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AMESLARI Explora o Multiverso do Amor com os Novos Singles “Absence” e “A Billion Different Ways To Find You”

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Consolidando-se como uma das vozes mais criativas da cena independente brasileira, o cantor entrega uma balada densa e uma faixa dançante que flertam com o Synthpop, o Rock e a estética apaixonante da década de 1980.

O resgate das sonoridades da década de 1980 tem sido um dos movimentos mais fascinantes da música contemporânea. A mistura de sintetizadores melancólicos, guitarras pontuais e refrões grandiosos continua a provar que a emoção daquela época é atemporal. E aqui no Brasil, um dos artistas que melhor tem traduzido essa atmosfera para a nova geração é o cantor e compositor AMESLARI.

Após o sucesso barulhento e enérgico do seu último single com pegada puramente rock ‘n’ roll, “Lay Down” (lançado em dezembro de 2025), o músico decidiu virar a chave e mergulhar fundo nas emoções. AMESLARI acaba de disponibilizar em todas as plataformas digitais um lançamento duplo de peso: a balada romântica “Absence” e a dançante e intensa “A Billion Different Ways To Find You”.

A Anatomia da Saudade em “Absence”

Para o ouvinte que aprecia grandes hinos de arena e baladas rasgadas, “Absence” é um prato cheio. Como o próprio título já sugere, a canção é um manifesto sobre a saudade. A letra explora aquela ideia paradoxal e dolorosa de que a ausência física de alguém apenas multiplica a vontade de tê-la por perto.

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A construção sonora da faixa é uma verdadeira carta de amor às épicas baladas oitentistas. Mas o que mais chama a atenção é o caldeirão inusitado de influências que o artista usou para moldar a música: ele vai desde gigantes do Pop Rock como INXS e Prince, passa pelas harmonias teatrais da banda de metal sueca Ghost, e chega até a lendária e excêntrica banda de rock japonesa X Japan.

Mostrando sua versatilidade, AMESLARI também assumiu as guitarras na gravação desta faixa. “Foi uma música bem divertida de compor”, revelou o cantor em comunicado oficial. “Eu adoro essa vibe dos anos 1980, dessas grandes baladas com aquela sonoridade tão característica, então quis capturar isso nessa música, que compus pra alguém por quem eu estava apaixonado”.

O Amor no Multiverso: “A Billion Different Ways To Find You”

Se “Absence” embala a melancolia, “A Billion Different Ways To Find You” chega para levantar a poeira. Trata-se de uma canção de amor muito mais direta, intensa e com os sentimentos à flor da pele, embalada por um ritmo dançante.

O conceito lírico é digno de obras de ficção científica: a letra fala sobre a promessa de amar uma pessoa não apenas nesta vida, mas em todas as outras que vierem a existir. O artista canta sobre se apaixonar repetidas vezes em todos os universos, multiversos e realidades alternativas possíveis.

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Nesta faixa, AMESLARI comandou os vocais, o piano e os teclados. A música também conta com o brilho adicional de uma participação especial da cantora Nana, repetindo a parceria de sucesso que já havia funcionado muito bem no single anterior, “Lay Down”.

“Musicalmente, essa foi mais uma que eu quis que tivesse uma vibe muito oitentista”, explicou AMESLARI, detalhando que, para essa música, bebeu da fonte de cantores modernos que resgatam essa aura, como Troy e Sam Fender, além de sua grande paixão, a banda britânica Keane (conhecida mundialmente por fazer rock alternativo focado no piano). “Acho que são duas músicas fortes e que podem ressoar bem com as pessoas, tanto pelas letras quanto pelo som”, aposta o músico.

A Estética Visual e a Banda de Apoio

A veia artística de AMESLARI não se limita apenas aos estúdios de gravação. Provando o seu total envolvimento com a obra, a bela capa que ilustra este novo lançamento duplo foi pintada e montada pelo próprio cantor. A arte final foi cuidadosamente elaborada para remeter visualmente a uma colagem feita à mão, reforçando o tom intimista e pessoal das composições.

Para entregar esse som encorpado, o artista não está sozinho. Ele conta com uma formidável banda de apoio composta por Thiago Carbonari (bateria), Moi Gonzales (guitarra), Alessandro Perê (piano) e Rafael Vilas Boas (baixo).

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Quem é o Sonhador? Conhecendo o AMESLARI

Para o leitor que está conhecendo o artista agora, a bagagem dele já é considerável. Aos 28 anos, o cantor — cujo nome artístico significa exatamente “sonhador” no idioma basco (língua falada na região entre a Espanha e a França) — é uma das grandes forças independentes do país. Seu canal no YouTube já ultrapassa a impressionante marca de dois milhões de visualizações.

Sua estreia ocorreu em 2019 com o elogiado álbum “City Stories”, uma fusão entre o rock moderno de bandas como The Killers e o universo retrô do M83, que rendeu o hit “Mirrorball”, tocado em rádios de todo o Brasil. Entre 2020 e 2022, ele soltou uma série de singles poderosos (como “The Young”) e se apresentou no cultuado projeto Novas Vozes da Rolling Stone Brasil, no palco do Blue Note São Paulo.

Em março de 2024, ele deu um passo mais denso com o lançamento do seu segundo álbum, “The Void”, um trabalho profundo e conceitual focado na dor de um término, trazendo influências que variaram desde o rock progressivo do Rush até o alternativo do Radiohead.

Agora, com “Absence” e “A Billion Different Ways To Find You”, AMESLARI prova que, independentemente da fase, ele continua sendo um exímio arquiteto de emoções.

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🎧 SERVIÇO: OUÇA AGORA

Não deixe de conferir como o rock e o pop dos anos 80 ganham uma nova roupagem nas mãos desse talento nacional.

(Informações via Assessoria de Imprensa – Davi Brandão).


Redação: Diogo Neves , RockMetal desde 2007

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Crossover

O Grito das Arquibancadas e das Ruas: Conexão Capivara e Black Dihh Fundem Rock e Rap no Hino “O hexa chegou!!!”

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Em clima de Copa do Mundo, a banda curitibana une guitarras distorcidas ao flow do hip-hop para celebrar a paixão nacional pelo futebol, a malandragem da várzea e a esperança de todo um país.

Aqui é a redação do RocKMetal! Quando o rock and roll cruza o seu caminho com a cultura das ruas e a paixão nacional pelo futebol, o resultado costuma ser explosivo. O esporte que paralisa o Brasil encontrou uma nova e pesada trilha sonora diretamente da capital paranaense.

Lançado oficialmente no dia 22 de junho, o single “O hexa chegou!!!” marca uma colaboração inédita e incendiária entre a banda curitibana Conexão Capivara e o rapper Black Dihh. A faixa desponta como um verdadeiro hino contemporâneo à cultura urbana e aos apaixonados pelo esporte, unindo o grito engasgado das arquibancadas com a energia inesgotável das periferias.

Preparamos uma análise completa sobre esse lançamento que promete embalar o sonho de milhões de brasileiros através da fusão perfeita entre o peso das guitarras e a poesia afiada do rap.

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Crossover Perfeito: O Encontro do Rock com o Flow

Para os amantes da música pesada que não dispensam um bom groove, a faixa brilha justamente pela sua fusão ousada de gêneros. De um lado, temos a atitude contestadora e visceral do rock clássico, impulsionada por guitarras carregadas de distorção e uma cozinha rítmica (baixo e bateria) absolutamente avassaladora. Do outro, a poesia afiada e o flow rítmico característico do hip-hop trazido por Black Dihh.

A costura dessa sonoridade híbrida não soa forçada; ela acontece de forma orgânica através do suingue e do gingado que são essencialmente brasileiros. A união de estilos lembra grandes encontros históricos da música, onde as barreiras entre o rock e o rap caem por terra para dar lugar a uma mensagem direta e cheia de atitude.

A Pátria de Chuteiras e a Resiliência Brasileira

Mais do que uma simples composição temática sobre o esporte, “O hexa chegou!!!” funciona como uma ode à resiliência, à criatividade e à luta diária do povo brasileiro. A letra evoca o saudosismo e a pureza do “sonho de menino” nutrido nos campos de terra batida da várzea, resgatando a clássica mística da “pátria de chuteiras” e a fé inabalável que move os torcedores.

Com rimas inteligentes e contemporâneas, a faixa homenageia a habilidade de craques da nossa seleção, como Neymar e Vini Jr., captando o sentimento de união e a verdadeira catarse coletiva que apenas o futebol é capaz de proporcionar em um país continental como o Brasil.

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O refrão, feito sob medida para ser cantado a plenos pulmões, dita o ritmo: “Bate o pé, sobe a voz, que hoje é dele, que hoje é nós”. Os integrantes da Conexão Capivara explicaram o conceito visceral por trás do projeto:

“Queríamos criar algo que mostrasse a força do rock e da nossa cultura urbana juntamente do esporte que nos define. A participação do Black Dihh trouxe a urgência e a verdade das ruas que a música precisava. É rock, é hip-hop, é o Brasil em sua forma mais pura e potente.”

Quem Faz o Barulho: Conheça os Artistas

A Conexão Capivara já é um nome quente na cena curitibana. O grupo transita com muita naturalidade entre o blues, o punk e o hard rock, trazendo fortes influências das décadas de 1970 e 1980. Consolidada após apresentações arrebatadoras para grandes públicos — incluindo uma passagem marcante na edição da Zombie Walk 2026 — e embalada pelo sucesso do EP “Tentaram Nos Derrubar”, a banda agora prepara mini turnês para expandir suas fronteiras e divulgar o novo trabalho.

Do outro lado do microfone, Black Dihh é um nome em plena ascensão no cenário do rap sulista. O artista traz em sua bagagem toda a vivência e a realidade da periferia de Curitiba. Suas produções são conhecidas por apostar em linhas contundentes, rimas de forte impacto social e beats muito bem desenhados, unindo a crueza das ruas com a sofisticação moderna da nova escola do hip-hop.

⚽ SERVIÇO: OUÇA O HINO DO HEXA

O single “O hexa chegou!!!” já está em rotação máxima e disponível em todas as plataformas de áudio, chegando também acompanhado de um videoclipe que transborda a vibração verde e amarela. Prepare a camisa da seleção, aumente o volume e confira:

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  • Artistas: Conexão Capivara (Feat. Black Dihh)
  • Single: O hexa chegou!!!
  • Data de Lançamento: 22 de Junho de 2026
  • 🎵 Ouça o Single Oficial no Spotify: 👉 Acessar a faixa na plataforma

Conecte-se com a Banda: Siga a Conexão Capivara nas redes sociais para ficar por dentro da agenda de mini turnês e lançamentos do videoclipe.

(Informações via Assessoria de Imprensa – Walter Feldthaus).

Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal

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Unholy Harakiri, um dos nomes mais promissores do deathcore nacional, lança o álbum conceitual “Higeki 悲劇”

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A Unholy Harakiri, um dos nomes mais promissores do metal extremo nacional, acaba de disponibilizar em todas as plataformas de streaming o seu mais novo trabalho: “Higeki 悲劇” (Tragédia, em japonês). O álbum conceitual marca um amadurecimento profundo da banda, unindo a brutalidade técnica do Deathcore à sofisticação narrativa das artes tradicionais asiáticas.


Dividido em quatro atos, “Higeki 悲劇” é inspirado na estrutura dramática das peças clássicas japonesas, como o teatro Noh e Kabuki. A obra conduz o ouvinte por uma jornada visceral de trauma, sofrimento, devastação e morte. Sonoramente, o álbum é uma fusão poderosa de Deathcore, Metalcore, Downtempo e Nu Metal, tudo envolto em uma atmosfera cinematográfica que amplifica a carga emocional de cada composição.


A escolha do título e da estrutura não é meramente estética. No teatro japonês, o conceito de Jo-ha-kyū (introdução, ruptura e clímax) dita o ritmo das apresentações, uma dinâmica que a Unholy Harakiri transpôs para o metal extremo com maestria . O álbum reflete a “imaginação da catástrofe” recorrente na cultura japonesa, tratando temas densos com a agressividade necessária ao gênero.


Sobre a Unholy Harakiri: Formada em 2020 por Yukio Hara, Rafael Danti e Maikon Campioni, a Unholy Harakiri rapidamente se destacou pela identidade visual marcante e performances energéticas. Após o sucesso do álbum de estreia Ketsuro (2022), a banda consolidou sua presença no underground paulista, apresentando-se em palcos renomados como o La Iglesia. Com o lançamento de “Higeki 悲劇”, o trio reafirma sua posição como uma força inovadora no deathcore moderno, preparando agora a expansão de sua agenda de shows para outros estados brasileiros, levando sua experiência imersiva e carregada de mosh pits a novos públicos.

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Higeki 悲劇: https://found.ee/unholyharakiri_higeki

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Novo EP da Pedro Faissal & o Meiofree aposta em rock psicodélico e narrativa de cura

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A banda paraibana Pedro Faissal & o Meiofree está de volta com seu mais novo EP “INTERMARES”. Mesclando o rock com tons quase psicodélicos, o grupo – fundado em 2007 – adentra um novo momento neste projeto, seu primeiro em cinco anos, e se apresenta para os ouvintes, tanto velhos quanto novos, como uma banda solidificada com muito legado. Com cinco músicas, sendo quatro delas inéditas e o single “Não Binário”, lançado na semana passada, o novo EP da Pedro Faissal & o Meiofree recebe o nome do bairro que conecta as cidades de João Pessoa e Cabedelo. Carregando esse significado do estar “entre” duas coisas, “INTERMARES” contém a mensagem central de liberdade que a banda traz desde sua formação.

“INTERMARES”, homenageando seu nome, também traz em si essa identidade paraibana, da qual a Meiofree se orgulha tanto. Com destaque para o surf, marca registrada de Intermares, o bairro é uma das paixões de Faissal, a banda criou um projeto que representa tudo que os integrantes carregam dentro de si, passando isso agora para os ouvintes. Confira a entrevista abaixo:

1. Como o conceito de estar “entre” (Intermares) influenciou a mensagem de liberdade deste EP?

Intermares é um bairro que liga a capital João Pessoa a Cabedelo. Uma conurbação que conecta duas cidades. Bairro onde foi composto e desenvolvido o disco pelo líder do grupo Pedro Faissal, que atravessava uma separação e compôs boa parte do disco depois da experiência de internação na UTI por um quadro severo de exaustão, agravadas pelas inúmeras horas de consultório no período pandêmico, segunda atividade do também psicólogo Pedro Faissal. Intermares de entre mares, das águas que precisamos navegar para chegar na próxima praia. Mares revoltos que levam a águas calmas. O disco sugere uma cura, que passa pelo entendimento de que diminuir o ritmo fará mais sentido, pois vamos remar regulados pelo que realmente importa. 

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2. O que mudou na sonoridade da banda nestes cinco anos para chegar aos tons psicodélicos de “Intermares”?

Gravamos nosso primeiro disco, há quase 20 anos atrás. Como tínhamos pouca grana, fizemos ao vivo numa tirada só. Depois conseguimos um desconto com o dono do estúdio para fazermos os ajustes em overdub no estúdio. Nossos 3 discos seguintes, pareciam ter uma urgência ansiosa em lançar, e assim, perdemos de trabalhar melhor os arranjos. Sempre que olhamos para trás pensamos nisso quando do lançamento de algo. Mas a verdade é que, exceto o segundo disco, que trabalhamos bem mas ainda com uma sonoridade rocker de, a época um power trio, o disco atual, foi artesanalmente construído e retocado pelo diretor musical e integrante do grupo André dos Santos. Passamos cinco anos desenvolvendo os arranjos e como André toca, piano, escaleta, synths e violão na banda, não economizou repertório para enriquecer as canções. O resultado foi essa massa sonora original, construída a dez mãos!

3. Como vocês equilibram temas do cotidiano com questões políticas e profundas nas novas composições?

Sempre que as letras são concebidas, tem um conflito humano como pano de fundo. Como não somos indivíduos isolados de um todo, flertar com a política justifica o sofrimento por assim dizer, vem de cima pra baixo. Os temas do cotidiano, que costuram tudo, vão tecendo o enredo pra esconder o indivíduo e fazer o ouvinte o procurar por trás do conflito. A profundidade precisa de espaço para acontecer, as letras são enredadas nessa trama. Por isso pedimos aos fãs que escutem várias vezes a faixa e gostamos, sempre de ouvir suas impressões. Sempre revelam um pouco de quem as interpreta. A gente tenta falar de coisa densa, pretendendo ser leve, irreverente e até sarcástico. É tudo sobre dar um drible no destino como dizemos.

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4. De que forma a identidade paraibana e o dilema “meio livre, meio refém” definem a essência deste trabalho?

A Paraíba, que produziu artistas como Jaguaribe Carne, Totonho, Catia de França, caminha, ao nosso ver, numa espécie de vanguarda. Como o Brasil em geral não esteve olhando pra nós em primeira busca, temos o privilégio de fazer olhando pra dentro. Pro interior das veias do Estado. Que atravessa as mesmas dificuldades enfrentadas por toda a nossa região Nordeste, e faz da resistência, poesia. De tão cru podemos soar viscerais enquanto paraibanos. E essa é a poesia do Meiofree, um sujeito preso a modelos que o reprime e ao mesmo tempo livre, pois, na resistência, arte é alento. Vale sempre botar pra fora. Acho que os paraibanos criam pra se curar. 

“INTERMARES” já está disponível em todas as plataformas digitais: https://onerpm.link/188017557527

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