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De Volta às Origens: “A Canção” é o Grito de Rock do Álbum de Estreia de Thiago Carneiro & The Black Sheep

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Diretamente de Brasília, a banda une o peso angustiado dos anos 90 à psicodelia setentista em oito faixas sobre dualidade humana e superação. O álbum chega às plataformas nesta sexta-feira (24).

A fértil cena do rock de Brasília, berço de gigantes que definiram a música brasileira, se prepara para mais um lançamento visceral. A banda Thiago Carneiro & The Black Sheep anuncia a chegada de seu tão aguardado álbum de estreia, “A Canção”. O disco, que estará disponível em todas as plataformas digitais nesta próxima sexta-feira, 24 de outubro de 2025, é mais do que um conjunto de músicas: é a crônica do retorno do vocalista Thiago Carneiro à sua paixão musical após um longo hiato.

O que começou como um projeto solo introspectivo evoluiu para uma banda completa, e o resultado é um álbum de rock autêntico, gravado com sangue nos olhos e o coração na mão, explorando a dualidade humana, a superação de medos e a busca incessante por sonhos.

O Som: Onde os Anos 70 Encontram os Anos 90

Para o leitor que não viveu essas épocas, explicar a sonoridade de “A Canção” é como desenhar uma ponte entre duas eras de ouro do rock. A banda não esconde suas influências, mas as utiliza com maestria para criar uma identidade própria.

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De um lado, temos o Hard Rock clássico dos anos 70. Pense nos riffs monumentais e na estrutura épica de Deep Purple e Led Zeppelin. É o rock em sua forma mais pura: guitarras potentes, linhas de baixo marcantes e uma bateria que dita o ritmo com autoridade.

Do outro lado, a banda mergulha fundo na atmosfera dos anos 90. Aqui, o peso ganha contornos mais sombrios e introspectivos, bebendo da fonte do grunge e do hard rock daquela década. A influência de Alice in Chains é notável nas harmonias vocais e na densidade, enquanto a energia crua de Pearl Jam e Guns N’ Roses aparece na atitude e na entrega.

Para completar essa fusão, a banda ainda adiciona uma camada de psicodelia “pinkfloydiana”. São momentos atmosféricos, onde a música respira e cria paisagens sonoras, permitindo ao ouvinte uma imersão completa – uma característica que fica evidente na faixa instrumental “Moon Night”.

Um Diário de Bordo Sobre a Condição Humana

“A Canção” é, em essência, um álbum conceitual sobre a jornada pessoal de Thiago Carneiro, mas que se conecta universalmente com qualquer um que já enfrentou seus próprios demônios. As oito faixas funcionam como capítulos que exploram a dualidade de luz e trevas que todos carregamos.

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A faixa-título, “A Canção”, que também serve como um dos pilares do disco, é um hino ao poder curativo da música. É sobre como, em meio ao caos, o simples ato de pegar um instrumento pode ser a força motriz para esquecer os problemas e seguir em frente. A música é o resumo perfeito do retorno do próprio Thiago ao seu lugar de fala.

Essa jornada começa com “Bem Vindo ao Meu Mundo”, faixa que abre o disco (e que foi relançada como single da banda) e serve como um convite. Segundo o vocalista, a letra fala sobre a surpresa de conhecer a essência de alguém, com todas as suas qualidades e defeitos, luzes e sombras.

O álbum não foge de temas difíceis. “Pesadelo”, uma composição resgatada da adolescência de Thiago, aborda como o ódio e o rancor não valem a pena. A veia mais pessoal e emocional fica explícita em “A Estrela”, uma balada tocante que fala sobre luto, amor e legado, escrita por Thiago em homenagem ao seu falecido irmão.

Mas o disco também celebra o amor e a esperança. “O Vento” fala sobre deixar o passado para trás e seguir em frente, enquanto “Perto de Mim” é uma balada romântica dedicada à noiva do vocalista. A mensagem de superação é cristalina em “O Tempo”, um chamado para sair da zona de conforto, acreditar em si mesmo e perseguir seus sonhos.

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O Rebanho: Quem São as “Ovelhas Negras”?

Oficializado em abril de 2025, o projeto rapidamente ganhou corpo. O núcleo é formado por Thiago Carneiro (vocais, back-vocal, violão de aço e guitarra solo), que empresta sua história e composições ao trabalho.

Para dar vida a essa sonoridade complexa, ele se cercou de um time de músicos talentosos que gravaram o álbum: Renato Nicolau (guitarra base e gaita), Márcio Santos (contrabaixo), Claurio Neves (back-vocal e contrabaixo), Rafael Maranhão (contrabaixo e bateria) e Felipe Karlos (bateria).

A banda já vem conquistando seu espaço na mídia especializada, com os singles “Bem Vindo ao Meu Mundo” e “Pesadelo” circulando e uma participação recente no podcast Neo Rock Brasil, solidificando seu nome como uma das promessas do rock nacional para ficar de olho.

“A Canção” é um álbum de estreia que soa como um trabalho maduro, de quem viveu o suficiente para ter o que dizer e que redescobriu na música a sua voz mais potente.

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Ouça e Siga Thiago Carneiro & The Black Sheep

Não perca o lançamento nesta sexta-feira (24) e acompanhe a jornada da banda:

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Tanque de Tubarões Mariana Camelo Lança Novo Single Com Crítica Feroz à Cena Independente

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Em parceria com o guitarrista Luiz Skova (Alternative Way), a cantora entrega uma faixa pesada sobre as disputas de ego, a vulnerabilidade feminina e a toxicidade dos bastidores da indústria musical.

Aqui é a redação do RocKMetal! A caminhada na cena musical independente brasileira nunca foi fácil, especialmente para as mulheres que ousam erguer a voz e disputar espaço em um ambiente de bastidores que ainda é majoritariamente masculino e, muitas vezes, hostil. É transformando as cicatrizes dessa dura realidade em combustível sonoro que a cantora Mariana Camelo acaba de lançar o seu mais novo single, o contundente “Tanque de tubarões”.

A faixa, que conta com a participação especialíssima do guitarrista Luiz Skova (líder da banda Alternative Way), marca o início de uma nova e amadurecida fase na carreira da artista, que já possui uma sólida bagagem na cena com trabalhos como o disco “Contradição e outras estórias” (2012) e os EPs “Fragmentos” (2018), “Baile das Águas” (2022) e o recente “Céu de Marfim” (2025).

Preparamos uma análise sobre os bastidores desse lançamento que promete fazer muito barulho e gerar reflexões necessárias no underground.

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Sonoridade Pesada e Crítica Direta

Musicalmente, “Tanque de Tubarões” é um soco direto no estômago. A canção transita com muita naturalidade e energia pelas fronteiras do pop-punk, do rock alternativo e do hard rock. Essa cama sonora agressiva serve perfeitamente para embalar uma abordagem lírica crua, repleta de metáforas sobre a competitividade predatória e a disputa sangrenta por espaços na cena musical independente.

Segundo a própria cantora, a maturidade adquirida ao longo de sua trajetória cobrou um preço alto, mas ensinou sobre a urgência de preservar a própria imagem. Mariana relata ter sofrido na pele as consequências de expor sua vulnerabilidade para pessoas erradas nos bastidores da música:

“Nunca tive vergonha de colocar minha vulnerabilidade para jogo, porém isso me trouxe sérias consequências. Chegaram a inventar fake news sobre minha pessoa, e tive que entrar na justiça por conta disso. Precisei passar por muita dor de cabeça para entender que não se deve confiar em qualquer pessoa, nem mesmo na própria sombra”, desabafa a artista.

A Força da Produção Independente

Para garantir que essa mensagem soasse o mais verdadeira e orgânica possível, a produção não poupou qualidade. O trabalho é fruto de uma forte parceria de Mariana Camelo com a produtora independente Dark House Produções, sob a batuta de Fernanda Freitas e Guto Mota, que assinam toda a produção artística, fonográfica e audiovisual do projeto.

As gravações ocorreram nos estúdios Sound Horizon e Mercearia, ganhando vida através de um time de instrumentistas de altíssimo nível: Daniel Moscardini na bateria, Pedro Gheventer no baixo e, claro, os riffs rasgados e solos de guitarra incendiários de Luiz Skova. O resultado sonoro é exatamente o que a letra pede: uma canção impactante, sem medo de ousar e transbordando verdade.

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🎸 SERVIÇO: MERGULHE NO TANQUE DE TUBARÕES

Não perca a chance de conferir esse grande lançamento e apoiar o rock independente feito por mulheres no Brasil.

Compartilhe essa novidade, adicione a faixa à sua playlist de rock nacional e apoie os artistas independentes!

Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal

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Agonia lança o novo single “Rocha Eterna” e reafirma sua identidade no metalcore

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A Agonia lança “Rocha Eterna”, seu novo single, reafirmando a identidade construída desde a estreia: metalcore moderno, intenso e carregado de emoção. Com riffs marcantes, breakdowns pesados e uma atmosfera densa, a faixa aborda a busca por firmeza em meio ao caos, retratando a resistência diante das dificuldades e a força encontrada para seguir em frente.

Formada em Minas Gerais e liderada por Siloé Claus (vocais e guitarra), a Agonia Metalcore une experiência de mais de duas décadas na música com uma sonoridade que dialoga com o metalcore contemporâneo. Ao lado de Johnes Drummond (bateria) e Cláudio Vitor (baixo), a banda constrói um som que equilibra agressividade, melodia e intensidade emocional.

Depois da boa recepção de “Teu Espírito”, primeiro lançamento da banda, “Rocha Eterna” amplia essa proposta artística ao apresentar uma composição mais madura e impactante. Inspirada na ideia de permanecer firme mesmo quando tudo parece desmoronar, a música convida o ouvinte a refletir sobre resiliência, confiança e perseverança. Sua principal referência espiritual aparece de forma sutil na metáfora da rocha como símbolo de estabilidade.

A produção destaca guitarras pesadas, refrões marcantes e uma dinâmica que alterna momentos de tensão e explosão, criando uma experiência sonora intensa do início ao fim. A faixa reforça a proposta da Agonia Metalcore de transformar emoções profundas em músicas que dialogam tanto com o público do metal quanto com quem busca letras que tragam significado.

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O videoclipe oficial de “Rocha Eterna” já está em fase de produção e será lançado em breve, expandindo visualmente a força e a atmosfera da nova canção.

Com novos singles em desenvolvimento e uma crescente presença nas plataformas digitais, a Agonia Metalcore segue consolidando seu espaço na cena do metal nacional, apostando em produções de qualidade e em uma identidade artística autêntica, onde peso, emoção e propósito caminham juntos.

“Rocha Eterna”: https://open.spotify.com/intl-pt/album/3ZP7SRcg1HriD31d4nVKpQ

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Da “Capital dos Tubarões”, Seventy Times Seven Retorna Após Uma Década com Alerta Sobre Saúde Mental

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Exatamente neste Dia Mundial do Rock, a banda pernambucana de metalcore quebra um hiato de dez anos com o doloroso e necessário single “17º Andar”, construído a partir de relatos reais de fãs sobre superação e ideação suicida.

Aqui é a redação do RocKMetal! Hoje, 13 de julho, celebramos o Dia Mundial do Rock. Mas as guitarras distorcidas e os vocais rasgados que amamos não servem apenas para a catarse da diversão; eles também são veículos poderosos para tratar as dores mais profundas da nossa sociedade. E é com essa urgência e empatia que a banda pernambucana Seventy Times Seven marca o seu aguardado retorno à cena após quase dez anos de hiato.

Autointitulados como uma banda de metalcore da “capital dos tubarões” (Recife), o grupo acaba de lançar o single “17º Andar” (via selo Se Vira Music). Mais do que uma nova música de trabalho, a faixa funciona como um manifesto brutal e acolhedor sobre enfrentamento da depressão, prevenção ao suicídio e, acima de tudo, sobrevivência.

A Gênese da Música: Entre a Tragédia e a Superação

O peso de “17º Andar” não está apenas na afinação das guitarras, mas em sua origem tristemente real. A canção nasceu a partir de uma experiência traumática vivida pela esposa do vocalista Felipe Luiz, que presenciou o exato momento em que uma jovem tirou a própria vida ao se atirar do 17º andar de um prédio.

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A partir desse episódio devastador, Felipe escreveu a faixa e a banda decidiu ir além, abrindo uma convocação nas redes sociais para que os fãs enviassem relatos anônimos ou autorizados sobre sofrimento psicológico e ideações suicidas. A regra de ouro era clara: não compartilhar métodos de autolesão, mas sim experiências de enfrentamento e os caminhos encontrados para seguir em frente.

Foram recebidos mais de 20 depoimentos dolorosos e inspiradores. A gravação final de “17º Andar” incorporou um trecho em áudio de Samuel, de 26 anos, que descreveu o sentimento de ser “puxado para a escuridão”. Outros relatos, transformados em poesia, farão parte da campanha visual de divulgação da música.

Estatísticas que Exigem Atenção

A temática abordada pela banda dialoga com uma realidade alarmante no Brasil. Em um levantamento publicado pelo portal G1 em setembro de 2025, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), com base em dados oficiais do Ministério da Saúde, apontou um crescimento preocupante nos casos de autolesão e tentativas de suicídio entre adolescentes no país.

Como bem destaca a classe médica e científica, o suicídio está intrinsecamente ligado a um processo silencioso de sofrimento psíquico, exigindo que a sociedade (e a arte) perca o medo de debater o assunto e passe a observar mudanças de comportamento e estender a mão.

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O Fim do Hiato: A Cena Dividida e o Recomeço

Formada em 2009, a Seventy Times Seven interrompeu suas atividades por volta de 2016. Segundo o vocalista, o hiato foi uma soma de transições da vida pessoal (faculdade, casamento) com o desgaste avassalador causado pela polarização política da época.

Esse ambiente de extrema divisão e intolerância invadiu a cena de metal e hardcore de Pernambuco, com casas de show filtrando contratações com base em posicionamentos e afastando bandas e públicos.

O retorno do grupo quase uma década depois dialoga poeticamente com a própria mensagem do novo single: é sobre atravessar a tempestade, superar as fraturas e escolher a continuidade. O recomeço da Seventy Times Seven é, em si, um ato de resistência.

🎗️ A VIDA EM PRIMEIRO LUGAR (CVV)

Antes de dar o play, a equipe RocKMetal reforça a mensagem da banda: se você ou alguém próximo estiver enfrentando sofrimento emocional, depressão ou pensamentos suicidas, lembre-se de que você não está sozinho.

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O Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece atendimento humano, gratuito e sob total sigilo, 24 horas por dia.

  • 📞 Ligue: 188 (Ligação gratuita para todo o Brasil)
  • 💻 Acesse: cvv.org.br (Atendimento via chat e e-mail)

🎸 SERVIÇO: OUÇA O SINGLE E CONHEÇA A FICHA TÉCNICA

Aumente o volume e prestigie a volta de um dos grandes nomes da cena nordestina.

Ficha Técnica – “17º Andar”:

  • Vocal: Felipe Luiz
  • Guitarras: Leandro Mateus e Augusto Monteiro
  • Baixo: Rodolpho Malafaia
  • Bateria: Thiago Soares
  • Letra e Música: Felipe Luiz
  • Arranjos: Leandro Mateus, Thiago Soares, Rodolpho Malafaia, Felipe Luiz e Augusto Monteiro
  • Captação, Mixagem e Masterização: Hammer Studio
  • Produção: Leandro Mateus, Thiago Soares, Rodolpho Malafaia, Felipe Luiz, Augusto Monteiro, Lucas Neri e Hammer Studio
  • Capa e Design Gráfico: Leandro Mateus e Lucas Neri
  • Fotografia: Lucas Neri

Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal

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