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Música

Persecuter expande seus horizontes sonoros em novo álbum ‘Dissonante Harmonia’

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O Persecuter acaba de lançar seu segundo disco, “Dissonante Harmonia”, marcando um novo começo na trajetória da banda. O álbum expande os horizontes do grupo ao unir elementos de Death Metal, Black Metal, Heavy Metal e até influências fora do escopo tradicional do Metal Extremo. Com 12 faixas que transitam entre riffs rápidos, baterias frenéticas e passagens mais cadenciadas com vocais melódicos, o Persecuter reafirma seus novos princípios sonoros e consolida seu nome na cena nacional. A produção foi assinada pela própria banda e gravada em seu home studio, com uma estética propositalmente rústica e suja, remetendo à cultura Heavy Metal dos anos 80. O resultado é um som autêntico, que faz jus ao peso, à velocidade e à atitude do Metal Extremo Brasileiro.

Formada em 2010 por Pitter Carvalho, o Persecuter iniciou sua trajetória com influências de Thrash Metal, lançando o primeiro show em 2011 e o EP “Perfect Life” em 2013. O primeiro álbum, “The Hatred Domains” (2017), consolidou o som agressivo e as letras em inglês. A virada veio em 2018, com o single “O Espelho do Próximo”, quando a banda passou a compor em português e a se firmar como representante do Metal Extremo Brasileiro, com mensagens voltadas à sociedade e à realidade do povo brasileiro. O line-up atual é formado por Pitter Carvalho (voz e guitarra), Marcel Ferreira (baixo) e Elvis Moura (bateria). A banda segue na ativa, com shows agendados para 2026 e em busca de selos para o lançamento físico do novo álbum. Confira a entrevista com a banda sobre o novo lançamento e fase.

“Dissonante Harmonia” marca uma virada na sonoridade da banda. Como surgiu essa nova abordagem musical? O conceito do disco foi solto na verdade, começamos a trazer ideias musicais baseadas no gosto pessoal de cada um dentro e fora do Metal, então o resultado dessa evolução foi um disco abrangente dentro daquilo que nos define como artistas.

A faixa “Segundo Lugar” deu origem ao conceito do álbum. Como essa ideia evoluiu até se tornar o tema central do disco? Essa foi a primeira música escrita, e a letra dela veio num momento de frustração grande com a vida. É a síntese da vida latino americana: só o primeiro lugar importa, independente de quem ajudou o primeiro lugar a ser o primeiro lugar, num mundo onde parece que tudo já foi feito.

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O álbum mistura Death, Black, Heavy Metal, Hardcore e momentos melódicos. Como vocês equilibraram tantas influências sem perder a identidade do Persecuter? Nós definimos o som como Metal Extremo Brasileiro. Curiosamente boa parte do underground entende isso como Death/Black Metal cantado em português, o que não é exatamente o caso, como mostramos no Dissonante Harmonia.

As letras têm um forte tom anti-imperialista e refletem conflitos atuais. Como essas questões moldaram o disco? A cultura do Rock n Roll que começou da década de 40 pra década de 50 teve suas raízes com os negros afro-americanos a margem da sociedade, advindos do Jazz e do Blues principalmente. Na década de 60, o embrião do Heavy Metal nascia da juventude dos operários britânicos, que inconformados com seu estilo de vida, tinham o Rock n Roll como forma de se expressar. Então a cultura Heavy Metal é marginal em sua raíz, pra nós é um dever nos ater a nossa própria realidade e o que a torna ser como é, então a mensagem do que a gente entende como Metal Extremo Brasileiro é a de conscientização sociopolítica a respeito da sociedade marginal e sua problemática.

Vocês produziram o álbum em home studio, com uma estética propositalmente rústica. Por que escolher esse caminho para “Dissonante Harmonia”? O dinheiro, como sempre. Não tem outra forma de explicar isso, dinheiro é tudo e quando não se tem, não se faz, mesmo que você saiba fazer, o capitalismo lhe nega sua subjetivação. Pensamos que se temos dinheiro pra investir em tarefas que já sabemos fazer, então que o investimento seja feito em nós mesmos, DIY, que marca toda a trajetória da banda.

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Música

Wes Krux lança novo single “Golden Hill” e mergulha em reflexões sobre a busca por calma

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Após as reflexões existenciais e atmosféricas de CARO HUMAN e LOGOS, o artista Wes Krux retorna com seu mais novo single, GOLDEN HILL. A faixa é uma obra delicada e cinematográfica, inspirada em sonhos recorrentes e na intrínseca necessidade humana de encontrar serenidade em meio aos excessos da vida contemporânea.

Com uma fusão envolvente de vocais suaves, piano, violão, violino e texturas imersivas, GOLDEN HILL convida os ouvintes a um cenário imaginário onde o tempo desacelera, o pôr do sol é eterno e a paisagem transmite uma rara sensação de acolhimento e paz. Embora carregue uma iconografia quase transcendente, a canção não propõe uma fuga da realidade, mas sim o profundo desejo humano de encontrar o silêncio em meio ao ruído, o calor na frieza do cotidiano e a conexão em tempos marcados pela ansiedade e pela pressa.

Inspirada por um sonho recorrente, GOLDEN HILL se estabelece como uma metáfora para o refúgio emocional que todos buscam – um espaço interior onde o caos perde sua força e a serenidade pode, finalmente, respirar. Em um dia a dia sobrecarregado por informações, inquietação e desconexão emocional, GOLDEN HILL surge como um pequeno santuário sensorial, lembrando-nos da existência de lugares – reais ou imaginados – capazes de nos reconectar com a presença, o silêncio e o pertencimento.

GOLDEN HILL aprofunda o universo artístico de Wes Krux, consolidando sua identidade através de uma estética sensível, cinematográfica e emocionalmente imersiva. A faixa é uma jornada sonora contemplativa que transforma a exaustão emocional da vida moderna em uma paisagem auditiva, combinando vocais gentis, violão acústico, guitarra elétrica, piano e uma rica seção de cordas (incluindo violino, violoncelo e viola), tudo isso em camadas com texturas atmosféricas. O resultado é uma experiência imersiva que busca pertencimento, paz e permanência em meio ao ruído, à pressa e à inquietação da vida cotidiana.

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“Golden Hill”: https://ffm.to/wes-krux-golden-hill

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Lançamento

Please Use Right Excuses transforma a dor da perda em arte no novo single “We Grieve”

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Após explorar questões sociais e políticas em músicas como Election (2017) e Tax (2019), e celebrar a liberdade e a alegria de viver em Ride (2024), a banda Please Use Right Excuses apresenta seu trabalho mais íntimo e emocional até hoje. O novo single, “We Grieve”, chega às plataformas digitais no dia 6 de junho trazendo uma reflexão profunda sobre o luto, especialmente quando a perda envolve uma criança.

Liderada pelo multi-instrumentista Bruno Costa, a banda mergulha em uma sonoridade mais sensível sem abandonar a intensidade que marca sua identidade. A gravação reúne a formação original do grupo, com Junior na bateria e Aracelli no contrabaixo e backing vocals, além da participação especial de um quarteto de cordas com arranjos assinados por Marcos Alex Costa de Souza.

O resultado é uma composição que equilibra delicadeza e peso. O piano assume papel central na construção da atmosfera melancólica da faixa, enquanto guitarras orgânicas, timbres crus e texturas densas mantêm viva a essência alternativa da banda. Ao mesmo tempo, o grupo expande seus horizontes criativos ao incorporar influências de nomes como Arcade Fire e Evanescence, mostrando uma faceta que vai além das referências grunge que marcaram seus trabalhos anteriores.

A carga emocional de We Grieve também está presente na arte de capa do single. Em uma homenagem ao sobrinho de Bruno Costa, que faleceu recentemente, a imagem retrata o quarto da criança, seus últimos brinquedos e uma carta escrita por ele para os avós. Mais do que um elemento visual, a capa funciona como uma extensão da própria música, transformando lembranças pessoais em um registro permanente de afeto e saudade.

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Com We Grieve, a Please Use Right Excuses entrega uma obra marcada pela vulnerabilidade, pela honestidade e pela capacidade da música de dar voz a sentimentos difíceis de expressar. Um lançamento que fala sobre perda, mas também sobre memória, amor e a importância de preservar aqueles que permanecem vivos em nossas lembranças.

“We Grieve”: https://ditto.fm/we-grieve

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Música

LEELEE Lança EP “Despertar”: Um Grito de Autoafirmação e Punk Rock Recifense

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O EP “Despertar”, da banda recifense LEELEE, amplia sua circulação em território nacional ao reunir singles já lançados e duas músicas inéditas. O trabalho consolida a narrativa de um projeto que simboliza o despertar da mulher para sua auto aceitação, libertação de crenças limitantes e a quebra de padrões para seguir seus sonhos e buscar sua felicidade com plenitude.

O projeto contribui para o fortalecimento da cena autoral nordestina e para o protagonismo feminino no rock, reforçando a ocupação das mulheres em todos os espaços de realização. Com o lema “antes tarde”, LEELEE incentiva que nunca é tarde para começar algo novo, em um grito contra o etarismo, tema sobre o qual a artista possui propriedade para influenciar diretamente um movimento positivo de conquista e vivência.

LEELEE é um projeto autoral recifense de punk rock que nasce do encontro entre vivência, território e urgência criativa. Liderado por uma mulher de 40 anos, o projeto surge como um gesto de afirmação potente em um cenário historicamente atravessado por silenciamentos, unindo o peso do punk rock à sensibilidade de quem carrega memória e desejo de transformação.

Musicalmente, a sonoridade dialoga com o punk rock, pop punk, ska e surf music, com ecos de grunge e atitude hardcore. As canções partem de experiências íntimas e coletivas, abordando temas como liberdade, autoconhecimento, coragem e reconstrução pessoal, criando identificação com mulheres e pessoas que foram levadas a adiar seus sonhos.

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LEELEE recebeu sua primeira indicação a um prêmio nacional com o single “Inconstante”, listado na categoria de Melhor Música Nacional Contemporânea. Representando Recife e a cena independente pernambucana, a artista se posiciona como uma das poucas vozes do Nordeste a alcançar tal reconhecimento, reafirmando a relevância da música independente e da presença feminina no rock.

Despertar:

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