Lançamentos
Mad Sneaks mistura fúria e melancolia em seu último lançamento “Dirty Blood”
A Mad Sneaks nunca teve medo de se expor, mas em “Dirty Blood” a banda parece ir além: entrega um retrato cru, visceral e desconfortavelmente honesto de um caos íntimo que muitos evitam encarar. O novo single, que mistura peso, melodia e densidade emocional, carrega a essência de um grunge renascido no underground brasileiro, mas atualizado com camadas de vulnerabilidade e crítica. É nesse terreno entre a agressividade sonora e a poesia fragmentada da letra, que a Mad Sneaks reafirma sua identidade. Mais do que uma canção, “Dirty Blood” é um manifesto artístico que provoca, desafia e abre caminho para um mergulho profundo na atual fase da banda. Nesta entrevista exclusiva, o trio fala sobre a narrativa por trás de seus últimos lançamentos, as influências que moldaram sua trajetória e os próximos passos rumo ao novo álbum.
1 – Nos últimos singles — de Biocide e Dirty Blood até Roses, Shots and Fire e Coma — percebemos uma mistura intensa de peso, crítica social e também nuances mais pessoais. Como vocês enxergam essa sequência de lançamentos no sentido de contar uma narrativa sobre a identidade atual da banda e os caminhos que pretendem explorar daqui pra frente?Esta é a real essência da arte como um todo. Qualquer forma de expressão artística precisa causar algum tipo de sensação, seja em quem cria, seja em quem consome, a magia acontece quando cada pessoa tem sua viagem individual em relação a cada obra, tudo depende do estado emocional do momento e só depois disso vem a catarse que acaba se tornando a trilha sonora das nossas vidas. Cada lançamento é meticulosamente escolhido para haver um complemento entre si, que às vezes, se analisados de forma solta, pode não ser claramente percebido, mas se ouvirmos a obra como um todo, é nítida toda essa conexão, desde os temas até os timbres dos instrumentos. É desta forma que sabemos fazer, é justamente desta forma que acreditamos e que continuaremos fazendo.
2 – Seu som navega entre o grunge dos anos 90, rock alternativo e elementos introspectivos. Quais artistas ou álbuns marcaram a direção musical que vocês abraçam hoje?Nosso som vem fortemente do grunge dos anos 90, mas também de vários outros estilos musicais que marcaram nossas vidas. Bandas como Nirvana, Silverchair, Social Distortion, Helmet, Seether, Alice in Chains, Avenged Sevenfold, Foo Fighters foram fundamentais, sem falar em alguns trabalhos mais recentes que exploram dinâmicas diferentes dos habituais. Mas, no final, a gente sempre tenta pegar essas referências e transformar em algo que seja só nosso.
3 – A colaboração com artistas renomados e a aprovação para faixas como “Something in the Way” mostram que vocês têm reconhecimento forte na cena. Qual papel essas parcerias tiveram na evolução artística da banda?Trabalhar pessoalmente com artistas como Page Hamilton (Helmet) é surreal, porque você simplesmente se vê ali naquele lugar onde nunca pensou que poderia chegar. Quando que o Amaury Johns de 2010/2012 poderia sonhar que aquela mesma pessoa/banda que ele tanto assistia/ouvia em sua casa, um dia estaria na mesma sala que ele?! Isso era e ainda é absolutamente inconcebível. Também trabalhamos com Jack Endino, que está totalmente ligado à cena grunge de Seattle, onde produziu praticamente toda grande banda que saiu daquela cidade. Charles Cross (RIP), que também estava ligado à mesma cena, nos fez elogios que simplesmente nunca serão apagados de nossas memórias. Esse tipo de situação realmente faz tudo valer a pena. Mesmo que nosso “grande dia” nunca chegue, esses momentos pagam por tudo.
4 – Como vocês equilibram as escuras atmosferas com momentos melódicos ou vulneráveis — especialmente quando partes suaves, ou contrastes dinâmicos nas músicas?Essa dinâmica é uma parte importante do famoso Seattle Sound. Não é apenas sobre criar tensão ou melodia, mas sobre como a luz e a sombra podem atuar em um mesmo espaço. Às vezes a música precisa ser um soco na cara e às vezes um abraço inesperado. E às vezes você pode sentir as duas coisas na mesma obra. Gostamos de deixar que a dinâmica apareça de forma natural entre a gente, como se a obra final pudesse respirar sozinha.
5 – Pensando nos próximos passos: o que os fãs podem esperar da Mad Sneaks nos próximos lançamentos e no álbum completo? Há temas ou conceitos que vocês pretendem aprofundar?O álbum completo vai ser mais coeso, mas ainda cheio de contrastes: temas sociais, introspecção, caos e beleza. Somos da velha guarda e escutar o álbum completo na sequência correta faz ainda mais sentido do que escutar apenas as músicas ou singles isolados. Sabemos que a nova geração não tem muita paciência para essa forma de consumir música, mas precisamos ser fiéis ao que acreditamos. Os fãs podem esperar, antes de mais nada, a nossa mais profunda verdade, nunca fazemos nada pensando somente em agradar grandes massas. Este disco é a transparência de nossas almas, cheio de intensidade, mas também momentos de vulnerabilidade. A ideia é que cada música seja uma experiência que desafie, provoque, emocione e conecte com o ouvinte. E aqueles que conseguirem sentir isso com a gente, que sejam bem-vindos à família Mad Sneaks. Somos a Mad Sneaks e a gente faz barulho!
“Dirty Blood”: https://onerpm.link/249138098164

Industrial
Arbeitsgruppe Lobotomie Une Metal, Sátira e Balé Clássico no Single “Das große Beben”
Diretamente de Munique, na Alemanha, a banda desafia os limites da performance ao colidir a agressividade das guitarras e batidas eletrônicas com a leveza da dança clássica.
Aqui é a redação do RocKMetal! Quando pensamos no som industrial alemão e na Neue Deutsche Härte (a “Nova Dureza Alemã”, subgênero imortalizado no mundo inteiro por gigantes como o Rammstein e o Oomph!), as primeiras imagens que vêm à mente são fogo, engrenagens, guitarras pesadíssimas e uma estética fria e militarizada. No entanto, o coletivo alemão Arbeitsgruppe Lobotomie (em tradução livre, “Grupo de Trabalho Lobotomia”) decidiu subverter absolutamente todas as regras desse jogo.
O quarteto, sediado na cidade de Munique, lançou recentemente o explosivo single e videoclipe “Das große Beben” (O Grande Terremoto), disponibilizado oficialmente em 31 de julho de 2026.
Muito mais do que apenas uma banda de rock eletrônico, o projeto é uma verdadeira colisão frontal entre a música pesada, a arte da performance teatral e a crítica social. Preparamos uma análise completa sobre esse lançamento, para você entender por que o show dos alemães está sendo descrito como um espetáculo que transita entre uma sala de máquinas de fábrica, um palco de teatro clássico e uma pista de dança obscura.
A Bailarina na Linha de Frente
O grande e genial diferencial do Arbeitsgruppe Lobotomie é a sua identidade visual e de palco. O núcleo duro da banda não é formado apenas por músicos tradicionais. Ao lado de Luna Tick (vocais), Bakunin Eisner (vocais) e Loð Brók (guitarras), encontra-se a figura hipnótica de Regina Ballerina.
Ao contrário do que se poderia pensar, a dançarina clássica não está ali como um mero adereço de palco ou um enfeite de fundo. Ela é uma performer integral. A sua presença transforma o palco no local exato onde as guitarras densas e a música eletrônica implacável colidem com os movimentos graciosos e clássicos do balé.
Essa dicotomia visual cria uma experiência sonora e estética beirando o absurdo — uma representação perfeita da própria sociedade caótica em que vivemos.
Sátira, Peso e a Nova Dureza Alemã
Sonoramente, “Das große Beben” é uma pedrada industrial. A música é impulsionada pela troca dinâmica entre vocais femininos e masculinos, cantando letras afiadas e puramente em alemão. A temática da banda é conhecida por ser altamente crítica às questões sociais, utilizando mudanças de figurinos, adereços e muita ironia teatral para entregar o seu recado. É alto, visualmente marcante e incômodo na medida certa.
O novo single chega para coroar um ano extremamente produtivo para o grupo. Desde a sua formação na virada da década, a banda construiu uma discografia sólida com os álbuns completos “Ein Spiegel der Gesellschaft” (2021), “Unerhört!” (2023) e “Etikettenschwindel” (2024). Em 2026, eles iniciaram um forte bombardeio de singles, incluindo “München – die schönste Stadt”, “Zeitzecken”, “Minions” e, agora, culminando no lançamento de “Das große Beben”.
O Arbeitsgruppe Lobotomie prova que a música pesada não precisa ser unidimensional. Eles unem sátira afiada, batidas eletrônicas dançantes e a graciosidade imprevisível de uma bailarina para garantir que os fãs vivenciem tudo, exceto um concerto comum.

🩰 SERVIÇO: ASSISTA AO CLIPE E EXPERIMENTE O ABSURDO
Se você é fã da sonoridade industrial alemã e de projetos performáticos que quebram a quarta parede, você precisa adicionar os bávaros do Arbeitsgruppe Lobotomie na sua playlist.
- Banda: Arbeitsgruppe Lobotomie (Munique, Alemanha)
- Single: Das große Beben (Lançado em 31 de Julho de 2026)
- 🎥 Assista ao Videoclipe Oficial: 👉 Assista no YouTube
- 🎵 Ouça no Spotify: 👉 Acessar Perfil da Banda
- 🍎 Ouça no Apple Music: 👉 Acessar aqui
- 🎧 Ouça no Deezer: 👉 Acessar aqui
Acompanhe o coletivo nas Redes Sociais e Contatos:
- Site Oficial: aglobotomie.de
- Instagram: @AGLobotomie
- Facebook: AGLobotomie
- TikTok: @aglobotomie
- Entrevistas e Contato Oficial: service@aglobotomie.com / Michael (Legwespenprodukte).
(Informações via Assessoria de Imprensa do Arbeitsgruppe Lobotomie).
Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal
Lançamentos
Diamonds and Guns Atinge a Maturidade Sonora com o EP “Degenerate Nonsense”
Com produção assinada por figurão do Rammstein e Entombed A.D., o quarteto de Estocolmo preenche uma lacuna no rock europeu misturando a crueza do punk com melodias dançantes.
Aqui é a redação do RocKMetal! Quando falamos sobre o cenário musical da Suécia, é impossível não associar o país a uma verdadeira linha de montagem de bandas lendárias de rock e metal (basta lembrarmos de gigantes como The Hellacopters, Ghost, In Flames e Refused). Manter esse legado vivo exige atitude, originalidade e, acima de tudo, não ter medo de soar autêntico. É exatamente preenchendo essa lacuna que o quarteto Diamonds and Guns, de Estocolmo, se apresenta ao mundo com o seu aguardado segundo EP, intitulado “Degenerate Nonsense”.
Com data de lançamento oficial do EP completo marcada para 6 de março, a banda preparou o terreno lançando dois singles explosivos: “Pain and Champagne” (23 de janeiro) e “Backseat Driver” (13 de fevereiro).
Para o leitor que busca entender a identidade do grupo, a imprensa europeia e os fãs já cravaram: eles trazem uma “crueza dançante”. É um rock que flerta com o pop na estrutura dos refrões, mas sem jamais perder a agressividade das guitarras distorcidas. Preparamos um dossiê completo sobre a produção de peso, a história do grupo e o que esperar de cada faixa deste novo registro.
A Produção: O Peso da Experiência no Estúdio
Para garantir que o novo trabalho soasse massivo, a banda firmou uma parceria de peso com o renomado produtor Tom Van Heesch, figura carimbada na indústria e conhecido por assinar trabalhos de lendas do peso como Rammstein, Entombed A.D., Backyard Babies e Michael Monroe. A presença de Van Heesch ajudou o quarteto a lapidar o que eles chamam de “o verdadeiro som do Diamonds and Guns”: um tom mais maduro e afiado em comparação ao elogiado EP de estreia (“Making Cash For Heartless Crooks”, de 2023).
O processo de gravação (documentado pela banda em um diário de estúdio em vídeo) seguiu o alto padrão da indústria, utilizando diferentes ambientes para captar a melhor acústica de cada instrumento. A bateria foi esmagada no Kapsyl Studio em colaboração com o engenheiro Jugglo. Os instrumentos de corda e os vocais ganharam vida no Momento Studio. Para encorpar os arranjos, pianos e teclados foram gravados pelo veterano Mats Nilsson (ex-KSMB) em seu estúdio particular, enquanto os detalhes finais (os chamados overdubs) foram finalizados no estúdio da própria banda.
O título da obra, “Degenerate Nonsense” (Absurdo Degenerado, em tradução livre), é um reflexo bem-humorado e honesto sobre os percalços e as histórias vividas pela banda ao longo do último ano durante as sessões de gravação.
Faixa a Faixa: Uma Viagem Pelas Seis Músicas do EP
O EP entrega um cardápio sonoro muito rico, passeando por drama, romance e puro hard rock. Abaixo, detalhamos a identidade de cada composição:
- 01. Pain and Champagne: O primeiro single escrito para o disco. É um hino punk rock direto ao ponto que fala sobre apostar todas as fichas no lugar errado e encarar a derrota total.
- 02. Old Songs: Uma pedrada punk com forte apelo nostálgico. A banda a descreve como sua música mais política, carregada de vibrações à la Green Day. A letra aborda a raiva adolescente, o apego ao passado e a necessidade de se defender no mundo.
- 03. Thieves on Holiday: Aqui, o som ganha contornos de metal com batidas altamente dançantes. É uma romantização irônica do cotidiano de um bandido, sustentada por versos muito rítmicos que desaguam em um refrão grandioso e deliciosamente clichê.
- 04. Kings and Queens of the Outcast Teens: A canção melancólica do registro, que os membros definem como o momento “emo” do EP, trazendo influências inegáveis das guitarras abertas e melódicas do Foo Fighters. Uma ode à “realeza da noite”.
- 05. Backseat Driver: Uma música pop, mística e com muito groove. A letra fala sobre juventude, liberdade, preconceitos e a dura percepção de que, às vezes, estamos errados. Sonoramente, a banda confessa um flerte ousado com o ritmo contagiante de artistas como Lady Gaga.
- 06. Where We Grew Up: O encerramento traz o ouvinte de volta para casa. Uma faixa nostálgica sobre rebeldia e as escolhas da juventude, embalada por uma levada rítmica que remete diretamente à classe do lendário Bruce Springsteen.
A Trajetória e a Nova Formação
Formada no final de 2019, a essência do Diamonds and Guns nasceu de uma forte amizade entre músicos da cena de Estocolmo. O grupo logo chamou a atenção da gravadora Sound Pollution, assinando contrato em 2023. O debute da banda já havia mostrado seu cartão de visitas com uma mixagem lendária feita por Tomas Skogsberg (o arquiteto sonoro por trás do Refused e The Hellacopters).
Atualmente, o grupo é formado por Victor Ekvall (vocal e guitarra), Pontus Rask (guitarra e backing vocals), Thomas Norstedt (bateria) e o recém-chegado Sebastian “Bassebas” Rådberg (baixo e backing vocals), que ingressou no início de 2024 trazendo na bagagem a experiência de bandas como Zombie Space Pirates e The Firestones.
🎸 SERVIÇO: OUÇA, ASSISTA E APOIE O DIAMONDS AND GUNS
O rock and roll europeu continua pulsante e se reinventando. Fique atento às datas de lançamento e acompanhe o trabalho da banda através dos canais oficiais:
- Banda: Diamonds and Guns (Estocolmo, Suécia)
- EP: Degenerate Nonsense (6 faixas)
- Datas de Lançamentos:
- Pain and Champagne (Single) – Já Disponível
- Backseat Driver (Single) – Já Disponível
- Degenerate Nonsense (EP Completo) – Lançamento em 06 de Março
Onde Ouvir e Assistir:
- 🎵 Spotify Oficial: 👉 Acessar a discografia na plataforma
- 🎥 YouTube Oficial (Clipes e Diário de Estúdio): 👉 Assistir aos Vídeos
- ☁️ Soundcloud (Prévias): 👉 Ouça aqui
Redes Sociais da Banda:
- 📸 Instagram: @diamondsandguns.official
- 📱 TikTok: @diamondsandgunsband
- 💻 Facebook: Diamondsandgunsband
(Informações e imagens via Assessoria de Imprensa do Diamonds and Guns).
Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal
Lançamentos
BAD LUV Lança o Intenso e Confessional Álbum “O MEDO NÃO ME PAROU”
Com sonoridade calcada no metal moderno, participação de Badauí (CPM 22) e letras que escancaram a luta diária pela saúde mental, a banda paulista entrega um verdadeiro manifesto de sobrevivência.
Aqui é a redação do RocKMetal! Lidar com os nossos próprios demônios e ansiedades nunca é uma tarefa fácil, mas a música pesada sempre serviu como uma das ferramentas mais poderosas para a catarse humana. É exatamente com essa honestidade visceral que a banda BAD LUV acaba de lançar o seu aguardado segundo álbum de estúdio, intitulado “O MEDO NÃO ME PAROU”.
O disco chegou a todas as plataformas digitais nesta última terça-feira (08 de setembro), via ONErpm. Ao longo de nove faixas inéditas, o quinteto mergulha de cabeça em uma sonoridade influenciada pelo post-hardcore e pelo metal moderno, servindo de base para letras que dissecam sentimentos dolorosamente reais e inevitáveis no nosso dia a dia.
Preparamos um raio-x completo sobre os bastidores dessa gravação intensa, a mensagem por trás da obra e a participação ilustre de um dos maiores ídolos do rock nacional.
Confissões, Luto e a Busca pela Esperança
A BAD LUV — formada por Caio Weber (vocal), Gee Rocha (guitarra), Murilo Amancio (guitarra), João Bonafé (baixo) e Vitor Peracetta (bateria) — não teve medo de expor suas próprias feridas neste trabalho. O álbum aborda temas densos como insegurança, luto e revolta, mas faz questão de equilibrar a balança mostrando que a vida sempre encontra motivos para valer a pena através do amor e da partilha.
“Esse é um disco muito confessional pra mim enquanto letrista, e essas músicas descrevem exatamente o turbilhão de sentimentos que é inerente a praticamente todas as pessoas”, reflete o vocalista Caio Weber.
O disco foi concebido sob uma janela de tempo intensa. O projeto começou a ser desenhado logo após a turnê do primeiro álbum da banda (“NÓS”), no final de 2025. A urgência para registrar as novas composições bateu à porta quando o guitarrista Gee Rocha descobriu que seria pai. A banda entrou em estúdio em fevereiro de 2026, decidida a gravar tudo antes do nascimento da pequena Nara, resultando em uma performance cheia de emoção e energia acumulada.
A “Bênção do GOAT”: A Parceria com Badauí
Um dos momentos mais altos e surpreendentes do disco é a participação especial de Badauí, o icônico vocalista do CPM 22, na faixa “Dias Difíceis”. O que começou como uma brincadeira distante durante as gravações, tornou-se realidade após um encontro casual entre Badauí e o baterista Vitor Peracetta em um bloco de carnaval. O convite foi feito e aceito prontamente.
Para os membros da BAD LUV, que cresceram acompanhando a explosão do hardcore brasileiro, o momento foi histórico.
“Para nós que somos oriundos dessa cena alternativa dos anos 2000, é como ter a benção do GOAT (maior de todos os tempos)! Ele é o cara que nos influenciou e abriu caminho do underground até o mainstream, mostrando que seria possível sonhar”, comemora o baixista João Bonafé.
A Obra Completa e a Luta Contra o Parasita
Junto com o álbum, a banda também liberou um videoclipe impactante para a faixa-título, “O MEDO NÃO ME PAROU”. A produção visual ilustra a luta constante contra doenças consideradas invisíveis (como a depressão), retratada metaforicamente na letra como um parasita que tenta dominar o hospedeiro.
Em uma era dominada pelo consumo rápido de singles soltos, a BAD LUV nadou contra a corrente, idealizando as nove faixas para serem ouvidas em sequência, contando uma história lírica e sonora coesa e criando um universo onde a banda e o fã estão exatamente no mesmo barco, enfrentando as mesmas tempestades.

🎧 SERVIÇO: OUÇA, ASSISTA E APOIE A BAD LUV
Reserve um tempo do seu dia para escutar o álbum do início ao fim e apoie a consolidação de um dos nomes mais fortes da nova geração do rock alternativo nacional.
- Banda: BAD LUV
- Álbum: O MEDO NÃO ME PAROU (Lançado em 08 de Setembro de 2026)
- 🎵 Ouça o Álbum Completo no Spotify: 👉 Acessar a obra na plataforma
- 🎥 Assista ao Videoclipe Oficial: 👉YouTube
- 📱 Acompanhe a banda no Instagram: 👉 @badluv
(Informações via Assessoria de Imprensa – ONErpm / Thiessa Torres).
Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal
-
Música2 anos agoCarnarock Rio Preto: Cinco Dias de Rock, Chopp Gelado e Gastronomia na Praça do Vivendas
-
Show10 meses agoGUNS N’ ROSES EM RIO PRETO! A Lenda do Rock Confirma Único Show no Interior do Brasil em 2026; Saiba Tudo Sobre Ingressos
-
Na RocKMetal2 anos agoNa RocKMetal
-
Música3 meses agoWes Krux lança novo single “Golden Hill” e mergulha em reflexões sobre a busca por calma
-
Artigos2 anos ago“Come and Get Your Love”: O Legado Imortal da Redbone
-
Música2 anos agoSimbiose anuncia turnê “Hope” no Brasil em 2025
-
Música1 ano agoBANDA O2 SINGLE “SANGUE EM MINHAS MÃOS” E TRAZ UMA MENSAGEM PODEROSA SOBRE CONSEQUÊNCIAS E JUSTIÇA
-
Notícias6 meses agoRumores Fortes Apontam Def Leppard em São José do Rio Preto em Setembro de 2026
