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A Formação de Uma Nova Geração: School of Rock Inaugura Unidade em Rio Preto com Festival Gratuito e Show de Alunos

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Esqueça as aulas monótonas de teoria musical trancado em uma sala. A renomada rede global chega à cidade com a filosofia de ensinar música através da vivência de palco e promove um “Grand Opening” com 10 horas de programação cultural para toda a família.

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO, SP – Se a sua imagem de uma escola de música ainda é a de um aluno sentado sozinho em uma sala tentando decifrar partituras acompanhado apenas de um metrônomo, prepare-se para uma mudança de paradigma. No próximo dia 25 de abril de 2026, São José do Rio Preto recebe oficialmente o Grand Opening (Inauguração Oficial) da School of Rock, a maior e mais conceituada rede de ensino musical baseada em performance do mundo.

O evento, que acontecerá na Vila Redentora das 9h às 19h, não será apenas um corte de fita ou uma cerimônia corporativa. Fiel às suas raízes, a marca preparou um verdadeiro festival de rua gratuito, transformando a inauguração em um ponto de encontro para a comunidade roqueira, famílias e entusiastas da cultura local.

O Palco Como Sala de Aula: A Metodologia School of Rock

Para o leitor leigo entender o impacto dessa chegada: a School of Rock é uma franquia global que revolucionou o ensino musical. A premissa deles é simples, mas poderosa – a teoria musical é importante, mas nada substitui a mágica de tocar em uma banda.

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O modelo pedagógico foca na prática em grupo e na vivência real de palco. Os alunos não aprendem apenas a tocar seus instrumentos; eles aprendem a ouvir uns aos outros, a ter presença de palco e a trabalhar em equipe, montando repertórios que culminam em shows ao vivo em casas de espetáculos reais. É a socialização e a confiança construídas através da distorção de uma guitarra ou da batida de uma caixa de bateria.

O “Grand Opening”: 10 Horas de Rock e O Primeiro Teste de Fogo

A programação do dia 25 foi cuidadosamente desenhada para que a população sinta essa energia na pele. O grande destaque do festival será, sem dúvida, o primeiro show oficial dos alunos da unidade rio-pretense. Subir ao palco pela primeira vez é um rito de passagem inesquecível para qualquer músico, e o público presente poderá prestigiar essa nova geração executando um repertório recheado de clássicos do rock nacional e internacional.

Além do show principal, o evento oferecerá uma imersão completa:

  • Aulas Abertas: Para quem sempre teve vontade de aprender um instrumento, mas nunca deu o primeiro passo.
  • Jam Sessions: Espaços onde músicos podem se juntar e improvisar livremente.
  • Showroom de Instrumentos: Para os curiosos e amantes de “gear” (equipamentos) testarem guitarras, baixos e baterias.
  • Praça de Alimentação e Ativações Culturais: Opções gastronômicas e entretenimento garantindo o conforto para quem for passar o dia com a família.

O Impacto na Cena Cultural do Interior

A chegada de uma potência educacional e de entretenimento como a School of Rock reforça o momento espetacular que São José do Rio Preto vive na cultura.

“Queremos que Rio Preto viva, na prática, o que é a School of Rock. O Grand Opening foi pensado para aproximar a cidade da nossa cultura, da nossa metodologia e da energia que a música proporciona quando conecta pessoas de diferentes idades”, afirma Manuella Leite, porta-voz da unidade local.

Segundo a direção da escola, a procura superou as expectativas já no primeiro mês de operação (em soft opening), provando que havia uma demanda reprimida imensa na região por um modelo de ensino musical dinâmico e voltado para o rock and roll. “O nosso objetivo é contribuir para a cena cultural da cidade e criar um espaço de encontro para famílias, alunos e apaixonados por música”, completa Manuella.

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🎸 SERVIÇO: COMO PARTICIPAR DO GRAND OPENING

O evento é aberto ao público e totalmente gratuito, mas a organização pede que os interessados façam uma inscrição prévia para garantir a melhor experiência e controle de capacidade do espaço.

  • O Que: Grand Opening (Inauguração) da School of Rock São José do Rio Preto.
  • Data: 25 de abril de 2026 (Sábado).
  • Horário: Das 9h às 19h (10 horas de programação).
  • Local: Rua Doutor Raul Silva, 721 – Bairro Vila Redentora, São José do Rio Preto (SP).
  • Inscrições (Gratuitas): Acesse e garanta seu nome na lista oficial através do link 👉 www.parceiroschoolofrock.com.br/grand-opening-rio-preto

(Fonte de Informações: Assessoria de Imprensa / Milka Verissimo).

Redação: Diogo Neves, RockMetal desde 2007

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Lançamento

Novo EP da Pedro Faissal & o Meiofree aposta em rock psicodélico e narrativa de cura

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A banda paraibana Pedro Faissal & o Meiofree está de volta com seu mais novo EP “INTERMARES”. Mesclando o rock com tons quase psicodélicos, o grupo – fundado em 2007 – adentra um novo momento neste projeto, seu primeiro em cinco anos, e se apresenta para os ouvintes, tanto velhos quanto novos, como uma banda solidificada com muito legado. Com cinco músicas, sendo quatro delas inéditas e o single “Não Binário”, lançado na semana passada, o novo EP da Pedro Faissal & o Meiofree recebe o nome do bairro que conecta as cidades de João Pessoa e Cabedelo. Carregando esse significado do estar “entre” duas coisas, “INTERMARES” contém a mensagem central de liberdade que a banda traz desde sua formação.

“INTERMARES”, homenageando seu nome, também traz em si essa identidade paraibana, da qual a Meiofree se orgulha tanto. Com destaque para o surf, marca registrada de Intermares, o bairro é uma das paixões de Faissal, a banda criou um projeto que representa tudo que os integrantes carregam dentro de si, passando isso agora para os ouvintes. Confira a entrevista abaixo:

1. Como o conceito de estar “entre” (Intermares) influenciou a mensagem de liberdade deste EP?

Intermares é um bairro que liga a capital João Pessoa a Cabedelo. Uma conurbação que conecta duas cidades. Bairro onde foi composto e desenvolvido o disco pelo líder do grupo Pedro Faissal, que atravessava uma separação e compôs boa parte do disco depois da experiência de internação na UTI por um quadro severo de exaustão, agravadas pelas inúmeras horas de consultório no período pandêmico, segunda atividade do também psicólogo Pedro Faissal. Intermares de entre mares, das águas que precisamos navegar para chegar na próxima praia. Mares revoltos que levam a águas calmas. O disco sugere uma cura, que passa pelo entendimento de que diminuir o ritmo fará mais sentido, pois vamos remar regulados pelo que realmente importa. 

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2. O que mudou na sonoridade da banda nestes cinco anos para chegar aos tons psicodélicos de “Intermares”?

Gravamos nosso primeiro disco, há quase 20 anos atrás. Como tínhamos pouca grana, fizemos ao vivo numa tirada só. Depois conseguimos um desconto com o dono do estúdio para fazermos os ajustes em overdub no estúdio. Nossos 3 discos seguintes, pareciam ter uma urgência ansiosa em lançar, e assim, perdemos de trabalhar melhor os arranjos. Sempre que olhamos para trás pensamos nisso quando do lançamento de algo. Mas a verdade é que, exceto o segundo disco, que trabalhamos bem mas ainda com uma sonoridade rocker de, a época um power trio, o disco atual, foi artesanalmente construído e retocado pelo diretor musical e integrante do grupo André dos Santos. Passamos cinco anos desenvolvendo os arranjos e como André toca, piano, escaleta, synths e violão na banda, não economizou repertório para enriquecer as canções. O resultado foi essa massa sonora original, construída a dez mãos!

3. Como vocês equilibram temas do cotidiano com questões políticas e profundas nas novas composições?

Sempre que as letras são concebidas, tem um conflito humano como pano de fundo. Como não somos indivíduos isolados de um todo, flertar com a política justifica o sofrimento por assim dizer, vem de cima pra baixo. Os temas do cotidiano, que costuram tudo, vão tecendo o enredo pra esconder o indivíduo e fazer o ouvinte o procurar por trás do conflito. A profundidade precisa de espaço para acontecer, as letras são enredadas nessa trama. Por isso pedimos aos fãs que escutem várias vezes a faixa e gostamos, sempre de ouvir suas impressões. Sempre revelam um pouco de quem as interpreta. A gente tenta falar de coisa densa, pretendendo ser leve, irreverente e até sarcástico. É tudo sobre dar um drible no destino como dizemos.

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4. De que forma a identidade paraibana e o dilema “meio livre, meio refém” definem a essência deste trabalho?

A Paraíba, que produziu artistas como Jaguaribe Carne, Totonho, Catia de França, caminha, ao nosso ver, numa espécie de vanguarda. Como o Brasil em geral não esteve olhando pra nós em primeira busca, temos o privilégio de fazer olhando pra dentro. Pro interior das veias do Estado. Que atravessa as mesmas dificuldades enfrentadas por toda a nossa região Nordeste, e faz da resistência, poesia. De tão cru podemos soar viscerais enquanto paraibanos. E essa é a poesia do Meiofree, um sujeito preso a modelos que o reprime e ao mesmo tempo livre, pois, na resistência, arte é alento. Vale sempre botar pra fora. Acho que os paraibanos criam pra se curar. 

“INTERMARES” já está disponível em todas as plataformas digitais: https://onerpm.link/188017557527

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Música

Wes Krux lança novo single “Golden Hill” e mergulha em reflexões sobre a busca por calma

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Após as reflexões existenciais e atmosféricas de CARO HUMAN e LOGOS, o artista Wes Krux retorna com seu mais novo single, GOLDEN HILL. A faixa é uma obra delicada e cinematográfica, inspirada em sonhos recorrentes e na intrínseca necessidade humana de encontrar serenidade em meio aos excessos da vida contemporânea.

Com uma fusão envolvente de vocais suaves, piano, violão, violino e texturas imersivas, GOLDEN HILL convida os ouvintes a um cenário imaginário onde o tempo desacelera, o pôr do sol é eterno e a paisagem transmite uma rara sensação de acolhimento e paz. Embora carregue uma iconografia quase transcendente, a canção não propõe uma fuga da realidade, mas sim o profundo desejo humano de encontrar o silêncio em meio ao ruído, o calor na frieza do cotidiano e a conexão em tempos marcados pela ansiedade e pela pressa.

Inspirada por um sonho recorrente, GOLDEN HILL se estabelece como uma metáfora para o refúgio emocional que todos buscam – um espaço interior onde o caos perde sua força e a serenidade pode, finalmente, respirar. Em um dia a dia sobrecarregado por informações, inquietação e desconexão emocional, GOLDEN HILL surge como um pequeno santuário sensorial, lembrando-nos da existência de lugares – reais ou imaginados – capazes de nos reconectar com a presença, o silêncio e o pertencimento.

GOLDEN HILL aprofunda o universo artístico de Wes Krux, consolidando sua identidade através de uma estética sensível, cinematográfica e emocionalmente imersiva. A faixa é uma jornada sonora contemplativa que transforma a exaustão emocional da vida moderna em uma paisagem auditiva, combinando vocais gentis, violão acústico, guitarra elétrica, piano e uma rica seção de cordas (incluindo violino, violoncelo e viola), tudo isso em camadas com texturas atmosféricas. O resultado é uma experiência imersiva que busca pertencimento, paz e permanência em meio ao ruído, à pressa e à inquietação da vida cotidiana.

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“Golden Hill”: https://ffm.to/wes-krux-golden-hill

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Música

LEELEE Lança EP “Despertar”: Um Grito de Autoafirmação e Punk Rock Recifense

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O EP “Despertar”, da banda recifense LEELEE, amplia sua circulação em território nacional ao reunir singles já lançados e duas músicas inéditas. O trabalho consolida a narrativa de um projeto que simboliza o despertar da mulher para sua auto aceitação, libertação de crenças limitantes e a quebra de padrões para seguir seus sonhos e buscar sua felicidade com plenitude.

O projeto contribui para o fortalecimento da cena autoral nordestina e para o protagonismo feminino no rock, reforçando a ocupação das mulheres em todos os espaços de realização. Com o lema “antes tarde”, LEELEE incentiva que nunca é tarde para começar algo novo, em um grito contra o etarismo, tema sobre o qual a artista possui propriedade para influenciar diretamente um movimento positivo de conquista e vivência.

LEELEE é um projeto autoral recifense de punk rock que nasce do encontro entre vivência, território e urgência criativa. Liderado por uma mulher de 40 anos, o projeto surge como um gesto de afirmação potente em um cenário historicamente atravessado por silenciamentos, unindo o peso do punk rock à sensibilidade de quem carrega memória e desejo de transformação.

Musicalmente, a sonoridade dialoga com o punk rock, pop punk, ska e surf music, com ecos de grunge e atitude hardcore. As canções partem de experiências íntimas e coletivas, abordando temas como liberdade, autoconhecimento, coragem e reconstrução pessoal, criando identificação com mulheres e pessoas que foram levadas a adiar seus sonhos.

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LEELEE recebeu sua primeira indicação a um prêmio nacional com o single “Inconstante”, listado na categoria de Melhor Música Nacional Contemporânea. Representando Recife e a cena independente pernambucana, a artista se posiciona como uma das poucas vozes do Nordeste a alcançar tal reconhecimento, reafirmando a relevância da música independente e da presença feminina no rock.

Despertar:

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