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O Santuário das Seis Cordas! Conheça Edu Cristófaro, o Maior Colecionador de Guitarras Gibson do Mundo

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Com um acervo de mais de 300 instrumentos raros, o empresário e músico brasileiro subverte a lógica do colecionismo tradicional: em vez de trancá-las em redomas de vidro, ele faz questão de plugar cada uma delas no amplificador e fazer o rock acontecer.

Para entender a magnitude desta história, é preciso primeiro entender o peso de um nome: Gibson. Ao lado da Fender, a Gibson é a marca que praticamente desenhou o som da música ocidental moderna. Quando você ouve os riffs cortantes de Jimmy Page (Led Zeppelin), os solos viscerais de Slash (Guns N’ Roses) ou o peso sombrio de Tony Iommi (Black Sabbath), você está ouvindo uma Gibson. Ter uma dessas guitarras clássicas é o sonho de consumo de 10 entre 10 roqueiros.

Agora, imagine possuir mais de 300 delas. E não estamos falando de modelos de entrada, mas das peças mais raras, exclusivas e cobiçadas do planeta.

Esse é o universo de Edu Cristófaro. Um nome que transita com maestria entre duas dimensões complexas no mundo da música: a do artista que sangra nos palcos e a do curador que preserva a história do instrumento.

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Mais do que Quantidade, um Acervo de Identidade

No mercado de colecionadores de alto padrão, é comum ver milionários comprando instrumentos históricos como meros ativos financeiros, guardados em cofres climatizados. A coleção de Edu, no entanto, é construída sobre uma base muito diferente: a identidade e o Mojo (aquela “magia” intangível que um instrumento clássico possui).

Com uma trajetória consolidada não apenas como empresário do ramo do entretenimento, mas como um exímio guitarrista e compositor, Edu seleciona seu acervo com ouvidos e mãos de quem entende do ofício. Seu amor dialoga diretamente com a raiz da coisa toda: o Blues e o Rock Clássico.

Para o leitor leigo entender a raridade do que estamos falando, o acervo de Cristófaro é recheado de peças de divisões ultra-exclusivas da Gibson Custom Shop. Entre elas, destacam-se duas linhas que são o “Santo Graal” dos guitarristas:

  • Collector’s Choice: Uma linha onde a Gibson rastreia guitarras originais dos anos 1950 (que hoje custam milhões de dólares) pertencentes a lendas do rock ou grandes colecionadores, e recria réplicas exatas, milímetro por milímetro, recriando até mesmo os arranhões e desgastes da pintura original.
  • Murphy Lab: Uma divisão liderada pelo lendário luthier Tom Murphy. Aqui, as guitarras passam por um processo de envelhecimento artificial meticuloso e cientificamente desenvolvido para que um instrumento novo tenha a exata sensação, som e aparência de uma guitarra que passou os últimos 60 anos em turnês esfumaçadas. (Saiba mais sobre o Murphy Lab no site oficial da Gibson).

O “Anti-Museu”: Guitarras Feitas para Gritar

O que realmente eleva o status de Edu Cristófaro internacionalmente, diferenciando-o do perfil clássico do “acumulador”, é a sua filosofia de uso. Para ele, uma guitarra parada é uma obra de arte incompleta.

Contrariando a lógica de curadores que usam luvas brancas para tocar em seus itens, Edu faz questão de plugar e tocar cada uma de suas mais de 300 Gibsons. Seja em suas performances ao vivo, em estúdio ou em seus registros audiovisuais nas redes sociais, essas obras de arte milionárias ganham vida através de seus riffs, solos e composições autorais.

Ao fazer isso, ele não apenas coleciona; ele preserva a função primordial do instrumento. As madeiras vibram, os captadores esquentam e a história da música continua sendo escrita.

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Edu Cristófaro se consolidou não apenas como o maior colecionador de Gibson do mundo, mas como um embaixador não-oficial da cultura da guitarra. Ele nos lembra de uma lição valiosa no rock n’ roll: não importa o quão cara ou rara seja a sua guitarra, ela foi feita para fazer barulho.

Fonte: Heloísa Garcia | Access Mídia
Redação: Diogo Neves, RockMetal desde 2007

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Música

LEELEE Lança EP “Despertar”: Um Grito de Autoafirmação e Punk Rock Recifense

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O EP “Despertar”, da banda recifense LEELEE, amplia sua circulação em território nacional ao reunir singles já lançados e duas músicas inéditas. O trabalho consolida a narrativa de um projeto que simboliza o despertar da mulher para sua auto aceitação, libertação de crenças limitantes e a quebra de padrões para seguir seus sonhos e buscar sua felicidade com plenitude.

O projeto contribui para o fortalecimento da cena autoral nordestina e para o protagonismo feminino no rock, reforçando a ocupação das mulheres em todos os espaços de realização. Com o lema “antes tarde”, LEELEE incentiva que nunca é tarde para começar algo novo, em um grito contra o etarismo, tema sobre o qual a artista possui propriedade para influenciar diretamente um movimento positivo de conquista e vivência.

LEELEE é um projeto autoral recifense de punk rock que nasce do encontro entre vivência, território e urgência criativa. Liderado por uma mulher de 40 anos, o projeto surge como um gesto de afirmação potente em um cenário historicamente atravessado por silenciamentos, unindo o peso do punk rock à sensibilidade de quem carrega memória e desejo de transformação.

Musicalmente, a sonoridade dialoga com o punk rock, pop punk, ska e surf music, com ecos de grunge e atitude hardcore. As canções partem de experiências íntimas e coletivas, abordando temas como liberdade, autoconhecimento, coragem e reconstrução pessoal, criando identificação com mulheres e pessoas que foram levadas a adiar seus sonhos.

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LEELEE recebeu sua primeira indicação a um prêmio nacional com o single “Inconstante”, listado na categoria de Melhor Música Nacional Contemporânea. Representando Recife e a cena independente pernambucana, a artista se posiciona como uma das poucas vozes do Nordeste a alcançar tal reconhecimento, reafirmando a relevância da música independente e da presença feminina no rock.

Despertar:

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Música

IX of Blades Lança Álbum Conceitual de Post-Black Metal “Way of The Midnight Wave”

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IX of Blades, a criação do aclamado autor de horror Curtis M. Lawson, está pronto para lançar seu primeiro álbum completo, “Way of The Midnight Wave”. Este ambicioso álbum conceitual, profundamente inspirado em ciclos de mitos culturais e obras filosóficas como Assim Falou Zaratustra de Friedrich Nietzsche, promete uma jornada profunda através da iluminação, conflito e autodescoberta.

“Way of The Midnight Wave” narra a épica história de Ri Elotha, um herói miltoniano, enquanto ele navega por um caminho de crescimento pessoal, confronta forças tirânicas e, em última instância, enfrenta sua morte. Lawson, renomado na cena do horror independente por seus romances e contos cativantes, combina perfeitamente sua destreza literária com sua visão musical, criando uma narrativa tão intrincada quanto impactante.

O som do álbum é uma fusão única de heavy metal clássico, black metal, doom, post-punk e neo-crust, entregando uma experiência sonora coesa e distintiva. Apesar de sua produção de alto nível, o álbum mantém uma sensibilidade old-school, garantindo uma entrega crua e poderosa. Gravado e produzido no Seraphim Studios por Robb Kavjian (conhecido por seu trabalho com 1476 e Monastery), Kavjian também contribuiu como baterista e baixista de sessão para o projeto.

Sobre IX of Blades: Fundado em 2023, IX of Blades começou como o projeto de um homem só do escritor de horror Curtis M. Lawson (autor de Black Heart Boys’ Choir e Devil’s Night). Após dois EPs e vários singles, o projeto evoluiu para uma formidável banda ao vivo, apresentando ex-membros e membros atuais de The Innsmouth Look e 1476. Evitando uma abordagem ortodoxa ao black metal, IX of Blades mescla vários elementos da música pesada com uma atitude punk rock e o lirismo poético, porém cru, que é uma marca registrada da ficção e poesia de Lawson. A formação ao vivo, estabelecida em 2026, inclui Philip George (The Innsmouth Look) no baixo e Cory Flintoff (ex-membro ao vivo de 1476) na guitarra.

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“Way of The Midnight Wave”: https://ixofblades.bandcamp.com/…/way-of-the-midnight-wave

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Lançamento

Pedro Faissal & o Meiofree mescla rock com tons psicodélicos em novo EP “Intermares”

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A banda paraibana Pedro Faissal & o Meiofree está de volta com seu mais novo EP “INTERMARES”, lançado nesta sexta-feira (16). Mesclando o rock com tons quase psicodélicos, o grupo – fundado em 2007 – adentra um novo momento neste projeto, seu primeiro em cinco anos, e se apresenta para os ouvintes, tanto velhos quanto novos, como uma banda solidificada com muito legado.

Com cinco músicas, sendo quatro delas inéditas e o single “Não Binário”, lançado na semana passada, o novo EP da Pedro Faissal & o Meiofree recebe o nome do bairro que conecta as cidades de João Pessoa e Cabedelo. Carregando esse significado do estar “entre” duas coisas, “INTERMARES” contém a mensagem central de liberdade que a banda traz desde sua formação.

“INTERMARES” conta com as faixas “Não Binário”, “Sim Não”, “Ego”, “Rendido” e “Tudo Que Eu” – composições que refletem desde o cotidiano quanto tópicos mais profundos e políticos. Com seu rock característico, a banda é composta por Pedro Faissal, Kleber Jackson, João Aires, Danilo Pacine e André dos Santos, que também assina a produção musical do novo EP.

Lançado após uma turnê na França e a solidificação dessa formação do grupo, o Meiofree abraça tudo que o representa em “INTERMARES”, abrindo caminho para um novo momento da banda. Nome clássico do cenário paraibano, e de alcance nacional, o grupo reencontra – em “INTERMARES” – aquilo que garante sua perspectiva única.

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Equilibrando-se no “meio livre, meio refém”, como explica o próprio vocalista Pedro Faissal, o novo EP da banda carrega essa realidade: existimos todos entre a liberdade e as coisas que temos que fazer para sobreviver.

“INTERMARES”, homenageando seu nome, também traz em si essa identidade paraibana, da qual a Meiofree se orgulha tanto. Com destaque para o surf, marca registrada de Intermares, o bairro é uma das paixões de Faissal, a banda criou um projeto que representa tudo que os integrantes carregam dentro de si, passando isso agora para os ouvintes.

“INTERMARES” já está disponível em todas as plataformas digitais: https://onerpm.link/188017557527

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