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Radar Internacional

Deep Purple Anuncia Show Único em São Paulo Para o Final do Ano

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Com mais de 100 milhões de discos vendidos e sendo o pilar fundamental do Hard Rock, a banda traz sua turnê mundial para o Brasil em dezembro. Entenda por que este pode ser o último grande show de 2026 e o que esperar do setlist.

O ano de 2026 está se provando um dos mais férteis para o público roqueiro no Brasil, mas o calendário guardou uma verdadeira “pedrada” para o encerramento da temporada. A gigante produtora Mercury Concerts acaba de anunciar que o Deep Purple fará uma única e histórica apresentação no Brasil, com data marcada para o dia 5 de dezembro (sábado).

O espetáculo monumental acontecerá em São Paulo, na recém-inaugurada Suhai Music Hall (localizada no Shopping SP Market). E a disputa por lugares será acirrada: a abertura oficial das vendas acontece no dia 7 de maio (quinta-feira), a partir das 10h.

A Arquitetura do Hard Rock

Para o leitor mais jovem ou para os fãs mais novos do Metal, é impossível exagerar a importância do Deep Purple. Eles não são apenas uma banda de sucesso; eles são parte da fundação de tudo o que chamamos de “música pesada” hoje.

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Ao lado de Black Sabbath e Led Zeppelin, o Deep Purple compõe a “Santíssima Trindade” do Hard Rock britânico dos anos 70. Com mais de 100 milhões de álbuns vendidos mundialmente e merecidamente integrados ao Rock and Roll Hall of Fame, o grupo ajudou a definir o uso de teclados virtuosos misturados a guitarras distorcidas e vocais agudos cortantes.

A banda chega ao Brasil impulsionada por sua bem-sucedida turnê mundial. O “time de lendas” que subirá ao palco contará com a inconfundível voz de Ian Gillan, a precisão de Roger Glover no baixo, a máquina rítmica Ian Paice na bateria (o único membro fundador ainda no grupo), a genialidade de Don Airey nos teclados e a vitalidade de Simon McBride na guitarra.

O Que Esperar do Setlist: Do Passado ao “=1”

A organização, sob a tutela da experiente Mercury Concerts — a mesma que há 30 anos realiza shows de gigantes como AC/DC, Black Sabbath e festivais como o Monsters of Rock —, promete uma noite que vai varrer a carreira da banda.

O público pode preparar as cordas vocais, pois o repertório não deixará de lado hinos fundamentais que moldaram o gênero, como a imortal “Smoke on the Water”, a acelerada “Highway Star” e a épica “Perfect Strangers”. Além da catarse nostálgica, o show também trará faixas do mais recente álbum da banda, intitulado “=1”, mostrando que, mesmo após décadas, a banda se recusa a viver apenas do passado.

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Como bem definiu a produtora, esta é “uma oportunidade única para fãs de todas as gerações verem de perto a realeza do rock, celebrando a história do gênero”.


🎸 SERVIÇO: O GUIA DE COMPRA DO DEEP PURPLE EM SP

Este é um daqueles shows com alto risco de sold out (esgotar rapidamente), já que será uma apresentação única no país. Portanto, anote todas as informações para não ficar de fora:

  • O Que: Show da turnê mundial do Deep Purple.
  • Data: 05 de dezembro de 2026 (Sábado).
  • Local: Suhai Music Hall (Shopping SP Market).
  • Endereço: Av. das Nações Unidas, 22540 – Jurubatuba, São Paulo (SP).
  • Cronograma: Abertura das Portas às 19h | Início do Show às 21h.
  • Classificação Etária: 16 anos. (Menores de 16 só entram acompanhados dos pais ou responsáveis legais).

🎫 ABERTURA DE VENDAS E VALORES: Atenção: A venda geral abre no dia 07 de maio de 2026 (quinta-feira), às 10h da manhã pela internet e às 11h nas bilheterias físicas. Limite de 6 ingressos por CPF (máximo de 2 meias-entradas).

  • Pista Premium: R$ 800,00 (Inteira) | R$ 400,00 (Meia).
  • Pista Normal: R$ 460,00 (Inteira) | R$ 230,00 (Meia).
  • Mezanino (Normal): R$ 460,00 (Inteira) | R$ 230,00 (Meia).
  • Mezanino Lateral (Dir./Esq.): R$ 640,00 (Inteira) | R$ 320,00 (Meia).
  • Camarote A: R$ 900,00 (Inteira) | R$ 450,00 (Meia).
  • Camarote B: R$ 860,00 (Inteira) | R$ 430,00 (Meia).
  • Camarote C: R$ 820,00 (Inteira) | R$ 410,00 (Meia).

Onde Comprar:

  • Online: Site oficial da ticketeira 👉 www.eventim.com.br/deep-purple (Parcelamento em até 4x sem juros ou em até 10x com juros).
  • Bilheteria Física (Sem taxa de conveniência): * A partir de 07/05: Bilheteria A do Allianz Parque (Rua Palestra Itália, 200). Funcionamento de terça a sábado, das 10h às 17h.
    • No dia do show (05/12): Suhai Music Hall, a partir das 11h (mediante disponibilidade).

(Informações via Assessoria de Imprensa – Catto Comunicação / Mercury Concerts)

Redação: Diogo Neves, RockMetal desde 2007

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Folk Metal

MØNK Transforma “Fuel” em “Gorivo”, Um Banquete Contra o ‘Pânico Satânico’ na Bulgária

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Em resposta ao desafio global do Metallica, o multi-instrumentista Simeon Stefanov une guitarras pesadas à tradição folclórica para provar que a música extrema também é sinônimo de união, cultura e celebração.

Aqui é a redação do RocKMetal! Quando o Metallica propôs aos seus fãs o desafio online #GetTheReLoadOut, estimulando a reinterpretação criativa de seus grandes clássicos, a internet foi rapidamente inundada por inúmeros covers e versões virtuosas. Contudo, poucos artistas conseguiram subverter a obra original com tanta inteligência, peso e bagagem histórico-cultural quanto o produtor e músico búlgaro Simeon Stefanov, mente criativa por trás do projeto musical MØNK.

O artista acaba de lançar “Gorivo”, uma reinterpretação absurdamente original do hino “Fuel” (faixa de abertura do álbum Reload, de 1997). Mas se engana quem pensa que se trata apenas de mais um cover com guitarras distorcidas. Stefanov transformou a canção estadunidense em um verdadeiro manifesto de exaltação ao folclore búlgaro, em um momento em que o seu país de origem enfrenta uma curiosa e infundada onda de preconceito contra a música pesada.

Preparamos um dossiê completo para você entender a genialidade dessa fusão, os bastidores de um videoclipe que é uma ode à cultura local e a importância de quebrar barreiras musicais em pleno 2026.

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Contra o ‘Pânico Satânico’: O Combustível é a União

Na letra original de James Hetfield, “Fuel” é uma injeção de adrenalina sobre o vício na velocidade, em motores e na gasolina (“Gimme fuel, gimme fire“). Mas Simeon Stefanov trouxe uma brilhante tradução cultural para o conceito.

No vocabulário búlgaro, a palavra “Gorivo” também remete a combustível, mas, na visão do MØNK, o verdadeiro combustível do povo não é a gasolina; são as mesas fartas com comidas tradicionais, as bebidas, a música alegre e a união daqueles que se reúnem para celebrar a vida.

A mensagem carrega um forte caráter social. Atualmente, a mídia búlgara tem flertado com o retorno do ultrapassado “pânico satânico” (um fenômeno sensacionalista de desinformação, comum nos anos 80, que tenta associar indevidamente o heavy metal a cultos e criminalidade). O objetivo de Stefanov com “Gorivo” foi fazer exatamente o oposto: aproximar a música pesada das pessoas comuns e conservadoras, fundindo-a com o que há de mais puro em sua tradição folclórica.

“A ideia se tornou a fundação do videoclipe, que se passa em torno de um banquete tradicional búlgaro ao ar livre. […] O objetivo não era simplesmente jogar instrumentos folk por cima de uma música do Metallica. Eu queria que os dois mundos musicais realmente se encontrassem de forma natural, introduzindo a nossa cultura para os ‘metalheads’ do globo, e quem sabe, apresentar gêneros mais pesados para ouvintes mais conservadores” — relata Simeon Stefanov.

Um Casamento Sonoro Orgânico (e Feito à Mão)

A mágica de “Gorivo” reside na sua execução orgânica. O bumbo duplo, o baixo agressivo e as guitarras cavalares do thrash metal caminham de mãos dadas com a instrumentação típica da música balcânica.

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Para isso, Stefanov convocou um time de músicos tradicionais locais: Plamen Dimitrov comanda o acordeão (trazendo o ritmo e a harmonia festiva), Pavel Boshnyakov rasga o ar com o saxofone e Lazar Benov cuida da percussão típica, criando um groove absolutamente hipnótico.

Vale destacar a impressionante capacidade DIY (Faça Você Mesmo) do projeto: Simeon não só gravou os vocais brilhantes, guitarras, baixo e bateria do zero, como também foi o único responsável pelo arranjo, mixagem, masterização, além de dirigir e editar pessoalmente o videoclipe de altíssima qualidade (com direção de fotografia de Dimitar Minchev).

A recepção tem sido calorosa: o vídeo já acumula milhares de visualizações orgânicas e centenas de compartilhamentos, chamando a atenção pela forma como rompe barreiras geográficas e prova, de uma vez por todas, que a linguagem do heavy metal é universal e adaptável a qualquer cultura rica do planeta.

🔥 SERVIÇO: ASSISTA AO VIDEOCLIPE E CONHEÇA O PROJETO

O choque cultural proposto por “Gorivo” é uma experiência audiovisual imperdível. Sirva-se da cultura búlgara e aperte o play.

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  • Artista: MØNK (Simeon Stefanov)
  • Música: Gorivo (Baseado em “Fuel” do Metallica)
  • 🎥 Assista ao Videoclipe Oficial no YouTube: 👉 Acessar a Produção na Íntegra

Ficha Técnica Principal:

  • Vocais, Guitarras, Baixo e Bateria: Simeon Stefanov (MØNK)
  • Acordeão: Plamen Dimitrov (com Valentin Panev na seção final)
  • Saxofone: Pavel Boshnyakov
  • Percussão Folk: Lazar Benov
  • Mixagem, Masterização, Direção e Edição de Vídeo: Simeon Stefanov
  • Diretor de Fotografia: Dimitar Minchev (Fatboy Film)
  • Elenco Principal: Jessica Rizova (SICA), Steven Mihaylov, Nedjo Mehmedov, Mert Nalbantov e grande elenco.

Acompanhe o MØNK e apoie o artista independente:

  • 📱 Instagram / Redes Sociais: 👉 @monkstefanov
  • 📧 Contato: simeonstefanovmusic@gmail.com

(Informações e materiais promocionais gentilmente cedidos por Simeon Stefanov e MONK CREATIVE LTD).

Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal

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Industrial

Arbeitsgruppe Lobotomie Une Metal, Sátira e Balé Clássico no Single “Das große Beben”

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Diretamente de Munique, na Alemanha, a banda desafia os limites da performance ao colidir a agressividade das guitarras e batidas eletrônicas com a leveza da dança clássica.

Aqui é a redação do RocKMetal! Quando pensamos no som industrial alemão e na Neue Deutsche Härte (a “Nova Dureza Alemã”, subgênero imortalizado no mundo inteiro por gigantes como o Rammstein e o Oomph!), as primeiras imagens que vêm à mente são fogo, engrenagens, guitarras pesadíssimas e uma estética fria e militarizada. No entanto, o coletivo alemão Arbeitsgruppe Lobotomie (em tradução livre, “Grupo de Trabalho Lobotomia”) decidiu subverter absolutamente todas as regras desse jogo.

O quarteto, sediado na cidade de Munique, lançou recentemente o explosivo single e videoclipe “Das große Beben” (O Grande Terremoto), disponibilizado oficialmente em 31 de julho de 2026.

Muito mais do que apenas uma banda de rock eletrônico, o projeto é uma verdadeira colisão frontal entre a música pesada, a arte da performance teatral e a crítica social. Preparamos uma análise completa sobre esse lançamento, para você entender por que o show dos alemães está sendo descrito como um espetáculo que transita entre uma sala de máquinas de fábrica, um palco de teatro clássico e uma pista de dança obscura.

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A Bailarina na Linha de Frente

O grande e genial diferencial do Arbeitsgruppe Lobotomie é a sua identidade visual e de palco. O núcleo duro da banda não é formado apenas por músicos tradicionais. Ao lado de Luna Tick (vocais), Bakunin Eisner (vocais) e Loð Brók (guitarras), encontra-se a figura hipnótica de Regina Ballerina.

Ao contrário do que se poderia pensar, a dançarina clássica não está ali como um mero adereço de palco ou um enfeite de fundo. Ela é uma performer integral. A sua presença transforma o palco no local exato onde as guitarras densas e a música eletrônica implacável colidem com os movimentos graciosos e clássicos do balé.

Essa dicotomia visual cria uma experiência sonora e estética beirando o absurdo — uma representação perfeita da própria sociedade caótica em que vivemos.

Sátira, Peso e a Nova Dureza Alemã

Sonoramente, “Das große Beben” é uma pedrada industrial. A música é impulsionada pela troca dinâmica entre vocais femininos e masculinos, cantando letras afiadas e puramente em alemão. A temática da banda é conhecida por ser altamente crítica às questões sociais, utilizando mudanças de figurinos, adereços e muita ironia teatral para entregar o seu recado. É alto, visualmente marcante e incômodo na medida certa.

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O novo single chega para coroar um ano extremamente produtivo para o grupo. Desde a sua formação na virada da década, a banda construiu uma discografia sólida com os álbuns completos “Ein Spiegel der Gesellschaft” (2021), “Unerhört!” (2023) e “Etikettenschwindel” (2024). Em 2026, eles iniciaram um forte bombardeio de singles, incluindo “München – die schönste Stadt”, “Zeitzecken”, “Minions” e, agora, culminando no lançamento de “Das große Beben”.

O Arbeitsgruppe Lobotomie prova que a música pesada não precisa ser unidimensional. Eles unem sátira afiada, batidas eletrônicas dançantes e a graciosidade imprevisível de uma bailarina para garantir que os fãs vivenciem tudo, exceto um concerto comum.

🩰 SERVIÇO: ASSISTA AO CLIPE E EXPERIMENTE O ABSURDO

Se você é fã da sonoridade industrial alemã e de projetos performáticos que quebram a quarta parede, você precisa adicionar os bávaros do Arbeitsgruppe Lobotomie na sua playlist.

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Acompanhe o coletivo nas Redes Sociais e Contatos:

(Informações via Assessoria de Imprensa do Arbeitsgruppe Lobotomie).

Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal

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Lançamentos

Diamonds and Guns Atinge a Maturidade Sonora com o EP “Degenerate Nonsense”

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Com produção assinada por figurão do Rammstein e Entombed A.D., o quarteto de Estocolmo preenche uma lacuna no rock europeu misturando a crueza do punk com melodias dançantes.

Aqui é a redação do RocKMetal! Quando falamos sobre o cenário musical da Suécia, é impossível não associar o país a uma verdadeira linha de montagem de bandas lendárias de rock e metal (basta lembrarmos de gigantes como The Hellacopters, Ghost, In Flames e Refused). Manter esse legado vivo exige atitude, originalidade e, acima de tudo, não ter medo de soar autêntico. É exatamente preenchendo essa lacuna que o quarteto Diamonds and Guns, de Estocolmo, se apresenta ao mundo com o seu aguardado segundo EP, intitulado “Degenerate Nonsense”.

Com data de lançamento oficial do EP completo marcada para 6 de março, a banda preparou o terreno lançando dois singles explosivos: “Pain and Champagne” (23 de janeiro) e “Backseat Driver” (13 de fevereiro).

Para o leitor que busca entender a identidade do grupo, a imprensa europeia e os fãs já cravaram: eles trazem uma “crueza dançante”. É um rock que flerta com o pop na estrutura dos refrões, mas sem jamais perder a agressividade das guitarras distorcidas. Preparamos um dossiê completo sobre a produção de peso, a história do grupo e o que esperar de cada faixa deste novo registro.

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A Produção: O Peso da Experiência no Estúdio

Para garantir que o novo trabalho soasse massivo, a banda firmou uma parceria de peso com o renomado produtor Tom Van Heesch, figura carimbada na indústria e conhecido por assinar trabalhos de lendas do peso como Rammstein, Entombed A.D., Backyard Babies e Michael Monroe. A presença de Van Heesch ajudou o quarteto a lapidar o que eles chamam de “o verdadeiro som do Diamonds and Guns”: um tom mais maduro e afiado em comparação ao elogiado EP de estreia (“Making Cash For Heartless Crooks”, de 2023).

O processo de gravação (documentado pela banda em um diário de estúdio em vídeo) seguiu o alto padrão da indústria, utilizando diferentes ambientes para captar a melhor acústica de cada instrumento. A bateria foi esmagada no Kapsyl Studio em colaboração com o engenheiro Jugglo. Os instrumentos de corda e os vocais ganharam vida no Momento Studio. Para encorpar os arranjos, pianos e teclados foram gravados pelo veterano Mats Nilsson (ex-KSMB) em seu estúdio particular, enquanto os detalhes finais (os chamados overdubs) foram finalizados no estúdio da própria banda.

O título da obra, “Degenerate Nonsense” (Absurdo Degenerado, em tradução livre), é um reflexo bem-humorado e honesto sobre os percalços e as histórias vividas pela banda ao longo do último ano durante as sessões de gravação.

Faixa a Faixa: Uma Viagem Pelas Seis Músicas do EP

O EP entrega um cardápio sonoro muito rico, passeando por drama, romance e puro hard rock. Abaixo, detalhamos a identidade de cada composição:

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  • 01. Pain and Champagne: O primeiro single escrito para o disco. É um hino punk rock direto ao ponto que fala sobre apostar todas as fichas no lugar errado e encarar a derrota total.
  • 02. Old Songs: Uma pedrada punk com forte apelo nostálgico. A banda a descreve como sua música mais política, carregada de vibrações à la Green Day. A letra aborda a raiva adolescente, o apego ao passado e a necessidade de se defender no mundo.
  • 03. Thieves on Holiday: Aqui, o som ganha contornos de metal com batidas altamente dançantes. É uma romantização irônica do cotidiano de um bandido, sustentada por versos muito rítmicos que desaguam em um refrão grandioso e deliciosamente clichê.
  • 04. Kings and Queens of the Outcast Teens: A canção melancólica do registro, que os membros definem como o momento “emo” do EP, trazendo influências inegáveis das guitarras abertas e melódicas do Foo Fighters. Uma ode à “realeza da noite”.
  • 05. Backseat Driver: Uma música pop, mística e com muito groove. A letra fala sobre juventude, liberdade, preconceitos e a dura percepção de que, às vezes, estamos errados. Sonoramente, a banda confessa um flerte ousado com o ritmo contagiante de artistas como Lady Gaga.
  • 06. Where We Grew Up: O encerramento traz o ouvinte de volta para casa. Uma faixa nostálgica sobre rebeldia e as escolhas da juventude, embalada por uma levada rítmica que remete diretamente à classe do lendário Bruce Springsteen.

A Trajetória e a Nova Formação

Formada no final de 2019, a essência do Diamonds and Guns nasceu de uma forte amizade entre músicos da cena de Estocolmo. O grupo logo chamou a atenção da gravadora Sound Pollution, assinando contrato em 2023. O debute da banda já havia mostrado seu cartão de visitas com uma mixagem lendária feita por Tomas Skogsberg (o arquiteto sonoro por trás do Refused e The Hellacopters).

Atualmente, o grupo é formado por Victor Ekvall (vocal e guitarra), Pontus Rask (guitarra e backing vocals), Thomas Norstedt (bateria) e o recém-chegado Sebastian “Bassebas” Rådberg (baixo e backing vocals), que ingressou no início de 2024 trazendo na bagagem a experiência de bandas como Zombie Space Pirates e The Firestones.

🎸 SERVIÇO: OUÇA, ASSISTA E APOIE O DIAMONDS AND GUNS

O rock and roll europeu continua pulsante e se reinventando. Fique atento às datas de lançamento e acompanhe o trabalho da banda através dos canais oficiais:

  • Banda: Diamonds and Guns (Estocolmo, Suécia)
  • EP: Degenerate Nonsense (6 faixas)
  • Datas de Lançamentos:
    • Pain and Champagne (Single) – Já Disponível
    • Backseat Driver (Single) – Já Disponível
    • Degenerate Nonsense (EP Completo) – Lançamento em 06 de Março

Onde Ouvir e Assistir:

Redes Sociais da Banda:

(Informações e imagens via Assessoria de Imprensa do Diamonds and Guns).

Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal

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