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Música

Nasi pede desculpas aos companheiros do Ira! após polêmica política e cancelamentos de shows: “Levei para o lado pessoal”

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O vocalista da emblemática banda de rock nacional Ira!, Nasi, veio a público nesta semana para se retratar com seus colegas de grupo após declarações políticas feitas durante um show em Contagem, Minas Gerais, que desencadearam uma onda de polêmicas e resultaram no cancelamento de quatro apresentações no sul do Brasil.

O episódio ocorreu durante uma performance recente, quando o artista, visivelmente exaltado, proferiu gritos de “sem anistia” – um slogan associado à responsabilização de autoridades do governo anterior. Em meio à manifestação, parte do público reagiu com vaias, ao que Nasi respondeu de forma contundente: pediu que os que discordassem “deixassem o local” e declarou que “bolsonaristas nunca mais voltassem a um show seu ou da banda”.

A repercussão imediata das declarações foi intensa. A produtora 3LM Entretenimento, responsável por shows do Ira! no sul do país, afirmou que, após o ocorrido, recebeu uma enxurrada de pedidos de reembolso de ingressos, o que inviabilizou a manutenção das apresentações agendadas. Em nota, a empresa comunicou oficialmente o cancelamento dos eventos, destacando que a medida visou respeitar a opinião do público e garantir a viabilidade logística das apresentações.

Diante da repercussão, Nasi decidiu se posicionar com mais clareza em relação aos acontecimentos. Em uma declaração pública, o cantor lamentou profundamente os desdobramentos e reconheceu que agiu de forma emocional no calor do momento.

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Acabei levando a coisa muito para o lado pessoal, porque ao longo desses mais de 44 anos como cantor já enfrentei muita provocação… o que é normal para um artista com certo nível de popularidade. Tenho certeza de que não fui claro no fim do meu discurso. O que eu queria dizer é que pessoas com ideologias reacionárias, e aí eu deveria ter sido mais específico, não representam os valores da banda“, explicou o vocalista.

O artista também fez questão de pontuar que não é contra posicionamentos políticos divergentes, desde que inseridos dentro dos limites do estado democrático de direito.

Eu não tenho nada contra quem é conservador, de direita democrática. A democracia é o nosso limite, entende? Respeito quem é conservador, quem é progressista, liberal… todos são peças do tabuleiro democrático”, afirmou.

Em um gesto de autocrítica, Nasi estendeu suas desculpas aos colegas de banda, reconhecendo que suas atitudes acabaram impactando financeiramente o grupo e gerando desgaste entre os integrantes.

Lamento, inclusive me desculpo com meus companheiros, porque um ato meu — que não imaginei que teria essa repercussão — causou prejuízos e desconforto. Mas a gente vai recuperar, como já está começando a recuperar”, concluiu.

O Ira!, fundado nos anos 1980, é uma das bandas mais icônicas do rock nacional, conhecida por sua postura crítica e seu engajamento em temas sociais. No entanto, os recentes acontecimentos reacendem o debate sobre os limites entre opinião pessoal e posicionamento institucional em ambientes artísticos — especialmente em tempos de polarização política.

Apesar dos reveses, a banda segue com a agenda de shows ativa e já articula novas datas para as regiões afetadas. Internamente, o grupo tenta equilibrar o direito à expressão individual de seus membros com a responsabilidade coletiva que envolve décadas de carreira e uma base sólida de fãs.

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Redator: Diogo Neves

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Música

Saints of Heartache lança seu primeiro full album “Everything Is Beautiful, And I’m Still Alive”

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Saints of Heartache lançou oficialmente seu primeiro álbum completo, Everything Is Beautiful, And I’m Still Alive, uma vibrante coleção de indie pop alternativo que combina riffs de guitarra marcantes, vocais potentes, grooves contagiantes e referências inconfundíveis à música dos anos 80 e 90. O álbum é o trabalho mais colaborativo e expressivo da banda até o momento — um disco construído em torno de memórias, movimento e da percepção de que o tempo pode ser o bem mais valioso que temos.

A inspiração para o álbum surgiu de uma coleção de anotações e desenhos feitos em diários dos anos 90 — fragmentos de noites que atravessaram a madrugada, viagens de carro, amanheceres depois de noites em clubes, caminhos errados, erros da juventude e momentos que só se tornam mais significativos com o passar dos anos. Em vez de simplesmente olhar para o passado, Saints of Heartache utiliza essas memórias como uma lente para compreender o presente.

Everything Is Beautiful, And I’m Still Alive acompanha uma jornada por nostalgia, celebração, amadurecimento e pelo aprendizado de valorizar momentos que um dia pareceram comuns. Cada música leva o ouvinte um pouco mais adiante nesse caminho. Nunca interessada em se limitar a um único gênero, a banda buscou celebrar neste disco toda a diversidade de suas influências. O resultado é uma coleção eclética de músicas indie pop que abraça o rock alternativo, as sensibilidades do pop, as texturas dos anos 80, a nostalgia dos anos 90 e aqueles refrões que pedem para ser ouvidos em alto volume. E, acima de tudo, é um álbum feito para se movimentar.

Sobre Saints of Heartache

Saints of Heartache, anteriormente conhecida como Female President, é formada por Drea Atkins, Jasper Cunningham e Johnny Moss. Orgulhosamente uma família, o trio produz músicas autorais em conjunto desde 2021. A banda transita por diferentes gêneros, combinando sensibilidades pop com hooks indie. Ao longo de sua trajetória, lançou dois EPs, dois singles e agora seu primeiro álbum completo. O trio escreve e grava toda a sua música em seu estúdio caseiro, Start Over Studios. A banda também já trabalhou com profissionais de mixagem e masterização como Catalyst Recording, Carl Saaf Mastering e Jamie King Audio.

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Everything Is Beautiful, And I’m Still Alive: https://saintsofheartache.bandcamp.com/album/everything-is-beautiful-and-im-still-alive

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Lançamento

Agonia lança o novo single “Rocha Eterna” e reafirma sua identidade no metalcore

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A Agonia lança “Rocha Eterna”, seu novo single, reafirmando a identidade construída desde a estreia: metalcore moderno, intenso e carregado de emoção. Com riffs marcantes, breakdowns pesados e uma atmosfera densa, a faixa aborda a busca por firmeza em meio ao caos, retratando a resistência diante das dificuldades e a força encontrada para seguir em frente.

Formada em Minas Gerais e liderada por Siloé Claus (vocais e guitarra), a Agonia Metalcore une experiência de mais de duas décadas na música com uma sonoridade que dialoga com o metalcore contemporâneo. Ao lado de Johnes Drummond (bateria) e Cláudio Vitor (baixo), a banda constrói um som que equilibra agressividade, melodia e intensidade emocional.

Depois da boa recepção de “Teu Espírito”, primeiro lançamento da banda, “Rocha Eterna” amplia essa proposta artística ao apresentar uma composição mais madura e impactante. Inspirada na ideia de permanecer firme mesmo quando tudo parece desmoronar, a música convida o ouvinte a refletir sobre resiliência, confiança e perseverança. Sua principal referência espiritual aparece de forma sutil na metáfora da rocha como símbolo de estabilidade.

A produção destaca guitarras pesadas, refrões marcantes e uma dinâmica que alterna momentos de tensão e explosão, criando uma experiência sonora intensa do início ao fim. A faixa reforça a proposta da Agonia Metalcore de transformar emoções profundas em músicas que dialogam tanto com o público do metal quanto com quem busca letras que tragam significado.

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O videoclipe oficial de “Rocha Eterna” já está em fase de produção e será lançado em breve, expandindo visualmente a força e a atmosfera da nova canção.

Com novos singles em desenvolvimento e uma crescente presença nas plataformas digitais, a Agonia Metalcore segue consolidando seu espaço na cena do metal nacional, apostando em produções de qualidade e em uma identidade artística autêntica, onde peso, emoção e propósito caminham juntos.

“Rocha Eterna”: https://open.spotify.com/intl-pt/album/3ZP7SRcg1HriD31d4nVKpQ

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Música

Cantor australiano Andy Jans-Brown explora indie rock cinematográfico em “Growing Pains”

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O cantor e compositor australiano Andy Jans-Brown revela “Growing Pains”, o quinto single de seu próximo álbum, Airport Departure Lounge. Mesclando um lirismo reflexivo com o indie rock cinematográfico, a faixa medita sobre a incerteza, a mudança e os desafios emocionais de navegar em um mundo cada vez mais complexo.Utilizando a adolescência como metáfora, “Growing Pains” explora a ideia de que o crescimento raramente é confortável.

Situada no cenário de 1984, a canção conecta memórias da juventude com as ansiedades do presente, sugerindo que a incerteza não é um sinal de declínio, mas uma parte natural da transformação.Assim como o álbum do qual faz parte, Airport Departure Lounge, o single habita o espaço entre os fins e os novos começos. Inspirado no terminal de aeroporto moderno como metáfora para a transição, o álbum examina o que significa buscar conexão, esperança e humanidade enquanto se vive em um mundo que parece estar em movimento permanente.

Impulsionada pela bateria dinâmica de Grant Gerathy e elevada pelos arranjos de guitarra expansivos de Cameron Spike-Porter, “Growing Pains” equilibra a vulnerabilidade emocional com a energia vibrante do indie rock, oferecendo uma perspectiva silenciosamente otimista: talvez o desconforto que sentimos hoje seja a evidência de que ainda estamos crescendo.

Sobre Andy Jans-Brown

Andy Jans-Brown é um artista australiano que atua na música, no cinema, no teatro e nas artes visuais. Conhecido por suas composições emocionalmente honestas e narrativa poética, ele lançou quatro álbuns duplos aclamados — Letting Go! (2012), Sunshine Avenue (2014), Hell Is Light (2018) e Falling (2024) — e compartilhou palcos com artistas como Nick Cave & The Bad Seeds, Phil Jamieson, Portugal. The Man e The Preatures. Seu trabalho multidisciplinar continua a explorar a experiência humana com profundidade, compaixão e alcance cinematográfico.

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“Growing Pains”: https://open.spotify.com/intl-pt/album/4zTxp4SIycKJhxBqtqmIap

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