Lançamento
Entre riffs sujos e drum machines, MC Karlos, lança novo single “Eu Tenho Pena dos Insetos Que Me Picam”
Após 20 anos de estrada no rock independente do interior do Mato Grosso do Sul, o artista conhecido como MC Karlos apresenta seu novo single: “Eu Tenho Pena dos Insetos Que Me Picam”. A faixa é uma colisão direta entre o rap minimalista e o espírito anárquico do punk/hardcore, misturando distorção, ironia e crítica social em uma sonoridade crua e provocadora.
Com forte influência do rap dos anos 80/90, o som de MC Karlos é construído a partir da fórmula “drum machine + guitarra distorcida + samples”, resultando em batidas secas, versos ácidos e atmosferas lo-fi que fogem dos padrões comerciais. A nova faixa retoma a agressividade estética de bandas punk, agora traduzida em linguagem eletrônica e lírica afiada — uma espécie de rapcore pós-apocalíptico vindo direto do Brasil profundo.
Nos singles anteriores, Karlos já demonstrava o tom do projeto: “Ex-Ser Humano em Atividade” denunciava os impactos mentais do discurso meritocrático neoliberal; “O Rock Morreu (Graças a Deus)” satirizava o declínio da rebeldia no rock como força cultural. Já “Eu Tenho Pena dos Insetos Que Me Picam” resgata o caos e a sujeira do punk nacional, lembrando grupos como Rock Merda, mas adaptado ao universo eletrônico.
Sem fama, sem patrocínio e sem meias palavras, MC Karlos constrói um projeto que é, ao mesmo tempo, uma crítica e uma reinvenção — investindo em outra linguagem sonora, mas carregando a fúria e a frustração acumuladas em duas décadas de cena underground.
Lançamento
Da “Capital dos Tubarões”, Seventy Times Seven Retorna Após Uma Década com Alerta Sobre Saúde Mental
Exatamente neste Dia Mundial do Rock, a banda pernambucana de metalcore quebra um hiato de dez anos com o doloroso e necessário single “17º Andar”, construído a partir de relatos reais de fãs sobre superação e ideação suicida.
Aqui é a redação do RocKMetal! Hoje, 13 de julho, celebramos o Dia Mundial do Rock. Mas as guitarras distorcidas e os vocais rasgados que amamos não servem apenas para a catarse da diversão; eles também são veículos poderosos para tratar as dores mais profundas da nossa sociedade. E é com essa urgência e empatia que a banda pernambucana Seventy Times Seven marca o seu aguardado retorno à cena após quase dez anos de hiato.
Autointitulados como uma banda de metalcore da “capital dos tubarões” (Recife), o grupo acaba de lançar o single “17º Andar” (via selo Se Vira Music). Mais do que uma nova música de trabalho, a faixa funciona como um manifesto brutal e acolhedor sobre enfrentamento da depressão, prevenção ao suicídio e, acima de tudo, sobrevivência.
A Gênese da Música: Entre a Tragédia e a Superação
O peso de “17º Andar” não está apenas na afinação das guitarras, mas em sua origem tristemente real. A canção nasceu a partir de uma experiência traumática vivida pela esposa do vocalista Felipe Luiz, que presenciou o exato momento em que uma jovem tirou a própria vida ao se atirar do 17º andar de um prédio.
A partir desse episódio devastador, Felipe escreveu a faixa e a banda decidiu ir além, abrindo uma convocação nas redes sociais para que os fãs enviassem relatos anônimos ou autorizados sobre sofrimento psicológico e ideações suicidas. A regra de ouro era clara: não compartilhar métodos de autolesão, mas sim experiências de enfrentamento e os caminhos encontrados para seguir em frente.
Foram recebidos mais de 20 depoimentos dolorosos e inspiradores. A gravação final de “17º Andar” incorporou um trecho em áudio de Samuel, de 26 anos, que descreveu o sentimento de ser “puxado para a escuridão”. Outros relatos, transformados em poesia, farão parte da campanha visual de divulgação da música.
Estatísticas que Exigem Atenção
A temática abordada pela banda dialoga com uma realidade alarmante no Brasil. Em um levantamento publicado pelo portal G1 em setembro de 2025, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), com base em dados oficiais do Ministério da Saúde, apontou um crescimento preocupante nos casos de autolesão e tentativas de suicídio entre adolescentes no país.
Como bem destaca a classe médica e científica, o suicídio está intrinsecamente ligado a um processo silencioso de sofrimento psíquico, exigindo que a sociedade (e a arte) perca o medo de debater o assunto e passe a observar mudanças de comportamento e estender a mão.
O Fim do Hiato: A Cena Dividida e o Recomeço
Formada em 2009, a Seventy Times Seven interrompeu suas atividades por volta de 2016. Segundo o vocalista, o hiato foi uma soma de transições da vida pessoal (faculdade, casamento) com o desgaste avassalador causado pela polarização política da época.
Esse ambiente de extrema divisão e intolerância invadiu a cena de metal e hardcore de Pernambuco, com casas de show filtrando contratações com base em posicionamentos e afastando bandas e públicos.
O retorno do grupo quase uma década depois dialoga poeticamente com a própria mensagem do novo single: é sobre atravessar a tempestade, superar as fraturas e escolher a continuidade. O recomeço da Seventy Times Seven é, em si, um ato de resistência.
🎗️ A VIDA EM PRIMEIRO LUGAR (CVV)
Antes de dar o play, a equipe RocKMetal reforça a mensagem da banda: se você ou alguém próximo estiver enfrentando sofrimento emocional, depressão ou pensamentos suicidas, lembre-se de que você não está sozinho.
O Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece atendimento humano, gratuito e sob total sigilo, 24 horas por dia.
- 📞 Ligue: 188 (Ligação gratuita para todo o Brasil)
- 💻 Acesse: cvv.org.br (Atendimento via chat e e-mail)
🎸 SERVIÇO: OUÇA O SINGLE E CONHEÇA A FICHA TÉCNICA
Aumente o volume e prestigie a volta de um dos grandes nomes da cena nordestina.

- Single: 17º Andar
- Selo: Se Vira Music
- 🎵 Ouça o Single no Spotify: 👉 Acessar a faixa na plataforma
- 📱 Acompanhe a banda no Instagram: 👉 @sts.metalcore
Ficha Técnica – “17º Andar”:
- Vocal: Felipe Luiz
- Guitarras: Leandro Mateus e Augusto Monteiro
- Baixo: Rodolpho Malafaia
- Bateria: Thiago Soares
- Letra e Música: Felipe Luiz
- Arranjos: Leandro Mateus, Thiago Soares, Rodolpho Malafaia, Felipe Luiz e Augusto Monteiro
- Captação, Mixagem e Masterização: Hammer Studio
- Produção: Leandro Mateus, Thiago Soares, Rodolpho Malafaia, Felipe Luiz, Augusto Monteiro, Lucas Neri e Hammer Studio
- Capa e Design Gráfico: Leandro Mateus e Lucas Neri
- Fotografia: Lucas Neri
Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal
Crossover
O Grito das Arquibancadas e das Ruas: Conexão Capivara e Black Dihh Fundem Rock e Rap no Hino “O hexa chegou!!!”
Em clima de Copa do Mundo, a banda curitibana une guitarras distorcidas ao flow do hip-hop para celebrar a paixão nacional pelo futebol, a malandragem da várzea e a esperança de todo um país.
Aqui é a redação do RocKMetal! Quando o rock and roll cruza o seu caminho com a cultura das ruas e a paixão nacional pelo futebol, o resultado costuma ser explosivo. O esporte que paralisa o Brasil encontrou uma nova e pesada trilha sonora diretamente da capital paranaense.
Lançado oficialmente no dia 22 de junho, o single “O hexa chegou!!!” marca uma colaboração inédita e incendiária entre a banda curitibana Conexão Capivara e o rapper Black Dihh. A faixa desponta como um verdadeiro hino contemporâneo à cultura urbana e aos apaixonados pelo esporte, unindo o grito engasgado das arquibancadas com a energia inesgotável das periferias.
Preparamos uma análise completa sobre esse lançamento que promete embalar o sonho de milhões de brasileiros através da fusão perfeita entre o peso das guitarras e a poesia afiada do rap.
Crossover Perfeito: O Encontro do Rock com o Flow
Para os amantes da música pesada que não dispensam um bom groove, a faixa brilha justamente pela sua fusão ousada de gêneros. De um lado, temos a atitude contestadora e visceral do rock clássico, impulsionada por guitarras carregadas de distorção e uma cozinha rítmica (baixo e bateria) absolutamente avassaladora. Do outro, a poesia afiada e o flow rítmico característico do hip-hop trazido por Black Dihh.
A costura dessa sonoridade híbrida não soa forçada; ela acontece de forma orgânica através do suingue e do gingado que são essencialmente brasileiros. A união de estilos lembra grandes encontros históricos da música, onde as barreiras entre o rock e o rap caem por terra para dar lugar a uma mensagem direta e cheia de atitude.
A Pátria de Chuteiras e a Resiliência Brasileira
Mais do que uma simples composição temática sobre o esporte, “O hexa chegou!!!” funciona como uma ode à resiliência, à criatividade e à luta diária do povo brasileiro. A letra evoca o saudosismo e a pureza do “sonho de menino” nutrido nos campos de terra batida da várzea, resgatando a clássica mística da “pátria de chuteiras” e a fé inabalável que move os torcedores.
Com rimas inteligentes e contemporâneas, a faixa homenageia a habilidade de craques da nossa seleção, como Neymar e Vini Jr., captando o sentimento de união e a verdadeira catarse coletiva que apenas o futebol é capaz de proporcionar em um país continental como o Brasil.
O refrão, feito sob medida para ser cantado a plenos pulmões, dita o ritmo: “Bate o pé, sobe a voz, que hoje é dele, que hoje é nós”. Os integrantes da Conexão Capivara explicaram o conceito visceral por trás do projeto:
“Queríamos criar algo que mostrasse a força do rock e da nossa cultura urbana juntamente do esporte que nos define. A participação do Black Dihh trouxe a urgência e a verdade das ruas que a música precisava. É rock, é hip-hop, é o Brasil em sua forma mais pura e potente.”
Quem Faz o Barulho: Conheça os Artistas
A Conexão Capivara já é um nome quente na cena curitibana. O grupo transita com muita naturalidade entre o blues, o punk e o hard rock, trazendo fortes influências das décadas de 1970 e 1980. Consolidada após apresentações arrebatadoras para grandes públicos — incluindo uma passagem marcante na edição da Zombie Walk 2026 — e embalada pelo sucesso do EP “Tentaram Nos Derrubar”, a banda agora prepara mini turnês para expandir suas fronteiras e divulgar o novo trabalho.
Do outro lado do microfone, Black Dihh é um nome em plena ascensão no cenário do rap sulista. O artista traz em sua bagagem toda a vivência e a realidade da periferia de Curitiba. Suas produções são conhecidas por apostar em linhas contundentes, rimas de forte impacto social e beats muito bem desenhados, unindo a crueza das ruas com a sofisticação moderna da nova escola do hip-hop.
⚽ SERVIÇO: OUÇA O HINO DO HEXA
O single “O hexa chegou!!!” já está em rotação máxima e disponível em todas as plataformas de áudio, chegando também acompanhado de um videoclipe que transborda a vibração verde e amarela. Prepare a camisa da seleção, aumente o volume e confira:
- Artistas: Conexão Capivara (Feat. Black Dihh)
- Single: O hexa chegou!!!
- Data de Lançamento: 22 de Junho de 2026
- 🎵 Ouça o Single Oficial no Spotify: 👉 Acessar a faixa na plataforma
Conecte-se com a Banda: Siga a Conexão Capivara nas redes sociais para ficar por dentro da agenda de mini turnês e lançamentos do videoclipe.
- Instagram Oficial: 👉 @conexaocapivaraoficial
(Informações via Assessoria de Imprensa – Walter Feldthaus).
Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal
Lançamento
Unholy Harakiri, um dos nomes mais promissores do deathcore nacional, lança o álbum conceitual “Higeki 悲劇”
A Unholy Harakiri, um dos nomes mais promissores do metal extremo nacional, acaba de disponibilizar em todas as plataformas de streaming o seu mais novo trabalho: “Higeki 悲劇” (Tragédia, em japonês). O álbum conceitual marca um amadurecimento profundo da banda, unindo a brutalidade técnica do Deathcore à sofisticação narrativa das artes tradicionais asiáticas.
Dividido em quatro atos, “Higeki 悲劇” é inspirado na estrutura dramática das peças clássicas japonesas, como o teatro Noh e Kabuki. A obra conduz o ouvinte por uma jornada visceral de trauma, sofrimento, devastação e morte. Sonoramente, o álbum é uma fusão poderosa de Deathcore, Metalcore, Downtempo e Nu Metal, tudo envolto em uma atmosfera cinematográfica que amplifica a carga emocional de cada composição.
A escolha do título e da estrutura não é meramente estética. No teatro japonês, o conceito de Jo-ha-kyū (introdução, ruptura e clímax) dita o ritmo das apresentações, uma dinâmica que a Unholy Harakiri transpôs para o metal extremo com maestria . O álbum reflete a “imaginação da catástrofe” recorrente na cultura japonesa, tratando temas densos com a agressividade necessária ao gênero.
Sobre a Unholy Harakiri: Formada em 2020 por Yukio Hara, Rafael Danti e Maikon Campioni, a Unholy Harakiri rapidamente se destacou pela identidade visual marcante e performances energéticas. Após o sucesso do álbum de estreia Ketsuro (2022), a banda consolidou sua presença no underground paulista, apresentando-se em palcos renomados como o La Iglesia. Com o lançamento de “Higeki 悲劇”, o trio reafirma sua posição como uma força inovadora no deathcore moderno, preparando agora a expansão de sua agenda de shows para outros estados brasileiros, levando sua experiência imersiva e carregada de mosh pits a novos públicos.
Higeki 悲劇: https://found.ee/unholyharakiri_higeki

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