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A Fúria Crossover Retorna: Após 9 Anos de Espera, Toxic Shock Lança o Massivo “Future Is Calling”

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Produzido por Martin Furia (Destruction), o terceiro álbum da banda belga prova que a energia punk e a técnica do metal podem (e devem) colidir em 2026. Entenda por que o quinteto de Antuérpia conquistou até mesmo o lendário produtor do Metallica.

O ano é 2026, e se havia uma promessa pairando no submundo do Thrash Metal europeu que precisava ser cumprida, era a do Toxic Shock. Nove longos anos após o aclamado álbum 20LASTCENTURY, o quinteto belga finalmente quebra o hiato fonográfico e lança o seu aguardado terceiro disco de estúdio: “Future Is Calling”.

Lançado mundialmente pela gravadora alemã This Charming Man Records, o álbum já está disponível em todas as plataformas de streaming e chega para reivindicar a coroa do Crossover Thrash — um subgênero que mistura os pesados e técnicos riffs do Thrash Metal com a velocidade e atitude crua do Hardcore Punk.

“Nós Somos Garotos do Hardcore Tocando Metal”

Para entender o Toxic Shock, é preciso entender a sua essência. Formada na cidade de Antuérpia, na Bélgica, em 2010, a banda nunca negou suas raízes urbanas e agressivas.

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“Depois de 9 anos, finalmente podemos entregar o álbum número 3. Eu sempre quis gravar três discos quando começamos, porque queria contar uma história com essa banda. No início, ‘três’ parecia distante, mas agora estamos aqui,” comenta o membro fundador Pieter. “Acho que capturamos exatamente o que somos: garotos do hardcore tocando metal com uma boa dose de punk no meio.”

A declaração de Pieter traduz com exatidão o que o ouvinte encontrará em Future Is Calling. Na indústria musical, é um clichê dizer que “o novo disco é o mais pesado e agressivo”, mas neste caso, é uma constatação técnica. O hiato criativo serviu como um tanque de combustível. As guitarras estão perfeitamente sincronizadas, a bateria soa como uma máquina demolidora e o vocalista Wally atingiu o ápice de sua performance, entrando para o seleto grupo dos grandes shouters (vocalistas de estilo gritado) do gênero.

A Mão Pesada de Martin Furia e as Referências Clássicas

O som cristalino e brutal do novo disco não é por acaso. O álbum contou com a produção de Martin Furia, atual guitarrista da lenda alemã do thrash, Destruction, e líder do projeto Bark. Furia conseguiu capturar a energia caótica dos shows ao vivo do Toxic Shock e canalizá-la para o estúdio, mantendo as músicas compactas, diretas e repletas de hooks (ganchos melódicos que grudam na cabeça do ouvinte).

Para os fãs de carteirinha ou ouvintes iniciantes, Future Is Calling não tenta reinventar a roda do Crossover, mas celebra com maestria os gigantes que construíram o caminho. É fácil identificar referências pesadas a ícones como Excel, Suicidal Tendencies e Testament. No entanto, as raízes punks estão sempre evidentes, culminando em um cover inusitado e extremamente bem executado da música do The Gun Club (onde a banda, surpreendentemente, soa muito parecida com o Spermbirds em sua fase áurea).

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🎥 ASSISTA: O Videoclipe Oficial do single “Creeping Reaper” (Nota do Editor: O vídeo exemplifica perfeitamente a brutalidade descrita na resenha).

O “Selo de Aprovação Metallica” e a Estrada

A trajetória do Toxic Shock possui um currículo invejável. Se você duvida do poder de fogo desses belgas, saiba que o disco anterior deles, 20LASTCENTURY (2017), foi produzido pelo lendário produtor dinamarquês Flemming Rasmussen — o homem responsável por gravar os clássicos Ride the Lightning, Master of Puppets e …And Justice For All, do Metallica.

Rasmussen raramente trabalha com bandas novas de metal, mas ao ouvir as fitas demo do Toxic Shock na época, declarou: “As demos eram ásperas, punk e promissoras. Eu realmente queria trabalhar com isso.”

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Esse peso no estúdio se reflete em palco. Ao longo de 16 anos, a banda dividiu cartazes e realizou turnês de suporte ao lado da realeza da música pesada: Testament, Suicidal Tendencies, Sepultura, Agnostic Front, Power Trip e D.R.I. Além disso, foram presença garantida em festivais colossais como Graspop Metal Meeting e Pukkelpop.

Turnê Europeia 2026

Com o álbum na rua, o lugar do Toxic Shock é no palco (e preferencialmente abrindo moshpits). A banda já anunciou as datas da nova turnê para promover Future Is Calling:

  • 29/03: Antuérpia, BE (com Luicidal)
  • 25/04: Hasselt, BE (Funhouse)
  • 26/04: Nijmegen, NL (AKAB fest)
  • 09/05: Mol-Sluis, BE (Goera Rock Metal Fest)
  • 21/05: Antuérpia, BE (Festa de Lançamento do LP no Zig Zags het Bos)
  • 31/10: Zandhoven, BE (Hell Yeah Metal Fest)
  • 14/11: Eindhoven, NL (Helldorado)

“Future Is Calling” não possui truques desnecessários ou longos solos narcisistas. É uma declaração honesta e contundente de crossover thrash com muita atitude. É exatamente assim que o som de guitarras de 2026 deve soar.

Redação: Diogo Neves, RockMetal desde 2007

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Agonia lança o novo single “Rocha Eterna” e reafirma sua identidade no metalcore

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A Agonia lança “Rocha Eterna”, seu novo single, reafirmando a identidade construída desde a estreia: metalcore moderno, intenso e carregado de emoção. Com riffs marcantes, breakdowns pesados e uma atmosfera densa, a faixa aborda a busca por firmeza em meio ao caos, retratando a resistência diante das dificuldades e a força encontrada para seguir em frente.

Formada em Minas Gerais e liderada por Siloé Claus (vocais e guitarra), a Agonia Metalcore une experiência de mais de duas décadas na música com uma sonoridade que dialoga com o metalcore contemporâneo. Ao lado de Johnes Drummond (bateria) e Cláudio Vitor (baixo), a banda constrói um som que equilibra agressividade, melodia e intensidade emocional.

Depois da boa recepção de “Teu Espírito”, primeiro lançamento da banda, “Rocha Eterna” amplia essa proposta artística ao apresentar uma composição mais madura e impactante. Inspirada na ideia de permanecer firme mesmo quando tudo parece desmoronar, a música convida o ouvinte a refletir sobre resiliência, confiança e perseverança. Sua principal referência espiritual aparece de forma sutil na metáfora da rocha como símbolo de estabilidade.

A produção destaca guitarras pesadas, refrões marcantes e uma dinâmica que alterna momentos de tensão e explosão, criando uma experiência sonora intensa do início ao fim. A faixa reforça a proposta da Agonia Metalcore de transformar emoções profundas em músicas que dialogam tanto com o público do metal quanto com quem busca letras que tragam significado.

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O videoclipe oficial de “Rocha Eterna” já está em fase de produção e será lançado em breve, expandindo visualmente a força e a atmosfera da nova canção.

Com novos singles em desenvolvimento e uma crescente presença nas plataformas digitais, a Agonia Metalcore segue consolidando seu espaço na cena do metal nacional, apostando em produções de qualidade e em uma identidade artística autêntica, onde peso, emoção e propósito caminham juntos.

“Rocha Eterna”: https://open.spotify.com/intl-pt/album/3ZP7SRcg1HriD31d4nVKpQ

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Da “Capital dos Tubarões”, Seventy Times Seven Retorna Após Uma Década com Alerta Sobre Saúde Mental

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Exatamente neste Dia Mundial do Rock, a banda pernambucana de metalcore quebra um hiato de dez anos com o doloroso e necessário single “17º Andar”, construído a partir de relatos reais de fãs sobre superação e ideação suicida.

Aqui é a redação do RocKMetal! Hoje, 13 de julho, celebramos o Dia Mundial do Rock. Mas as guitarras distorcidas e os vocais rasgados que amamos não servem apenas para a catarse da diversão; eles também são veículos poderosos para tratar as dores mais profundas da nossa sociedade. E é com essa urgência e empatia que a banda pernambucana Seventy Times Seven marca o seu aguardado retorno à cena após quase dez anos de hiato.

Autointitulados como uma banda de metalcore da “capital dos tubarões” (Recife), o grupo acaba de lançar o single “17º Andar” (via selo Se Vira Music). Mais do que uma nova música de trabalho, a faixa funciona como um manifesto brutal e acolhedor sobre enfrentamento da depressão, prevenção ao suicídio e, acima de tudo, sobrevivência.

A Gênese da Música: Entre a Tragédia e a Superação

O peso de “17º Andar” não está apenas na afinação das guitarras, mas em sua origem tristemente real. A canção nasceu a partir de uma experiência traumática vivida pela esposa do vocalista Felipe Luiz, que presenciou o exato momento em que uma jovem tirou a própria vida ao se atirar do 17º andar de um prédio.

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A partir desse episódio devastador, Felipe escreveu a faixa e a banda decidiu ir além, abrindo uma convocação nas redes sociais para que os fãs enviassem relatos anônimos ou autorizados sobre sofrimento psicológico e ideações suicidas. A regra de ouro era clara: não compartilhar métodos de autolesão, mas sim experiências de enfrentamento e os caminhos encontrados para seguir em frente.

Foram recebidos mais de 20 depoimentos dolorosos e inspiradores. A gravação final de “17º Andar” incorporou um trecho em áudio de Samuel, de 26 anos, que descreveu o sentimento de ser “puxado para a escuridão”. Outros relatos, transformados em poesia, farão parte da campanha visual de divulgação da música.

Estatísticas que Exigem Atenção

A temática abordada pela banda dialoga com uma realidade alarmante no Brasil. Em um levantamento publicado pelo portal G1 em setembro de 2025, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), com base em dados oficiais do Ministério da Saúde, apontou um crescimento preocupante nos casos de autolesão e tentativas de suicídio entre adolescentes no país.

Como bem destaca a classe médica e científica, o suicídio está intrinsecamente ligado a um processo silencioso de sofrimento psíquico, exigindo que a sociedade (e a arte) perca o medo de debater o assunto e passe a observar mudanças de comportamento e estender a mão.

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O Fim do Hiato: A Cena Dividida e o Recomeço

Formada em 2009, a Seventy Times Seven interrompeu suas atividades por volta de 2016. Segundo o vocalista, o hiato foi uma soma de transições da vida pessoal (faculdade, casamento) com o desgaste avassalador causado pela polarização política da época.

Esse ambiente de extrema divisão e intolerância invadiu a cena de metal e hardcore de Pernambuco, com casas de show filtrando contratações com base em posicionamentos e afastando bandas e públicos.

O retorno do grupo quase uma década depois dialoga poeticamente com a própria mensagem do novo single: é sobre atravessar a tempestade, superar as fraturas e escolher a continuidade. O recomeço da Seventy Times Seven é, em si, um ato de resistência.

🎗️ A VIDA EM PRIMEIRO LUGAR (CVV)

Antes de dar o play, a equipe RocKMetal reforça a mensagem da banda: se você ou alguém próximo estiver enfrentando sofrimento emocional, depressão ou pensamentos suicidas, lembre-se de que você não está sozinho.

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O Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece atendimento humano, gratuito e sob total sigilo, 24 horas por dia.

  • 📞 Ligue: 188 (Ligação gratuita para todo o Brasil)
  • 💻 Acesse: cvv.org.br (Atendimento via chat e e-mail)

🎸 SERVIÇO: OUÇA O SINGLE E CONHEÇA A FICHA TÉCNICA

Aumente o volume e prestigie a volta de um dos grandes nomes da cena nordestina.

Ficha Técnica – “17º Andar”:

  • Vocal: Felipe Luiz
  • Guitarras: Leandro Mateus e Augusto Monteiro
  • Baixo: Rodolpho Malafaia
  • Bateria: Thiago Soares
  • Letra e Música: Felipe Luiz
  • Arranjos: Leandro Mateus, Thiago Soares, Rodolpho Malafaia, Felipe Luiz e Augusto Monteiro
  • Captação, Mixagem e Masterização: Hammer Studio
  • Produção: Leandro Mateus, Thiago Soares, Rodolpho Malafaia, Felipe Luiz, Augusto Monteiro, Lucas Neri e Hammer Studio
  • Capa e Design Gráfico: Leandro Mateus e Lucas Neri
  • Fotografia: Lucas Neri

Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal

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Crossover

O Grito das Arquibancadas e das Ruas: Conexão Capivara e Black Dihh Fundem Rock e Rap no Hino “O hexa chegou!!!”

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Em clima de Copa do Mundo, a banda curitibana une guitarras distorcidas ao flow do hip-hop para celebrar a paixão nacional pelo futebol, a malandragem da várzea e a esperança de todo um país.

Aqui é a redação do RocKMetal! Quando o rock and roll cruza o seu caminho com a cultura das ruas e a paixão nacional pelo futebol, o resultado costuma ser explosivo. O esporte que paralisa o Brasil encontrou uma nova e pesada trilha sonora diretamente da capital paranaense.

Lançado oficialmente no dia 22 de junho, o single “O hexa chegou!!!” marca uma colaboração inédita e incendiária entre a banda curitibana Conexão Capivara e o rapper Black Dihh. A faixa desponta como um verdadeiro hino contemporâneo à cultura urbana e aos apaixonados pelo esporte, unindo o grito engasgado das arquibancadas com a energia inesgotável das periferias.

Preparamos uma análise completa sobre esse lançamento que promete embalar o sonho de milhões de brasileiros através da fusão perfeita entre o peso das guitarras e a poesia afiada do rap.

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Crossover Perfeito: O Encontro do Rock com o Flow

Para os amantes da música pesada que não dispensam um bom groove, a faixa brilha justamente pela sua fusão ousada de gêneros. De um lado, temos a atitude contestadora e visceral do rock clássico, impulsionada por guitarras carregadas de distorção e uma cozinha rítmica (baixo e bateria) absolutamente avassaladora. Do outro, a poesia afiada e o flow rítmico característico do hip-hop trazido por Black Dihh.

A costura dessa sonoridade híbrida não soa forçada; ela acontece de forma orgânica através do suingue e do gingado que são essencialmente brasileiros. A união de estilos lembra grandes encontros históricos da música, onde as barreiras entre o rock e o rap caem por terra para dar lugar a uma mensagem direta e cheia de atitude.

A Pátria de Chuteiras e a Resiliência Brasileira

Mais do que uma simples composição temática sobre o esporte, “O hexa chegou!!!” funciona como uma ode à resiliência, à criatividade e à luta diária do povo brasileiro. A letra evoca o saudosismo e a pureza do “sonho de menino” nutrido nos campos de terra batida da várzea, resgatando a clássica mística da “pátria de chuteiras” e a fé inabalável que move os torcedores.

Com rimas inteligentes e contemporâneas, a faixa homenageia a habilidade de craques da nossa seleção, como Neymar e Vini Jr., captando o sentimento de união e a verdadeira catarse coletiva que apenas o futebol é capaz de proporcionar em um país continental como o Brasil.

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O refrão, feito sob medida para ser cantado a plenos pulmões, dita o ritmo: “Bate o pé, sobe a voz, que hoje é dele, que hoje é nós”. Os integrantes da Conexão Capivara explicaram o conceito visceral por trás do projeto:

“Queríamos criar algo que mostrasse a força do rock e da nossa cultura urbana juntamente do esporte que nos define. A participação do Black Dihh trouxe a urgência e a verdade das ruas que a música precisava. É rock, é hip-hop, é o Brasil em sua forma mais pura e potente.”

Quem Faz o Barulho: Conheça os Artistas

A Conexão Capivara já é um nome quente na cena curitibana. O grupo transita com muita naturalidade entre o blues, o punk e o hard rock, trazendo fortes influências das décadas de 1970 e 1980. Consolidada após apresentações arrebatadoras para grandes públicos — incluindo uma passagem marcante na edição da Zombie Walk 2026 — e embalada pelo sucesso do EP “Tentaram Nos Derrubar”, a banda agora prepara mini turnês para expandir suas fronteiras e divulgar o novo trabalho.

Do outro lado do microfone, Black Dihh é um nome em plena ascensão no cenário do rap sulista. O artista traz em sua bagagem toda a vivência e a realidade da periferia de Curitiba. Suas produções são conhecidas por apostar em linhas contundentes, rimas de forte impacto social e beats muito bem desenhados, unindo a crueza das ruas com a sofisticação moderna da nova escola do hip-hop.

⚽ SERVIÇO: OUÇA O HINO DO HEXA

O single “O hexa chegou!!!” já está em rotação máxima e disponível em todas as plataformas de áudio, chegando também acompanhado de um videoclipe que transborda a vibração verde e amarela. Prepare a camisa da seleção, aumente o volume e confira:

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  • Artistas: Conexão Capivara (Feat. Black Dihh)
  • Single: O hexa chegou!!!
  • Data de Lançamento: 22 de Junho de 2026
  • 🎵 Ouça o Single Oficial no Spotify: 👉 Acessar a faixa na plataforma

Conecte-se com a Banda: Siga a Conexão Capivara nas redes sociais para ficar por dentro da agenda de mini turnês e lançamentos do videoclipe.

(Informações via Assessoria de Imprensa – Walter Feldthaus).

Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal

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