconder o indivíduo e fazer o ouvinte o procurar por trás do conflito. A profundidade precisa de espaço para acontecer, as letras são enredadas nessa trama. Por isso pedimos aos fãs que escutem várias vezes a faixa e gostamos, sempre de ouvir suas impressões. Sempre revelam um pouco de quem as interpreta. A gente tenta falar de coisa densa, pretendendo ser leve, irreverente e até sarcástico. É tudo sobre dar um drible no destino como dizemos.
4. De que forma a identidade paraibana e o dilema “meio livre, meio refém” definem a essência deste trabalho?
A Paraíba, que produziu artistas como Jaguaribe Carne, Totonho, Catia de França, caminha, ao nosso ver, numa espécie de vanguarda. Como o Brasil em geral não esteve olhando pra nós em primeira busca, temos o privilégio de fazer olhando pra dentro. Pro interior das veias do Estado. Que atravessa as mesmas dificuldades enfrentadas por toda a nossa região Nordeste, e faz da resistência, poesia. De tão cru podemos soar viscerais enquanto paraibanos. E essa é a poesia do Meiofree, um sujeito preso a modelos que o reprime e ao mesmo tempo livre, pois, na resistência, arte é alento. Vale sempre botar pra fora. Acho que os paraibanos criam pra se curar.
“INTERMARES” já está disponível em todas as plataformas digitais: https://onerpm.link/188017557527

Lançamento
AMESLARI Explora o Multiverso do Amor com os Novos Singles “Absence” e “A Billion Different Ways To Find You”
Consolidando-se como uma das vozes mais criativas da cena independente brasileira, o cantor entrega uma balada densa e uma faixa dançante que flertam com o Synthpop, o Rock e a estética apaixonante da década de 1980.
O resgate das sonoridades da década de 1980 tem sido um dos movimentos mais fascinantes da música contemporânea. A mistura de sintetizadores melancólicos, guitarras pontuais e refrões grandiosos continua a provar que a emoção daquela época é atemporal. E aqui no Brasil, um dos artistas que melhor tem traduzido essa atmosfera para a nova geração é o cantor e compositor AMESLARI.
Após o sucesso barulhento e enérgico do seu último single com pegada puramente rock ‘n’ roll, “Lay Down” (lançado em dezembro de 2025), o músico decidiu virar a chave e mergulhar fundo nas emoções. AMESLARI acaba de disponibilizar em todas as plataformas digitais um lançamento duplo de peso: a balada romântica “Absence” e a dançante e intensa “A Billion Different Ways To Find You”.
A Anatomia da Saudade em “Absence”
Para o ouvinte que aprecia grandes hinos de arena e baladas rasgadas, “Absence” é um prato cheio. Como o próprio título já sugere, a canção é um manifesto sobre a saudade. A letra explora aquela ideia paradoxal e dolorosa de que a ausência física de alguém apenas multiplica a vontade de tê-la por perto.
A construção sonora da faixa é uma verdadeira carta de amor às épicas baladas oitentistas. Mas o que mais chama a atenção é o caldeirão inusitado de influências que o artista usou para moldar a música: ele vai desde gigantes do Pop Rock como INXS e Prince, passa pelas harmonias teatrais da banda de metal sueca Ghost, e chega até a lendária e excêntrica banda de rock japonesa X Japan.
Mostrando sua versatilidade, AMESLARI também assumiu as guitarras na gravação desta faixa. “Foi uma música bem divertida de compor”, revelou o cantor em comunicado oficial. “Eu adoro essa vibe dos anos 1980, dessas grandes baladas com aquela sonoridade tão característica, então quis capturar isso nessa música, que compus pra alguém por quem eu estava apaixonado”.
O Amor no Multiverso: “A Billion Different Ways To Find You”
Se “Absence” embala a melancolia, “A Billion Different Ways To Find You” chega para levantar a poeira. Trata-se de uma canção de amor muito mais direta, intensa e com os sentimentos à flor da pele, embalada por um ritmo dançante.
O conceito lírico é digno de obras de ficção científica: a letra fala sobre a promessa de amar uma pessoa não apenas nesta vida, mas em todas as outras que vierem a existir. O artista canta sobre se apaixonar repetidas vezes em todos os universos, multiversos e realidades alternativas possíveis.
Nesta faixa, AMESLARI comandou os vocais, o piano e os teclados. A música também conta com o brilho adicional de uma participação especial da cantora Nana, repetindo a parceria de sucesso que já havia funcionado muito bem no single anterior, “Lay Down”.
“Musicalmente, essa foi mais uma que eu quis que tivesse uma vibe muito oitentista”, explicou AMESLARI, detalhando que, para essa música, bebeu da fonte de cantores modernos que resgatam essa aura, como Troy e Sam Fender, além de sua grande paixão, a banda britânica Keane (conhecida mundialmente por fazer rock alternativo focado no piano). “Acho que são duas músicas fortes e que podem ressoar bem com as pessoas, tanto pelas letras quanto pelo som”, aposta o músico.
A Estética Visual e a Banda de Apoio
A veia artística de AMESLARI não se limita apenas aos estúdios de gravação. Provando o seu total envolvimento com a obra, a bela capa que ilustra este novo lançamento duplo foi pintada e montada pelo próprio cantor. A arte final foi cuidadosamente elaborada para remeter visualmente a uma colagem feita à mão, reforçando o tom intimista e pessoal das composições.
Para entregar esse som encorpado, o artista não está sozinho. Ele conta com uma formidável banda de apoio composta por Thiago Carbonari (bateria), Moi Gonzales (guitarra), Alessandro Perê (piano) e Rafael Vilas Boas (baixo).
Quem é o Sonhador? Conhecendo o AMESLARI
Para o leitor que está conhecendo o artista agora, a bagagem dele já é considerável. Aos 28 anos, o cantor — cujo nome artístico significa exatamente “sonhador” no idioma basco (língua falada na região entre a Espanha e a França) — é uma das grandes forças independentes do país. Seu canal no YouTube já ultrapassa a impressionante marca de dois milhões de visualizações.
Sua estreia ocorreu em 2019 com o elogiado álbum “City Stories”, uma fusão entre o rock moderno de bandas como The Killers e o universo retrô do M83, que rendeu o hit “Mirrorball”, tocado em rádios de todo o Brasil. Entre 2020 e 2022, ele soltou uma série de singles poderosos (como “The Young”) e se apresentou no cultuado projeto Novas Vozes da Rolling Stone Brasil, no palco do Blue Note São Paulo.
Em março de 2024, ele deu um passo mais denso com o lançamento do seu segundo álbum, “The Void”, um trabalho profundo e conceitual focado na dor de um término, trazendo influências que variaram desde o rock progressivo do Rush até o alternativo do Radiohead.
Agora, com “Absence” e “A Billion Different Ways To Find You”, AMESLARI prova que, independentemente da fase, ele continua sendo um exímio arquiteto de emoções.

🎧 SERVIÇO: OUÇA AGORA
Não deixe de conferir como o rock e o pop dos anos 80 ganham uma nova roupagem nas mãos desse talento nacional.
- Ouça os novos singles nas plataformas digitais: 👉 Acesse o link oficial do lançamento (ONErpm)
(Informações via Assessoria de Imprensa – Davi Brandão).
Redação: Diogo Neves , RockMetal desde 2007
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