Radar Nacional
Horse Power Resgata a Fúria do Rock no Álbum “Ao Vivo na Praça Marechal Deodoro – Taquara/RS 2005”
A banda gaúcha abre seu baú histórico e disponibiliza nas plataformas digitais um registro cru, elétrico e sem filtros de uma apresentação que captura a verdadeira essência da música feita no palco e para o povo.
Aqui é a redação do RocKMetal! Quando falamos sobre a história do rock nacional, é impossível não olhar com profundo respeito para o estado do Rio Grande do Sul. O celeiro gaúcho sempre foi famoso por exportar bandas com uma atitude inconfundível, letras afiadas e guitarras que não pedem licença para fazer barulho. E é exatamente bebendo dessa fonte vital que a banda Horse Power, natural da cidade de Taquara (RS), acaba de entregar aos fãs um verdadeiro presente em forma de cápsula do tempo.
O grupo acaba de lançar oficialmente em todas as plataformas de streaming o seu mais novo material fonográfico: o álbum “Ao Vivo na Praça Marechal Deodoro – Taquara/RS 2005”.
Como o próprio nome já entrega, o disco não é um lançamento de estúdio engessado e perfeitamente polido. Trata-se do resgate de um momento muito especial e visceral da trajetória da banda, capturando a energia exata de um show a céu aberto ocorrido há mais de duas décadas. Preparamos uma análise sobre a importância desse tipo de lançamento para a cena independente.
O Palco Como Habitat Natural: Rock Sem Filtros
Para o leitor que está acostumado com as superproduções modernas — onde cada nota é corrigida por computadores e a bateria soa matematicamente perfeita —, ouvir um disco ao vivo gravado em 2005 no interior do Rio Grande do Sul é uma experiência revigorante.
O grande trunfo do álbum da Horse Power é a sua crueza. O registro captura o espírito do verdadeiro rock’n’roll, aquele que é feito no calor do momento, no suor do palco e no contato visual direto com o público. Não há truques de edição, maquiagem sonora ou filtros de estúdio; o que o ouvinte recebe é a performance nua e crua de músicos que entendem que a atitude e a emoção valem muito mais do que a perfeição técnica estéril.
A escolha do local também carrega um peso simbólico gigantesco. Apresentar-se em uma praça pública (a Praça Marechal Deodoro, coração de Taquara) é a forma mais democrática e autêntica de se fazer rock. É o som ecoando livremente, atingindo desde o fã que foi lá especificamente para bater cabeça até o pedestre desavisado que acaba sendo fisgado pelo peso das guitarras.
O Resgate Histórico e a Geração 2000
Disponibilizar esse material em 2026 é um movimento muito inteligente da Horse Power. O ano de 2005 foi um período de efervescência para o rock independente no Brasil, uma época em que o underground fervia com shows lotados, festivais regionais e muita troca de energia física antes da dominação absoluta das redes sociais.
O álbum funciona como um documento histórico. Ele permite que os fãs mais antigos da região revivam a nostalgia daquela tarde/noite na praça, ao mesmo tempo em que apresenta para a nova geração de roqueiros como era a pegada, a força e o entrosamento de uma banda “dando o sangue” ao vivo naquela década. É o som de amplificadores trabalhando no limite e de uma banda conectada pela mesma frequência elétrica.

🎸 SERVIÇO: APERTE O PLAY E SINTA A ENERGIA
Se você é fã de rock direto, guitarras altas e daquela atmosfera de show ao vivo que faz você se sentir na grade do palco, não deixe de conferir esse lançamento.
- Artista: Horse Power
- Álbum: Ao Vivo na Praça Marechal Deodoro – Taquara/RS 2005
- Gênero: Rock’n’roll / Rock Gaúcho
- Disponibilidade: Já liberado em todas as plataformas digitais.
- 🎵 Ouça o álbum completo no Spotify: 👉 Acessar a Página Oficial da Banda e Ouvir o Disco
🎵 Ouça o álbum completo no YouTube: 👉 Acessar a Página Oficial da Banda e Ouvir o Disco
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Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal
Folk
Renata Cassimiro Lança “Meu Cais”, Misturando Folk, Country e Pop Rock
A cantora mineira apresenta o segundo single do EP “Substância”, entregando uma reflexão universal sobre pertencimento, escolhas e o amadurecimento de suas composições.
Aqui é a redação do RocKMetal! Quando o rock se encontra com a música de raiz e as melodias do campo, o resultado costuma ser uma viagem sonora reconfortante. É apostando nessa fusão orgânica que a cantora e compositora mineira Renata Cassimiro se prepara para lançar o seu mais novo single, “Meu Cais”, que chega às plataformas digitais no dia 30 de julho de 2026.
A faixa é o segundo lançamento oficial do aguardado EP autoral Substância e mostra uma faceta muito madura e introspectiva da artista. Preparamos um apanhado sobre o que esperar dessa nova aposta da cena independente mineira.
A Sonoridade: Violões, Guitarras e a Brisa do Folk
Fugindo das produções excessivamente eletrônicas que dominam as paradas, “Meu Cais” é uma ode à música tocada com as mãos. A canção bebe diretamente das fontes do country rock, do folk e do pop rock, entregando um arranjo onde a bateria dita o ritmo da viagem, enquanto os violões e as guitarras constroem a cama melódica perfeita para a voz da cantora.
É o tipo de sonoridade estradeira que convida o ouvinte a abaixar os vidros do carro e apenas sentir a música fluir, com uma pegada nostálgica, mas com produção contemporânea.
A Mensagem: Onde Fica a Sua Casa?
O lirismo de “Meu Cais” é, sem dúvida, o seu ponto mais alto. A música nasceu há anos, mas foi recentemente revisitada pela compositora, ganhando novos versos e melodias que acompanharam o seu próprio processo de amadurecimento como mulher e artista.
A letra reflete sobre um dilema humano constante: o desejo ardente de explorar novos caminhos e ganhar o mundo, contrastando com a necessidade vital de ter um “porto seguro” para onde voltar. Embora parta de uma experiência íntima e pessoal de Renata, a canção atinge um tema absolutamente universal. Afinal, todos nós estamos em uma busca constante por um lugar — ou por alguém — que nos faça sentir verdadeiramente em casa.
O EP “Substância” e a Produção em Minas Gerais
O novo single é uma das peças-chave do EP Substância, um projeto 100% autoral composto por quatro canções inéditas escritas por Renata Cassimiro.
Para garantir que o peso e a sensibilidade das composições fossem captados com precisão, o trabalho de produção, mixagem e masterização ficou a cargo de Fred Carvalho. As gravações foram realizadas no estúdio Rockestra Records, localizado na cidade de Sete Lagoas, no coração de Minas Gerais.

🎸 SERVIÇO: PREPARE-SE PARA O LANÇAMENTO
Fique de olho na agenda e não perca a chance de adicionar mais esse talento do rock e folk nacional na sua playlist.
- Artista: Renata Cassimiro (MG)
- Single: Meu Cais (Extraído do EP Substância)
- Data de Lançamento: 30 de Julho de 2026
- Onde Ouvir: Disponível em todas as plataformas digitais de áudio (Spotify, Deezer, Apple Music, etc.).
- 🎥 Visualizer: O lançamento também será acompanhado pela estreia de um visualizer oficial no canal da artista no YouTube.
Apoie a música independente: faça o pre-save da faixa, siga a artista nas redes sociais e compartilhe a arte nacional!
Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal
Lançamento
Da “Capital dos Tubarões”, Seventy Times Seven Retorna Após Uma Década com Alerta Sobre Saúde Mental
Exatamente neste Dia Mundial do Rock, a banda pernambucana de metalcore quebra um hiato de dez anos com o doloroso e necessário single “17º Andar”, construído a partir de relatos reais de fãs sobre superação e ideação suicida.
Aqui é a redação do RocKMetal! Hoje, 13 de julho, celebramos o Dia Mundial do Rock. Mas as guitarras distorcidas e os vocais rasgados que amamos não servem apenas para a catarse da diversão; eles também são veículos poderosos para tratar as dores mais profundas da nossa sociedade. E é com essa urgência e empatia que a banda pernambucana Seventy Times Seven marca o seu aguardado retorno à cena após quase dez anos de hiato.
Autointitulados como uma banda de metalcore da “capital dos tubarões” (Recife), o grupo acaba de lançar o single “17º Andar” (via selo Se Vira Music). Mais do que uma nova música de trabalho, a faixa funciona como um manifesto brutal e acolhedor sobre enfrentamento da depressão, prevenção ao suicídio e, acima de tudo, sobrevivência.
A Gênese da Música: Entre a Tragédia e a Superação
O peso de “17º Andar” não está apenas na afinação das guitarras, mas em sua origem tristemente real. A canção nasceu a partir de uma experiência traumática vivida pela esposa do vocalista Felipe Luiz, que presenciou o exato momento em que uma jovem tirou a própria vida ao se atirar do 17º andar de um prédio.
A partir desse episódio devastador, Felipe escreveu a faixa e a banda decidiu ir além, abrindo uma convocação nas redes sociais para que os fãs enviassem relatos anônimos ou autorizados sobre sofrimento psicológico e ideações suicidas. A regra de ouro era clara: não compartilhar métodos de autolesão, mas sim experiências de enfrentamento e os caminhos encontrados para seguir em frente.
Foram recebidos mais de 20 depoimentos dolorosos e inspiradores. A gravação final de “17º Andar” incorporou um trecho em áudio de Samuel, de 26 anos, que descreveu o sentimento de ser “puxado para a escuridão”. Outros relatos, transformados em poesia, farão parte da campanha visual de divulgação da música.
Estatísticas que Exigem Atenção
A temática abordada pela banda dialoga com uma realidade alarmante no Brasil. Em um levantamento publicado pelo portal G1 em setembro de 2025, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), com base em dados oficiais do Ministério da Saúde, apontou um crescimento preocupante nos casos de autolesão e tentativas de suicídio entre adolescentes no país.
Como bem destaca a classe médica e científica, o suicídio está intrinsecamente ligado a um processo silencioso de sofrimento psíquico, exigindo que a sociedade (e a arte) perca o medo de debater o assunto e passe a observar mudanças de comportamento e estender a mão.
O Fim do Hiato: A Cena Dividida e o Recomeço
Formada em 2009, a Seventy Times Seven interrompeu suas atividades por volta de 2016. Segundo o vocalista, o hiato foi uma soma de transições da vida pessoal (faculdade, casamento) com o desgaste avassalador causado pela polarização política da época.
Esse ambiente de extrema divisão e intolerância invadiu a cena de metal e hardcore de Pernambuco, com casas de show filtrando contratações com base em posicionamentos e afastando bandas e públicos.
O retorno do grupo quase uma década depois dialoga poeticamente com a própria mensagem do novo single: é sobre atravessar a tempestade, superar as fraturas e escolher a continuidade. O recomeço da Seventy Times Seven é, em si, um ato de resistência.
🎗️ A VIDA EM PRIMEIRO LUGAR (CVV)
Antes de dar o play, a equipe RocKMetal reforça a mensagem da banda: se você ou alguém próximo estiver enfrentando sofrimento emocional, depressão ou pensamentos suicidas, lembre-se de que você não está sozinho.
O Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece atendimento humano, gratuito e sob total sigilo, 24 horas por dia.
- 📞 Ligue: 188 (Ligação gratuita para todo o Brasil)
- 💻 Acesse: cvv.org.br (Atendimento via chat e e-mail)
🎸 SERVIÇO: OUÇA O SINGLE E CONHEÇA A FICHA TÉCNICA
Aumente o volume e prestigie a volta de um dos grandes nomes da cena nordestina.

- Single: 17º Andar
- Selo: Se Vira Music
- 🎵 Ouça o Single no Spotify: 👉 Acessar a faixa na plataforma
- 📱 Acompanhe a banda no Instagram: 👉 @sts.metalcore
Ficha Técnica – “17º Andar”:
- Vocal: Felipe Luiz
- Guitarras: Leandro Mateus e Augusto Monteiro
- Baixo: Rodolpho Malafaia
- Bateria: Thiago Soares
- Letra e Música: Felipe Luiz
- Arranjos: Leandro Mateus, Thiago Soares, Rodolpho Malafaia, Felipe Luiz e Augusto Monteiro
- Captação, Mixagem e Masterização: Hammer Studio
- Produção: Leandro Mateus, Thiago Soares, Rodolpho Malafaia, Felipe Luiz, Augusto Monteiro, Lucas Neri e Hammer Studio
- Capa e Design Gráfico: Leandro Mateus e Lucas Neri
- Fotografia: Lucas Neri
Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal
Pop Rock
Vinho Tinto, Madrugadas e Rock Nacional: Christopher Echevenguá Resgata a Essência da Adolescência em Novo Single
Composição autoral captura a alma das noites roqueiras nas ruas das cidades e funciona como uma verdadeira máquina do tempo para quem cresceu com um violão na mão.
Aqui é a redação do RocKMetal! Quem nunca passou madrugadas a fio sentado em uma calçada, em uma praça ou na esquina de casa com os amigos, compartilhando um violão surrado, garrafas de vinho e deixando os clássicos do rock nacional ecoarem pelo bairro até o amanhecer? Essa é uma memória praticamente universal e um rito de passagem obrigatório para qualquer fã de música no Brasil.
É exatamente para resgatar essa atmosfera carregada de saudosismo, amizade e rebeldia juvenil que o compositor e músico Christopher Echevenguá acaba de lançar o seu mais novo single, sugestivamente batizado de “Vinho tinto e Legião”.
A faixa chega às plataformas de streaming como uma crônica musical sensível e honesta, pintando um retrato fiel das noites boêmias que forjaram o caráter de toda uma geração de roqueiros.
A Trilha Sonora de Nossas Memórias
O título da canção por si só já entrega a sua força poética. No Brasil, “Vinho Tinto” e “Legião Urbana” formam uma das combinações mais sagradas da juventude. Renato Russo e companhia foram (e continuam sendo) os porta-vozes das angústias, dos amores e dos questionamentos adolescentes, sendo presença obrigatória em qualquer roda de violão que se preze.
Christopher Echevenguá utiliza essa iconografia clássica como pano de fundo para a sua composição. A inspiração, segundo o próprio artista, veio de um mergulho direto em suas próprias memórias da adolescência. A letra relata de forma brilhante e observadora as noites dos jovens roqueiros pelas ruas da cidade — um tempo onde a maior riqueza era ter tempo livre, boas companhias e alguns acordes na ponta dos dedos.
A sonoridade da música caminha lado a lado com a letra, entregando uma vibração melancólica, porém reconfortante. É aquele tipo de pop rock autoral que soa familiar logo na primeira audição, abraçando o ouvinte e convidando-o a fechar os olhos para relembrar os próprios momentos de juventude vividos no asfalto frio da sua cidade natal.
A Força do Compositor Independente
Lançamentos como o de Christopher provam que a alma do rock e da música urbana não reside apenas nas grandes produções de arena ou em super estúdios, mas sim na capacidade de contar histórias com as quais as pessoas consigam se identificar genuinamente.
“Vinho tinto e Legião” é uma declaração de amor não apenas a uma fase específica da vida, mas ao poder invisível que a música tem de conectar pessoas desconhecidas em uma esquina qualquer. É um brinde à liberdade, à poesia das ruas e aos ecos de um violão que, mesmo depois de anos, nunca deixam de ressoar em nossa mente.
🎸 SERVIÇO: APERTE O PLAY E VIVA A NOSTALGIA
Se você já perdeu a noção da hora cantando sucessos do rock nacional em uma roda de amigos, essa música foi escrita para você. Separe os fones de ouvido (ou a sua própria taça de vinho) e confira o single nos links oficiais:
- Artista / Compositor: Christopher Echevenguá
- Single: Vinho tinto e Legião
- 🎵 Ouça no Spotify: 👉 Acessar a faixa na plataforma
- 🎥 Ouça no YouTube Music: 👉 Acessar o áudio oficial no YouTube
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Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal
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