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Universal Pictures Divulga Trailer Inédito e Detalhes do Documentário “Iron Maiden: Burning Ambition”

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Com estreia marcada para 7 de maio nos cinemas brasileiros, o longa celebra os 50 anos da banda britânica, mesclando imagens íntimas de arquivo, animações do icônico mascote Eddie e os bastidores dramáticos que quase encerraram a carreira do grupo.

Por: Equipe RocKMetal | Seção: Cinema & Lançamentos | Publicado em 28 de Abril de 2026

Se existe uma banda que define o real significado de resiliência e lealdade dentro do Heavy Metal, essa banda é o Iron Maiden. E para celebrar meio século de palcos monumentais, riffs cortantes e uma base de fãs inabalável, a Universal Pictures acaba de liberar imagens inéditas e abrir a pré-venda de ingressos para o aguardado documentário musical “Iron Maiden: Burning Ambition”.

Sob a direção do aclamado Malcolm Venville, o longa-metragem não é apenas um compilado de shows, mas um convite exclusivo aos bastidores de uma das jornadas artísticas mais impressionantes e vitoriosas da cultura pop.

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Das Sombras dos Pubs ao Topo do Mundo

Para o leitor mais leigo, é preciso dimensionar a força dessa história. Fundada em 1975 pela visão intransigente do genial baixista Steve Harris, o Iron Maiden foi o grande motor da New Wave of British Heavy Metal (Nova Onda do Heavy Metal Britânico), mudando o cenário musical dos anos 1980 para sempre.

O documentário faz um resgate cronológico meticuloso. A história acompanha a ascensão suada da banda: das apresentações iniciais e underground nos pubs (bares) do leste de Londres, onde começaram a arregimentar seus primeiros fiéis seguidores [00:18], até a explosão global que os levou a lotar os maiores estádios do planeta. O trailer destaca que a entrada definitiva do lendário vocalista Bruce Dickinson foi apenas a “peça do quebra-cabeça” que faltava para a dominação mundial [00:59].

Drama, Grunge, Câncer e a Volta por Cima

Longe de ser uma obra puramente chapa-branca, “Burning Ambition” promete mostrar as cicatrizes da Donzela de Ferro. O longa tem acesso sem precedentes a memórias íntimas e abordará as épocas em que a banda quase implodiu.

O trailer oficial antecipa os tempos sombrios dos anos 90, quando a indústria fonográfica lhes virou as costas: “A imprensa dizia que o Maiden estava morto, nós temos o grunge” [01:27]. O filme mergulha também em conflitos internos quase físicos [01:19] e no dramático momento em que Bruce Dickinson enfrentou um câncer de garganta, abalando as estruturas do grupo [01:37].

A mensagem do filme é clara: o Iron Maiden teve que “bater no fundo do poço para se tornar a maior banda do mundo uma segunda vez” [02:07].

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A Presença de Eddie e o Peso dos Depoimentos

Visualmente, a produção traz um diferencial incrível para as telonas do cinema: sequências totalmente animadas de Eddie [01:09], o lendário mascote zumbi que estampa todas as capas dos álbuns e sempre dá as caras no palco em versões gigantescas.

A reverência à banda transcende o universo do metal. Para ilustrar o impacto global do sexteto, o documentário convocou depoimentos exclusivos de figuras gigantescas da cultura, como o ator vencedor do Oscar Javier Bardem, o baterista do Metallica Lars Ulrich e a lenda do rap Chuck D (Public Enemy).

50 Anos de um Império Intocável

O documentário é o clímax das celebrações do jubileu de ouro da banda. O marco de 50 anos — oficialmente celebrado em 2025 — já gerou a insana turnê mundial de dois anos “Run For Your Lives” e o lançamento do livro histórico visual de capa dura “Infinite Dreams”.

Para se ter ideia do império multimídia que o Iron Maiden se tornou nas últimas cinco décadas:

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  • São mais de 100 milhões de cópias vendidas ao redor do mundo, espalhadas por 17 álbuns de estúdio, 13 discos ao vivo e 47 singles.
  • Quase 2.500 shows realizados em 64 países. E o mais insano: em algumas turnês mundiais, a banda viajou a bordo do próprio avião customizado, o gigantesco Ed Force One (um Boeing 757 e depois um Boeing 747), que era pilotado pelo próprio vocalista, Bruce Dickinson!
  • Além de prêmios como Grammy e Brit Awards, eles fazem parte da realeza britânica, ganhando uma coleção própria de selos do Royal Mail (juntando-se a gigantes como Pink Floyd e Rolling Stones).
  • Eles dominam os bares de outra forma: a marca de cerveja da banda, Trooper Beer, está no mercado há 12 anos e já vendeu espantosos 40 milhões de pints (copos), distribuída em 68 países (incluindo versões produzidas aqui no Brasil).

Mas no fim das contas, a verdadeira força motriz do Iron Maiden, reforçada a todo momento no documentário, é a ligação indestrutível com seu exército global de fãs, descritos como “irmãos de sangue” [02:21].


🎟️ SERVIÇO: COMO ASSISTIR NOS CINEMAS

Garanta sua poltrona, porque as sessões prometem virar verdadeiros estádios lotados!

  • O Que: Documentário “Iron Maiden: Burning Ambition”.
  • Direção: Malcolm Venville.
  • Distribuição: Universal Pictures.
  • Estreia Nacional: 7 de maio de 2026.
  • Ingressos: As vendas já estão oficialmente abertas na sua rede exibidora de preferência. Consulte o cinema de sua cidade.
  • Trailer Oficial: 👉 Assista ao Trailer “IRON MAIDEN BURNING AMBITION” no YouTube

Redação: Diogo Neves, RockMetal desde 2007

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Lançamento

Novo EP da Pedro Faissal & o Meiofree aposta em rock psicodélico e narrativa de cura

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A banda paraibana Pedro Faissal & o Meiofree está de volta com seu mais novo EP “INTERMARES”. Mesclando o rock com tons quase psicodélicos, o grupo – fundado em 2007 – adentra um novo momento neste projeto, seu primeiro em cinco anos, e se apresenta para os ouvintes, tanto velhos quanto novos, como uma banda solidificada com muito legado. Com cinco músicas, sendo quatro delas inéditas e o single “Não Binário”, lançado na semana passada, o novo EP da Pedro Faissal & o Meiofree recebe o nome do bairro que conecta as cidades de João Pessoa e Cabedelo. Carregando esse significado do estar “entre” duas coisas, “INTERMARES” contém a mensagem central de liberdade que a banda traz desde sua formação.

“INTERMARES”, homenageando seu nome, também traz em si essa identidade paraibana, da qual a Meiofree se orgulha tanto. Com destaque para o surf, marca registrada de Intermares, o bairro é uma das paixões de Faissal, a banda criou um projeto que representa tudo que os integrantes carregam dentro de si, passando isso agora para os ouvintes. Confira a entrevista abaixo:

1. Como o conceito de estar “entre” (Intermares) influenciou a mensagem de liberdade deste EP?

Intermares é um bairro que liga a capital João Pessoa a Cabedelo. Uma conurbação que conecta duas cidades. Bairro onde foi composto e desenvolvido o disco pelo líder do grupo Pedro Faissal, que atravessava uma separação e compôs boa parte do disco depois da experiência de internação na UTI por um quadro severo de exaustão, agravadas pelas inúmeras horas de consultório no período pandêmico, segunda atividade do também psicólogo Pedro Faissal. Intermares de entre mares, das águas que precisamos navegar para chegar na próxima praia. Mares revoltos que levam a águas calmas. O disco sugere uma cura, que passa pelo entendimento de que diminuir o ritmo fará mais sentido, pois vamos remar regulados pelo que realmente importa. 

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2. O que mudou na sonoridade da banda nestes cinco anos para chegar aos tons psicodélicos de “Intermares”?

Gravamos nosso primeiro disco, há quase 20 anos atrás. Como tínhamos pouca grana, fizemos ao vivo numa tirada só. Depois conseguimos um desconto com o dono do estúdio para fazermos os ajustes em overdub no estúdio. Nossos 3 discos seguintes, pareciam ter uma urgência ansiosa em lançar, e assim, perdemos de trabalhar melhor os arranjos. Sempre que olhamos para trás pensamos nisso quando do lançamento de algo. Mas a verdade é que, exceto o segundo disco, que trabalhamos bem mas ainda com uma sonoridade rocker de, a época um power trio, o disco atual, foi artesanalmente construído e retocado pelo diretor musical e integrante do grupo André dos Santos. Passamos cinco anos desenvolvendo os arranjos e como André toca, piano, escaleta, synths e violão na banda, não economizou repertório para enriquecer as canções. O resultado foi essa massa sonora original, construída a dez mãos!

3. Como vocês equilibram temas do cotidiano com questões políticas e profundas nas novas composições?

Sempre que as letras são concebidas, tem um conflito humano como pano de fundo. Como não somos indivíduos isolados de um todo, flertar com a política justifica o sofrimento por assim dizer, vem de cima pra baixo. Os temas do cotidiano, que costuram tudo, vão tecendo o enredo pra esconder o indivíduo e fazer o ouvinte o procurar por trás do conflito. A profundidade precisa de espaço para acontecer, as letras são enredadas nessa trama. Por isso pedimos aos fãs que escutem várias vezes a faixa e gostamos, sempre de ouvir suas impressões. Sempre revelam um pouco de quem as interpreta. A gente tenta falar de coisa densa, pretendendo ser leve, irreverente e até sarcástico. É tudo sobre dar um drible no destino como dizemos.

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4. De que forma a identidade paraibana e o dilema “meio livre, meio refém” definem a essência deste trabalho?

A Paraíba, que produziu artistas como Jaguaribe Carne, Totonho, Catia de França, caminha, ao nosso ver, numa espécie de vanguarda. Como o Brasil em geral não esteve olhando pra nós em primeira busca, temos o privilégio de fazer olhando pra dentro. Pro interior das veias do Estado. Que atravessa as mesmas dificuldades enfrentadas por toda a nossa região Nordeste, e faz da resistência, poesia. De tão cru podemos soar viscerais enquanto paraibanos. E essa é a poesia do Meiofree, um sujeito preso a modelos que o reprime e ao mesmo tempo livre, pois, na resistência, arte é alento. Vale sempre botar pra fora. Acho que os paraibanos criam pra se curar. 

“INTERMARES” já está disponível em todas as plataformas digitais: https://onerpm.link/188017557527

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Música

Wes Krux lança novo single “Golden Hill” e mergulha em reflexões sobre a busca por calma

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Após as reflexões existenciais e atmosféricas de CARO HUMAN e LOGOS, o artista Wes Krux retorna com seu mais novo single, GOLDEN HILL. A faixa é uma obra delicada e cinematográfica, inspirada em sonhos recorrentes e na intrínseca necessidade humana de encontrar serenidade em meio aos excessos da vida contemporânea.

Com uma fusão envolvente de vocais suaves, piano, violão, violino e texturas imersivas, GOLDEN HILL convida os ouvintes a um cenário imaginário onde o tempo desacelera, o pôr do sol é eterno e a paisagem transmite uma rara sensação de acolhimento e paz. Embora carregue uma iconografia quase transcendente, a canção não propõe uma fuga da realidade, mas sim o profundo desejo humano de encontrar o silêncio em meio ao ruído, o calor na frieza do cotidiano e a conexão em tempos marcados pela ansiedade e pela pressa.

Inspirada por um sonho recorrente, GOLDEN HILL se estabelece como uma metáfora para o refúgio emocional que todos buscam – um espaço interior onde o caos perde sua força e a serenidade pode, finalmente, respirar. Em um dia a dia sobrecarregado por informações, inquietação e desconexão emocional, GOLDEN HILL surge como um pequeno santuário sensorial, lembrando-nos da existência de lugares – reais ou imaginados – capazes de nos reconectar com a presença, o silêncio e o pertencimento.

GOLDEN HILL aprofunda o universo artístico de Wes Krux, consolidando sua identidade através de uma estética sensível, cinematográfica e emocionalmente imersiva. A faixa é uma jornada sonora contemplativa que transforma a exaustão emocional da vida moderna em uma paisagem auditiva, combinando vocais gentis, violão acústico, guitarra elétrica, piano e uma rica seção de cordas (incluindo violino, violoncelo e viola), tudo isso em camadas com texturas atmosféricas. O resultado é uma experiência imersiva que busca pertencimento, paz e permanência em meio ao ruído, à pressa e à inquietação da vida cotidiana.

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“Golden Hill”: https://ffm.to/wes-krux-golden-hill

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Música

LEELEE Lança EP “Despertar”: Um Grito de Autoafirmação e Punk Rock Recifense

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O EP “Despertar”, da banda recifense LEELEE, amplia sua circulação em território nacional ao reunir singles já lançados e duas músicas inéditas. O trabalho consolida a narrativa de um projeto que simboliza o despertar da mulher para sua auto aceitação, libertação de crenças limitantes e a quebra de padrões para seguir seus sonhos e buscar sua felicidade com plenitude.

O projeto contribui para o fortalecimento da cena autoral nordestina e para o protagonismo feminino no rock, reforçando a ocupação das mulheres em todos os espaços de realização. Com o lema “antes tarde”, LEELEE incentiva que nunca é tarde para começar algo novo, em um grito contra o etarismo, tema sobre o qual a artista possui propriedade para influenciar diretamente um movimento positivo de conquista e vivência.

LEELEE é um projeto autoral recifense de punk rock que nasce do encontro entre vivência, território e urgência criativa. Liderado por uma mulher de 40 anos, o projeto surge como um gesto de afirmação potente em um cenário historicamente atravessado por silenciamentos, unindo o peso do punk rock à sensibilidade de quem carrega memória e desejo de transformação.

Musicalmente, a sonoridade dialoga com o punk rock, pop punk, ska e surf music, com ecos de grunge e atitude hardcore. As canções partem de experiências íntimas e coletivas, abordando temas como liberdade, autoconhecimento, coragem e reconstrução pessoal, criando identificação com mulheres e pessoas que foram levadas a adiar seus sonhos.

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LEELEE recebeu sua primeira indicação a um prêmio nacional com o single “Inconstante”, listado na categoria de Melhor Música Nacional Contemporânea. Representando Recife e a cena independente pernambucana, a artista se posiciona como uma das poucas vozes do Nordeste a alcançar tal reconhecimento, reafirmando a relevância da música independente e da presença feminina no rock.

Despertar:

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