Pop Rock
Vinho Tinto, Madrugadas e Rock Nacional: Christopher Echevenguá Resgata a Essência da Adolescência em Novo Single
Composição autoral captura a alma das noites roqueiras nas ruas das cidades e funciona como uma verdadeira máquina do tempo para quem cresceu com um violão na mão.
Aqui é a redação do RocKMetal! Quem nunca passou madrugadas a fio sentado em uma calçada, em uma praça ou na esquina de casa com os amigos, compartilhando um violão surrado, garrafas de vinho e deixando os clássicos do rock nacional ecoarem pelo bairro até o amanhecer? Essa é uma memória praticamente universal e um rito de passagem obrigatório para qualquer fã de música no Brasil.
É exatamente para resgatar essa atmosfera carregada de saudosismo, amizade e rebeldia juvenil que o compositor e músico Christopher Echevenguá acaba de lançar o seu mais novo single, sugestivamente batizado de “Vinho tinto e Legião”.
A faixa chega às plataformas de streaming como uma crônica musical sensível e honesta, pintando um retrato fiel das noites boêmias que forjaram o caráter de toda uma geração de roqueiros.
A Trilha Sonora de Nossas Memórias
O título da canção por si só já entrega a sua força poética. No Brasil, “Vinho Tinto” e “Legião Urbana” formam uma das combinações mais sagradas da juventude. Renato Russo e companhia foram (e continuam sendo) os porta-vozes das angústias, dos amores e dos questionamentos adolescentes, sendo presença obrigatória em qualquer roda de violão que se preze.
Christopher Echevenguá utiliza essa iconografia clássica como pano de fundo para a sua composição. A inspiração, segundo o próprio artista, veio de um mergulho direto em suas próprias memórias da adolescência. A letra relata de forma brilhante e observadora as noites dos jovens roqueiros pelas ruas da cidade — um tempo onde a maior riqueza era ter tempo livre, boas companhias e alguns acordes na ponta dos dedos.
A sonoridade da música caminha lado a lado com a letra, entregando uma vibração melancólica, porém reconfortante. É aquele tipo de pop rock autoral que soa familiar logo na primeira audição, abraçando o ouvinte e convidando-o a fechar os olhos para relembrar os próprios momentos de juventude vividos no asfalto frio da sua cidade natal.
A Força do Compositor Independente
Lançamentos como o de Christopher provam que a alma do rock e da música urbana não reside apenas nas grandes produções de arena ou em super estúdios, mas sim na capacidade de contar histórias com as quais as pessoas consigam se identificar genuinamente.
“Vinho tinto e Legião” é uma declaração de amor não apenas a uma fase específica da vida, mas ao poder invisível que a música tem de conectar pessoas desconhecidas em uma esquina qualquer. É um brinde à liberdade, à poesia das ruas e aos ecos de um violão que, mesmo depois de anos, nunca deixam de ressoar em nossa mente.
🎸 SERVIÇO: APERTE O PLAY E VIVA A NOSTALGIA
Se você já perdeu a noção da hora cantando sucessos do rock nacional em uma roda de amigos, essa música foi escrita para você. Separe os fones de ouvido (ou a sua própria taça de vinho) e confira o single nos links oficiais:
- Artista / Compositor: Christopher Echevenguá
- Single: Vinho tinto e Legião
- 🎵 Ouça no Spotify: 👉 Acessar a faixa na plataforma
- 🎥 Ouça no YouTube Music: 👉 Acessar o áudio oficial no YouTube
Apoie a cena independente, escute, compartilhe e adicione o trabalho de músicos autorais na sua playlist!
Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal
Folk
Renata Cassimiro Lança “Meu Cais”, Misturando Folk, Country e Pop Rock
A cantora mineira apresenta o segundo single do EP “Substância”, entregando uma reflexão universal sobre pertencimento, escolhas e o amadurecimento de suas composições.
Aqui é a redação do RocKMetal! Quando o rock se encontra com a música de raiz e as melodias do campo, o resultado costuma ser uma viagem sonora reconfortante. É apostando nessa fusão orgânica que a cantora e compositora mineira Renata Cassimiro se prepara para lançar o seu mais novo single, “Meu Cais”, que chega às plataformas digitais no dia 30 de julho de 2026.
A faixa é o segundo lançamento oficial do aguardado EP autoral Substância e mostra uma faceta muito madura e introspectiva da artista. Preparamos um apanhado sobre o que esperar dessa nova aposta da cena independente mineira.
A Sonoridade: Violões, Guitarras e a Brisa do Folk
Fugindo das produções excessivamente eletrônicas que dominam as paradas, “Meu Cais” é uma ode à música tocada com as mãos. A canção bebe diretamente das fontes do country rock, do folk e do pop rock, entregando um arranjo onde a bateria dita o ritmo da viagem, enquanto os violões e as guitarras constroem a cama melódica perfeita para a voz da cantora.
É o tipo de sonoridade estradeira que convida o ouvinte a abaixar os vidros do carro e apenas sentir a música fluir, com uma pegada nostálgica, mas com produção contemporânea.
A Mensagem: Onde Fica a Sua Casa?
O lirismo de “Meu Cais” é, sem dúvida, o seu ponto mais alto. A música nasceu há anos, mas foi recentemente revisitada pela compositora, ganhando novos versos e melodias que acompanharam o seu próprio processo de amadurecimento como mulher e artista.
A letra reflete sobre um dilema humano constante: o desejo ardente de explorar novos caminhos e ganhar o mundo, contrastando com a necessidade vital de ter um “porto seguro” para onde voltar. Embora parta de uma experiência íntima e pessoal de Renata, a canção atinge um tema absolutamente universal. Afinal, todos nós estamos em uma busca constante por um lugar — ou por alguém — que nos faça sentir verdadeiramente em casa.
O EP “Substância” e a Produção em Minas Gerais
O novo single é uma das peças-chave do EP Substância, um projeto 100% autoral composto por quatro canções inéditas escritas por Renata Cassimiro.
Para garantir que o peso e a sensibilidade das composições fossem captados com precisão, o trabalho de produção, mixagem e masterização ficou a cargo de Fred Carvalho. As gravações foram realizadas no estúdio Rockestra Records, localizado na cidade de Sete Lagoas, no coração de Minas Gerais.

🎸 SERVIÇO: PREPARE-SE PARA O LANÇAMENTO
Fique de olho na agenda e não perca a chance de adicionar mais esse talento do rock e folk nacional na sua playlist.
- Artista: Renata Cassimiro (MG)
- Single: Meu Cais (Extraído do EP Substância)
- Data de Lançamento: 30 de Julho de 2026
- Onde Ouvir: Disponível em todas as plataformas digitais de áudio (Spotify, Deezer, Apple Music, etc.).
- 🎥 Visualizer: O lançamento também será acompanhado pela estreia de um visualizer oficial no canal da artista no YouTube.
Apoie a música independente: faça o pre-save da faixa, siga a artista nas redes sociais e compartilhe a arte nacional!
Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal
Lançamento
Novo EP da Pedro Faissal & o Meiofree aposta em rock psicodélico e narrativa de cura
A banda paraibana Pedro Faissal & o Meiofree está de volta com seu mais novo EP “INTERMARES”. Mesclando o rock com tons quase psicodélicos, o grupo – fundado em 2007 – adentra um novo momento neste projeto, seu primeiro em cinco anos, e se apresenta para os ouvintes, tanto velhos quanto novos, como uma banda solidificada com muito legado. Com cinco músicas, sendo quatro delas inéditas e o single “Não Binário”, lançado na semana passada, o novo EP da Pedro Faissal & o Meiofree recebe o nome do bairro que conecta as cidades de João Pessoa e Cabedelo. Carregando esse significado do estar “entre” duas coisas, “INTERMARES” contém a mensagem central de liberdade que a banda traz desde sua formação.
“INTERMARES”, homenageando seu nome, também traz em si essa identidade paraibana, da qual a Meiofree se orgulha tanto. Com destaque para o surf, marca registrada de Intermares, o bairro é uma das paixões de Faissal, a banda criou um projeto que representa tudo que os integrantes carregam dentro de si, passando isso agora para os ouvintes. Confira a entrevista abaixo:
1. Como o conceito de estar “entre” (Intermares) influenciou a mensagem de liberdade deste EP?
Intermares é um bairro que liga a capital João Pessoa a Cabedelo. Uma conurbação que conecta duas cidades. Bairro onde foi composto e desenvolvido o disco pelo líder do grupo Pedro Faissal, que atravessava uma separação e compôs boa parte do disco depois da experiência de internação na UTI por um quadro severo de exaustão, agravadas pelas inúmeras horas de consultório no período pandêmico, segunda atividade do também psicólogo Pedro Faissal. Intermares de entre mares, das águas que precisamos navegar para chegar na próxima praia. Mares revoltos que levam a águas calmas. O disco sugere uma cura, que passa pelo entendimento de que diminuir o ritmo fará mais sentido, pois vamos remar regulados pelo que realmente importa.
2. O que mudou na sonoridade da banda nestes cinco anos para chegar aos tons psicodélicos de “Intermares”?
Gravamos nosso primeiro disco, há quase 20 anos atrás. Como tínhamos pouca grana, fizemos ao vivo numa tirada só. Depois conseguimos um desconto com o dono do estúdio para fazermos os ajustes em overdub no estúdio. Nossos 3 discos seguintes, pareciam ter uma urgência ansiosa em lançar, e assim, perdemos de trabalhar melhor os arranjos. Sempre que olhamos para trás pensamos nisso quando do lançamento de algo. Mas a verdade é que, exceto o segundo disco, que trabalhamos bem mas ainda com uma sonoridade rocker de, a época um power trio, o disco atual, foi artesanalmente construído e retocado pelo diretor musical e integrante do grupo André dos Santos. Passamos cinco anos desenvolvendo os arranjos e como André toca, piano, escaleta, synths e violão na banda, não economizou repertório para enriquecer as canções. O resultado foi essa massa sonora original, construída a dez mãos!
3. Como vocês equilibram temas do cotidiano com questões políticas e profundas nas novas composições?
Sempre que as letras são concebidas, tem um conflito humano como pano de fundo. Como não somos indivíduos isolados de um todo, flertar com a política justifica o sofrimento por assim dizer, vem de cima pra baixo. Os temas do cotidiano, que costuram tudo, vão tecendo o enredo pra esconder o indivíduo e fazer o ouvinte o procurar por trás do conflito. A profundidade precisa de espaço para acontecer, as letras são enredadas nessa trama. Por isso pedimos aos fãs que escutem várias vezes a faixa e gostamos, sempre de ouvir suas impressões. Sempre revelam um pouco de quem as interpreta. A gente tenta falar de coisa densa, pretendendo ser leve, irreverente e até sarcástico. É tudo sobre dar um drible no destino como dizemos.
4. De que forma a identidade paraibana e o dilema “meio livre, meio refém” definem a essência deste trabalho?
A Paraíba, que produziu artistas como Jaguaribe Carne, Totonho, Catia de França, caminha, ao nosso ver, numa espécie de vanguarda. Como o Brasil em geral não esteve olhando pra nós em primeira busca, temos o privilégio de fazer olhando pra dentro. Pro interior das veias do Estado. Que atravessa as mesmas dificuldades enfrentadas por toda a nossa região Nordeste, e faz da resistência, poesia. De tão cru podemos soar viscerais enquanto paraibanos. E essa é a poesia do Meiofree, um sujeito preso a modelos que o reprime e ao mesmo tempo livre, pois, na resistência, arte é alento. Vale sempre botar pra fora. Acho que os paraibanos criam pra se curar.
“INTERMARES” já está disponível em todas as plataformas digitais: https://onerpm.link/188017557527

Pop Rock
Com Atitude e Participações do Charlie Brown Jr., SKASU Celebra Maturidade em Novo Álbum
A banda santista lança trabalho com 12 faixas inéditas, clipe com a atriz Roberta Rodrigues e consolida a sua melhor fase em mais de duas décadas de trajetória na cena musical.
Aqui é a redação da RocKMetal! Quando uma banda ultrapassa a marca de duas décadas de resistência na cena musical independente, lançar um álbum completo de estúdio não é apenas entregar novas faixas ao público. Trata-se de apresentar um testamento sonoro, um atestado de maturidade e um atestado de sobrevivência. E é exatamente essa a energia que a banda santista SKASU está prestes a despejar no mundo.
Nesta sexta-feira, 05 de junho, o grupo lança em todas as plataformas digitais o aguardado álbum “A Maré Virou”. Consolidando a sua alquimia única entre pop, rock e reggae, o projeto apresenta 12 faixas autorais (incluindo regravações repaginadas e canções totalmente inéditas). A obra chega para selar a transformação definitiva do quinteto formado por Dani Franco (vocal), Michael Richard’s (guitarra), Vini Costa (baixo), Daniel Chokolate (percussão) e Nando Rezende (bateria).
Para entender o peso deste lançamento para a baixada santista e para o rock nacional, mergulhamos nos bastidores e nas parcerias que construíram essa nova fase da SKASU.
O Som Que Nasceu na Terra do Chorão
Para garantir que o álbum soasse grandioso, a SKASU recorreu às raízes do rock caiçara. A produção musical foi assinada por André Freitas, guitarrista da banda Bula. As gravações ocorreram no icônico estúdio ElectroSound, em Santos (SP) — o mesmo local sagrado de onde saíram diversos hits inesquecíveis da lendária banda Charlie Brown Jr..
Esse ambiente impregnado de história refletiu diretamente nas parcerias do álbum. As sessões contaram com convidados de peso da cena, incluindo feats poderosos com ex-integrantes do próprio Charlie Brown Jr.: os guitarristas Marcão Britto (na faixa “Vida em Paz”) e Bruno Graveto (“Segredos”), além do baterista Pinguim Ruas (“Sentimentos”). Músicos regionais como Pedro Baza e Uruca de Santos também somaram forças ao disco.
“As parcerias musicais aconteceram no momento certo”, relata o percussionista Daniel Chokolate. “Todos os convidados já curtem o trabalho da banda e aceitaram prontamente a participação. Todos os feats saíram de modo muito natural e com muita tranquilidade.”.
Uma Virada de Chave (e de Maré)
O vocalista Dani Franco, integrante com maior tempo de casa, não esconde o orgulho com a formação atual do grupo.
“Como integrante com maior tempo de banda, posso afirmar que estamos em nossa melhor fase de formação, com todos centrados e focados em um único norte: tocarmos e sentir a galera inflamar ao ouvir nosso som”, celebra.
Esse foco reflete na estratégia profissional. A banda recrutou o renomado produtor digital Márcinho Bertolone (CEO da LAB3TV), um veterano com 22 anos de show business e que já trabalhou em estratégias digitais para gigantes como Seu Jorge, Ana Carolina e Jão. O objetivo é estruturar o talento da banda com marketing afiado e crescimento sustentável.
Cinema no Asfalto: O Clipe com Roberta Rodrigues
Acompanhando o lançamento do álbum no dia 05 de junho, a banda também fará a estreia oficial do videoclipe da faixa “Sertão do Asfalto”, que conta com o protagonismo da atriz e cantora Roberta Rodrigues.
Segundo o baixista Vini Costa, a faixa é um alerta motivacional para nunca desistir diante dos obstáculos. A conexão com a atriz, que possui uma elogiada trajetória na televisão e na música (com o grupo Melanina Carioca), foi imediata.
“Minha participação no clipe foi muito forte, primeiro por detectar a paixão que os meninos têm pela banda”, destaca Roberta. “A música deles é como se fosse um curta-metragem. A história que contamos no clipe acho que ficou muito bonita, ao mesmo tempo com muita verdade, irreverência e brasilidade.”.
🎧 SERVIÇO: COMO OUVIR E ASSISTIR À SKASU
Prepare os fones de ouvido para o novo e grandioso capítulo da SKASU.
- Lançamento do Álbum “A Maré Virou” (12 Faixas): Disponível a partir de 05 de junho (00h) em todas as plataformas de streaming.
- 🎵 Faça o Pre-Save: 👉 Garantir Lançamento no Spotify/Deezer/Apple Music
- 🎥 Lançamento do Clipe “Sertão do Asfalto”: Estreia em 05 de junho, às 11h, no YouTube Oficial da banda.
- Canal Oficial: 👉 Inscreva-se em @BANDASKASU no YouTube
(Informações via Assessoria de Imprensa – Davi Brandão).
Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal
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