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A Maior do Mundo Chega ao Interior: School of Rock Inaugura Unidade em Rio Preto e Promete Revolucionar o Ensino Musical
Com metodologia baseada na prática de banda e faturamento global milionário, rede internacional aposta no potencial econômico e cultural de São José do Rio Preto para acelerar sua expansão no Brasil em 2026.
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO, SP – O cenário musical do noroeste paulista está prestes a ganhar um reforço de peso global. A School of Rock, reconhecida internacionalmente como a maior rede de escolas de música do mundo, escolheu São José do Rio Preto como o próximo passo estratégico de sua expansão no Brasil neste ano de 2026.
Mais do que uma escola tradicional, a marca traz consigo um modelo de negócio robusto e uma metodologia que inverte a lógica do ensino clássico: aqui, o aluno não estuda para depois tocar; ele toca para aprender.
O Peso da Marca: Números que Fazem Barulho
Para o leitor leigo que associa o nome apenas ao famoso filme estrelado por Jack Black, é preciso entender a dimensão empresarial do projeto. A School of Rock é uma franquia consolidada com operações massivas. No eixo Brasil, Portugal e Espanha, a rede já movimenta um faturamento anual estimado em R$ 100 milhões, atendendo cerca de 10 mil alunos.
A escolha de Rio Preto não foi aleatória. A cidade, que funciona como capital de uma região metropolitana com mais de um milhão de habitantes, é um polo de empreendedorismo e serviços.
“A escolha de São José do Rio Preto faz parte de uma visão estratégica da School of Rock para o crescimento no interior paulista, em cidades que combinam dinamismo econômico, forte presença educacional e um ecossistema empreendedor em plena expansão”, explica Pedro Aranha, diretor de operações da School of Rock Brasil.
Aranha reforça que o município possui o “terreno fértil” ideal para iniciativas de economia criativa, unindo um público consumidor exigente a uma cena cultural que anseia por profissionalização.
A Metodologia: O Que é o “School of Rock Method™”?
Diferente dos conservatórios tradicionais, onde o aluno passa meses ou anos estudando teoria e escalas isoladamente antes de subir em um palco, a School of Rock aplica o conceito de educação musical baseada em performance.
Para os pais e futuros alunos, isso significa que o aprendizado é dinâmico. A metodologia patenteada, o School of Rock Method™, integra aulas individuais com ensaios em grupo desde o início. O objetivo é colocar o estudante no palco, tocando músicas reais, de clássicos do rock a hits contemporâneos.
- Teoria na Prática: A teoria musical é ensinada através das canções.
- Trabalho em Equipe: O foco é a banda. O aluno aprende a ouvir o outro, a ter disciplina e a trabalhar em conjunto.
- Performance: Shows reais em casas de espetáculos locais fazem parte do currículo, combatendo a timidez e criando experiência de palco.
Liderança Jovem e DNA Rio-Pretense
A nova unidade, localizada no bairro nobre da Vila Redentora, ocupará um espaço de 400 m² totalmente dedicado à música. À frente da operação está a jornalista e especialista em marketing Manuella Leite.
Aos 26 anos, a empreendedora rio-pretense personifica a renovação que a marca propõe. Sua missão vai além da gestão administrativa; o objetivo é fomentar uma comunidade.
“A minha expectativa é que a School of Rock se torne um espaço de transformação real para a cidade, um lugar onde as pessoas se descubram, criem vínculos e percebam que a música pode abrir caminhos e gerar impacto muito além do palco”, destaca Manuella.
A chegada da escola também movimenta a cadeia produtiva local, gerando empregos para músicos, professores, recepcionistas e equipe administrativa, além de parcerias com casas de shows e eventos da cidade.
Serviço e Localização
A School of Rock Rio Preto já nasce com a promessa de ser um ponto de encontro para crianças, jovens e adultos que desejam ingressar no mundo da música, seja por hobby ou com aspirações profissionais.
- Local: Bairro Vila Redentora, São José do Rio Preto – SP.
- Foco: Aulas de guitarra, baixo, bateria, teclado e vocal, com ênfase em prática de banda.
- Público: Programas para todas as idades (desde a iniciação musical infantil até programas para adultos).
Para mais informações sobre matrículas e a inauguração, acompanhe os canais oficiais da rede.
Fonte Oficial: Milka Veríssimo / Tudo em Pauta. Adaptação e Contextualização: Equipe RocKMetal. Diogo Neves, RockMetal desde 2007
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Música
Saints of Heartache lança seu primeiro full album “Everything Is Beautiful, And I’m Still Alive”
Saints of Heartache lançou oficialmente seu primeiro álbum completo, Everything Is Beautiful, And I’m Still Alive, uma vibrante coleção de indie pop alternativo que combina riffs de guitarra marcantes, vocais potentes, grooves contagiantes e referências inconfundíveis à música dos anos 80 e 90. O álbum é o trabalho mais colaborativo e expressivo da banda até o momento — um disco construído em torno de memórias, movimento e da percepção de que o tempo pode ser o bem mais valioso que temos.
A inspiração para o álbum surgiu de uma coleção de anotações e desenhos feitos em diários dos anos 90 — fragmentos de noites que atravessaram a madrugada, viagens de carro, amanheceres depois de noites em clubes, caminhos errados, erros da juventude e momentos que só se tornam mais significativos com o passar dos anos. Em vez de simplesmente olhar para o passado, Saints of Heartache utiliza essas memórias como uma lente para compreender o presente.
Everything Is Beautiful, And I’m Still Alive acompanha uma jornada por nostalgia, celebração, amadurecimento e pelo aprendizado de valorizar momentos que um dia pareceram comuns. Cada música leva o ouvinte um pouco mais adiante nesse caminho. Nunca interessada em se limitar a um único gênero, a banda buscou celebrar neste disco toda a diversidade de suas influências. O resultado é uma coleção eclética de músicas indie pop que abraça o rock alternativo, as sensibilidades do pop, as texturas dos anos 80, a nostalgia dos anos 90 e aqueles refrões que pedem para ser ouvidos em alto volume. E, acima de tudo, é um álbum feito para se movimentar.
Sobre Saints of Heartache
Saints of Heartache, anteriormente conhecida como Female President, é formada por Drea Atkins, Jasper Cunningham e Johnny Moss. Orgulhosamente uma família, o trio produz músicas autorais em conjunto desde 2021. A banda transita por diferentes gêneros, combinando sensibilidades pop com hooks indie. Ao longo de sua trajetória, lançou dois EPs, dois singles e agora seu primeiro álbum completo. O trio escreve e grava toda a sua música em seu estúdio caseiro, Start Over Studios. A banda também já trabalhou com profissionais de mixagem e masterização como Catalyst Recording, Carl Saaf Mastering e Jamie King Audio.
Everything Is Beautiful, And I’m Still Alive: https://saintsofheartache.bandcamp.com/album/everything-is-beautiful-and-im-still-alive

Música
Cantor australiano Andy Jans-Brown explora indie rock cinematográfico em “Growing Pains”
O cantor e compositor australiano Andy Jans-Brown revela “Growing Pains”, o quinto single de seu próximo álbum, Airport Departure Lounge. Mesclando um lirismo reflexivo com o indie rock cinematográfico, a faixa medita sobre a incerteza, a mudança e os desafios emocionais de navegar em um mundo cada vez mais complexo.Utilizando a adolescência como metáfora, “Growing Pains” explora a ideia de que o crescimento raramente é confortável.
Situada no cenário de 1984, a canção conecta memórias da juventude com as ansiedades do presente, sugerindo que a incerteza não é um sinal de declínio, mas uma parte natural da transformação.Assim como o álbum do qual faz parte, Airport Departure Lounge, o single habita o espaço entre os fins e os novos começos. Inspirado no terminal de aeroporto moderno como metáfora para a transição, o álbum examina o que significa buscar conexão, esperança e humanidade enquanto se vive em um mundo que parece estar em movimento permanente.
Impulsionada pela bateria dinâmica de Grant Gerathy e elevada pelos arranjos de guitarra expansivos de Cameron Spike-Porter, “Growing Pains” equilibra a vulnerabilidade emocional com a energia vibrante do indie rock, oferecendo uma perspectiva silenciosamente otimista: talvez o desconforto que sentimos hoje seja a evidência de que ainda estamos crescendo.
Sobre Andy Jans-Brown
Andy Jans-Brown é um artista australiano que atua na música, no cinema, no teatro e nas artes visuais. Conhecido por suas composições emocionalmente honestas e narrativa poética, ele lançou quatro álbuns duplos aclamados — Letting Go! (2012), Sunshine Avenue (2014), Hell Is Light (2018) e Falling (2024) — e compartilhou palcos com artistas como Nick Cave & The Bad Seeds, Phil Jamieson, Portugal. The Man e The Preatures. Seu trabalho multidisciplinar continua a explorar a experiência humana com profundidade, compaixão e alcance cinematográfico.
“Growing Pains”: https://open.spotify.com/intl-pt/album/4zTxp4SIycKJhxBqtqmIap

Música
Banda sergipana Matilda apresenta um rock cru e direto em novo EP “Identidade”
A banda sergipana Matilda apresenta Identidade, seu primeiro EP, um trabalho que marca o início de uma nova fase após anos de atuação nos palcos de Aracaju. Com quatro faixas autorais, o lançamento traduz em estúdio a intensidade que a banda desenvolveu ao vivo, unindo guitarras marcantes, baixo e bateria pulsantes e uma interpretação vocal que conduz as canções com personalidade.
Partindo do rock e dialogando com o hard rock americano e inglês, Identidade revela influências de nomes como Deep Purple e Mr. Big, sem perder a conexão com o rock brasileiro de artistas como Cássia Eller, Pitty e Rita Lee. O resultado é um som direto, cru e enérgico, construído a partir da força de uma formação enxuta, em que cada instrumento ocupa um papel essencial na criação da atmosfera das músicas.
Mais do que definir um estilo, Identidade apresenta um recorte dos temas que atravessam a banda neste momento. As quatro faixas — Caos, Colapso Atemporal, Estou Aqui e Mundos a Mais — percorrem questões ligadas ao excesso, à memória, às escolhas, ao afeto e à reconstrução. Ao longo do EP, a ideia de identidade surge como um processo em constante transformação, moldado pelas experiências, pelos vínculos e pelas responsabilidades que acompanham a vida adulta.
A sequência das músicas acompanha uma trajetória emocional: começa em um cenário de sobrecarga e desorientação, passa pela tentativa de permanecer presente diante do caos e culmina na percepção de que a identidade também se constrói pelo cuidado, pela permanência e pelas escolhas repetidas no cotidiano. Sem recorrer a respostas definitivas, o EP propõe um olhar sobre as mudanças que atravessam quem busca reconhecer a si mesmo em meio às pressões do mundo contemporâneo.
Identidade: https://onerpm.link/423128528291

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