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Rumores Fortes Apontam Def Leppard em São José do Rio Preto em Setembro de 2026
Após a confirmação histórica do Guns N’ Roses para abril, produtores locais dão pistas de um segundo megaevento internacional. A dica: uma banda lendária de cinco integrantes. O pop-rock do Maroon 5 corre por fora nas apostas.
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO, SP – O eixo tradicional dos grandes shows internacionais no Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba) parece ter ganhado um novo e definitivo concorrente. São José do Rio Preto, a capital do noroeste paulista, está prestes a consolidar sua posição como rota obrigatória para os gigantes da música global.
Após o anúncio de que o Guns N’ Roses fará um show histórico no Recinto de Exposições no dia 7 de abril, os bastidores do entretenimento local voltaram a ferver nesta semana. Portais de notícias da cidade soltaram um “spoiler” que incendiou as redes sociais: um segundo megaevento internacional está sendo negociado para setembro de 2026.
A principal pista vazada pelas produtoras? Trata-se de uma “banda lendária composta por cinco integrantes”. No mundo da música, poucas descrições geram tanto frisson, e para nós, do RocKMetal, todos os caminhos apontam para os ícones do Hard Rock britânico.
A Aposta Principal: A Histeria do Def Leppard
A principal e mais forte especulação do momento é o Def Leppard. Atualmente na estrada com uma turnê mundial altamente lucrativa, a banda britânica se encaixa perfeitamente na dica dos produtores e no perfil de “lenda” exigido para mobilizar o interior do Brasil.
Para os leitores mais jovens ou menos familiarizados, o Def Leppard não é apenas uma banda de rock; eles são uma instituição de resiliência e sucesso comercial absurdo. Formada em Sheffield, Inglaterra, no final dos anos 70, a banda explodiu na década de 80, definindo o som de uma geração com álbuns como “Pyromania” (1983) e o colossal “Hysteria” (1987).
Por que eles são gigantes? Eles são um dos poucos grupos de rock na história a vender mais de 100 milhões de discos no mundo todo. Além disso, a história do Def Leppard é marcada pela superação impressionante de seu baterista, Rick Allen, que perdeu o braço esquerdo em um acidente de carro em 1984 e, contrariando todas as expectativas médicas e da indústria, reaprendeu a tocar bateria usando pedais customizados, mantendo-se na banda até hoje.
A formação lendária de cinco integrantes – Joe Elliott (vocal), Phil Collen (guitarra), Rick Savage (baixo), Vivian Campbell (guitarra) e Rick Allen (bateria) – entregaria a Rio Preto um setlist de arena perfeito, com hinos cantados a plenos pulmões como “Pour Some Sugar on Me”, “Love Bites” e “Photograph”.
O “Plano B” Comercial: O Pop de Arena do Maroon 5
Como no jornalismo não podemos descartar nenhuma carta até o anúncio oficial, há uma segunda especulação forte rondando a cidade: o Maroon 5.
Embora passem longe do Hard Rock que costumamos cobrir aqui no RocKMetal, é inegável que a banda liderada por Adam Levine (que também se apresenta frequentemente como um quinteto, dependendo da formação de turnê) possui um apelo comercial devastador. Hits pop-rock como “Moves Like Jagger”, “Sugar” e “This Love” atrairiam um público gigantesco e diversificado para a região.
Trazer o Maroon 5 seria uma jogada focada em atingir o topo das paradas pop e garantir um “sold out” rápido, agradando o público fã de rádios FM e plataformas de streaming mais comerciais.
A Descentralização dos Grandes Shows
Independente de quem assine o contrato final para setembro, o fato é que Rio Preto se beneficia de uma nova tendência no show business brasileiro. Com os altos custos de logística na capital e a saturação de datas no Allianz Parque e no Morumbi, grandes produtoras estão olhando para o interior de São Paulo.
Com infraestrutura hoteleira robusta, aeroporto e um local com grande capacidade de público como o Recinto de Exposições, Rio Preto prova que há demanda reprimida e poder aquisitivo no interior para sustentar bilheterias de padrão internacional.
A confirmação oficial deve ocorrer nos próximos meses, assim que as logísticas das turnês sul-americanas de outono/primavera forem fechadas. Até lá, a pergunta que fica para os fãs da região é inevitável.
De Que Lado Você Está?
O interior de SP está prestes a fazer história novamente em 2026. A equipe do RocKMetal já tem seu favorito (preparamos as jaquetas de couro para o Def Leppard!), mas queremos saber de você:
Se o ingresso estivesse na sua mão agora, quem você preferiria ver tocando em setembro na sua cidade: o Hard Rock clássico do Def Leppard ou o Pop Rock comercial do Maroon 5?
Fontes e Acompanhamento de Turnês:
- Acompanhe a agenda oficial do Def Leppard: defleppard.com/tour
- Acompanhe a agenda oficial do Maroon 5: maroon5.com/tour
Investigação RocKMetal : A Agenda Oculta de Def Leppard e Maroon 5 – Quem Realmente Vem a Rio Preto em Setembro?
Nossa equipe mapeou as turnês de 2026 das duas bandas. Enquanto o Def Leppard tem a agenda perfeitamente livre para a América do Sul no segundo semestre, o Maroon 5 já tem compromisso marcado no Brasil em setembro. Entenda o cenário e confira o provável setlist!
Quando o assunto é show internacional, não basta apenas ter o dinheiro e a estrutura; é preciso ter a “brecha logística” perfeita. Atendendo aos pedidos de vocês, fomos olhar os contratos e datas globais de 2026 das duas bandas especuladas para o megaevento de setembro no Recinto de Exposições.
O resultado? Ambas as possibilidades são logisticamente muito reais.
Cenário 1: Maroon 5 (A Logística Perfeita)
Se a escolha dos produtores locais for pelo pop-rock de Adam Levine, as peças do quebra-cabeça se encaixam de forma assustadora.
Fomos olhar a agenda do Maroon 5 para 2026. A banda fará uma extensa turnê europeia nos meses de junho e julho (passando por Itália, França, Espanha e Reino Unido). Mas a grande bomba vem logo depois: o Maroon 5 já está confirmado para o Rock in Rio 2026, que acontece justamente na primeira quinzena de setembro, no Rio de Janeiro!
O Veredito: Com a banda e toda a sua megaestrutura já em solo brasileiro em setembro, “esticar” a viagem para fazer um show de arena no interior de São Paulo (Rio Preto) seria um movimento logístico barato e extremamente lucrativo para os produtores. As chances são altíssimas.
Cenário 2: Def Leppard (O Setembro Aberto)
Apesar da facilidade logística do Maroon 5, o coração roqueiro de Rio Preto bate mais forte pelo Def Leppard. E a boa notícia é que a agenda dos gigantes britânicos está praticamente implorando por uma turnê sul-americana.
O calendário do Def Leppard em 2026 é brutal:
- Fevereiro: Residência lendária em Las Vegas.
- Março: Apresentações na Índia.
- Junho/Julho: Turnê europeia pesada, passando por Suécia, Finlândia, Reino Unido, Paris e Alemanha (incluindo o icônico Wacken Open Air).
- Agosto: O último show agendado no radar acontece dia 2 de agosto, na Coca-Cola Arena, em Dubai.
O Veredito: A partir da segunda semana de agosto, a agenda global do Def Leppard fica misteriosamente em branco. Setembro seria o mês perfeito para embarcar para a América Latina.
BÔNUS: O Setlist dos Sonhos (Def Leppard em Rio Preto)
Se a lenda do Hard Rock for confirmada para setembro, baseados na atual residência deles em Vegas e nas apresentações de estádio, montamos um rascunho de como seria o espetáculo no Recinto de Exposições:
- Rejoice (Abertura apoteótica)
- Animal (Para explodir a plateia logo de cara)
- Let’s Get Rocked
- Foolin’
- Armageddon It
- Love Bites (O momento dos celulares para o alto)
- Rocket
- Bringin’ On the Heartbreak 9. Hysteria (Cantada a plenos pulmões)
- Pour Some Sugar on Me (Para fechar o set regular com energia máxima)
Encore (Bis): 11. Rock of Ages 12. Photograph —
Seja Def Leppard para lavar a alma com distorção, ou Maroon 5 para uma noite de pop massivo, Rio Preto vai ganhar muito. E aí, sabendo dessa agenda do Rock in Rio, você acha que a balança pendeu para o lado de Adam Levine, ou os deuses do rock vão garantir a vinda do Def Leppard?
Qual música você gritaria mais alto na grade? Conta pra gente nos comentários e fique ligado: no RocKMetal, você sabe primeiro.
- Redação: Diogo Neves, RockMetal desde 2007
Música
Cantor australiano Andy Jans-Brown explora indie rock cinematográfico em “Growing Pains”
O cantor e compositor australiano Andy Jans-Brown revela “Growing Pains”, o quinto single de seu próximo álbum, Airport Departure Lounge. Mesclando um lirismo reflexivo com o indie rock cinematográfico, a faixa medita sobre a incerteza, a mudança e os desafios emocionais de navegar em um mundo cada vez mais complexo.Utilizando a adolescência como metáfora, “Growing Pains” explora a ideia de que o crescimento raramente é confortável.
Situada no cenário de 1984, a canção conecta memórias da juventude com as ansiedades do presente, sugerindo que a incerteza não é um sinal de declínio, mas uma parte natural da transformação.Assim como o álbum do qual faz parte, Airport Departure Lounge, o single habita o espaço entre os fins e os novos começos. Inspirado no terminal de aeroporto moderno como metáfora para a transição, o álbum examina o que significa buscar conexão, esperança e humanidade enquanto se vive em um mundo que parece estar em movimento permanente.
Impulsionada pela bateria dinâmica de Grant Gerathy e elevada pelos arranjos de guitarra expansivos de Cameron Spike-Porter, “Growing Pains” equilibra a vulnerabilidade emocional com a energia vibrante do indie rock, oferecendo uma perspectiva silenciosamente otimista: talvez o desconforto que sentimos hoje seja a evidência de que ainda estamos crescendo.
Sobre Andy Jans-Brown
Andy Jans-Brown é um artista australiano que atua na música, no cinema, no teatro e nas artes visuais. Conhecido por suas composições emocionalmente honestas e narrativa poética, ele lançou quatro álbuns duplos aclamados — Letting Go! (2012), Sunshine Avenue (2014), Hell Is Light (2018) e Falling (2024) — e compartilhou palcos com artistas como Nick Cave & The Bad Seeds, Phil Jamieson, Portugal. The Man e The Preatures. Seu trabalho multidisciplinar continua a explorar a experiência humana com profundidade, compaixão e alcance cinematográfico.
“Growing Pains”: https://open.spotify.com/intl-pt/album/4zTxp4SIycKJhxBqtqmIap

Música
Banda sergipana Matilda apresenta um rock cru e direto em novo EP “Identidade”
A banda sergipana Matilda apresenta Identidade, seu primeiro EP, um trabalho que marca o início de uma nova fase após anos de atuação nos palcos de Aracaju. Com quatro faixas autorais, o lançamento traduz em estúdio a intensidade que a banda desenvolveu ao vivo, unindo guitarras marcantes, baixo e bateria pulsantes e uma interpretação vocal que conduz as canções com personalidade.
Partindo do rock e dialogando com o hard rock americano e inglês, Identidade revela influências de nomes como Deep Purple e Mr. Big, sem perder a conexão com o rock brasileiro de artistas como Cássia Eller, Pitty e Rita Lee. O resultado é um som direto, cru e enérgico, construído a partir da força de uma formação enxuta, em que cada instrumento ocupa um papel essencial na criação da atmosfera das músicas.
Mais do que definir um estilo, Identidade apresenta um recorte dos temas que atravessam a banda neste momento. As quatro faixas — Caos, Colapso Atemporal, Estou Aqui e Mundos a Mais — percorrem questões ligadas ao excesso, à memória, às escolhas, ao afeto e à reconstrução. Ao longo do EP, a ideia de identidade surge como um processo em constante transformação, moldado pelas experiências, pelos vínculos e pelas responsabilidades que acompanham a vida adulta.
A sequência das músicas acompanha uma trajetória emocional: começa em um cenário de sobrecarga e desorientação, passa pela tentativa de permanecer presente diante do caos e culmina na percepção de que a identidade também se constrói pelo cuidado, pela permanência e pelas escolhas repetidas no cotidiano. Sem recorrer a respostas definitivas, o EP propõe um olhar sobre as mudanças que atravessam quem busca reconhecer a si mesmo em meio às pressões do mundo contemporâneo.
Identidade: https://onerpm.link/423128528291

Música
MAD SNEAKS transforma a dor em libertação e dá voz a talentos alternativos no clipe de “Dirty Blood”
A banda MAD SNEAKS acaba de lançar o videoclipe de “Dirty Blood”, novo trabalho audiovisual que reforça sua identidade dentro do rock alternativo e entrega uma narrativa intensa sobre exclusão, dor e libertação. Com forte influência do grunge e da estética alternativa dos anos 90, “Dirty Blood” nasce em um momento em que uma nova geração têm redescoberto a força desse movimento, buscando menos perfeição, menos filtros e mais verdade. A música fala sobre ser a “maçã podre do cesto”, e sobre aprender a conviver com isso sem culpa. Em vez de buscar aprovação, a canção aborda o processo de auto aceitação e a liberdade de assumir a própria identidade.
No videoclipe, essa proposta ganha forma por meio de imagens carregadas de simbolismo. Personagens mascarados, fogo, sombras e figuras enigmáticas representam conflitos internos, medos e diferentes fragmentos da personalidade de alguém que passou anos tentando corresponder às expectativas externas até finalmente encontrar força para aceitar quem realmente é.
Reforçando a mensagem de “Dirty Blood”, a MAD SNEAKS também decidiu abrir espaço para talentos alternativos reais participarem da produção. Os protagonistas do clipe, Marcelo Bboy e Veronika Prana, foram escolhidos pela própria banda com o objetivo de dar visibilidade a artistas e pessoas que frequentemente enfrentam exclusão por preconceitos, estereótipos ou simplesmente por serem diferentes.
Formada por Agno Dissan, Amaury Johns e Phill Andreas, a MAD SNEAKS vem se consolidando como um dos nomes brasileiros ligados ao atual ressurgimento da cultura grunge e do rock alternativo.
Recentemente, a banda lançou o álbum “Incognito”, releitura em inglês de um trabalho produzido por Jack Endino, figura histórica da cena de Seattle. O disco segue uma proposta incomum para os dias atuais, estando disponível digitalmente apenas no Bandcamp, enquanto suas cópias físicas em CD circulam em tiragem limitada. Com “Dirty Blood”, a MAD SNEAKS entrega mais do que um videoclipe: apresenta um manifesto visual e sonoro para todos aqueles que já foram chamados de diferentes e decidiram transformar essa diferença em força.
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