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PHANTASME (com ex-membros de NX Zero, Gloria) Desafia o Tempo com Novo Single e Clipe Cinematográfico “Atemporal”

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Quarteto paulista, que conta com a experiência de músicos tarimbados da cena nacional, aprofunda sua identidade sonora e visual com lançamento inspirado em Anthony Bourdain e referências que vão do Expressionismo Alemão a Tarkovsky. Ouça e assista agora!

São Paulo, SP – O cenário do rock brasileiro recebe hoje, quinta-feira, 29 de maio, mais uma descarga de talento, maturidade e experiência com o lançamento de “Atemporal”, o segundo single e videoclipe da Phantasme. Formada por Yuri Nishida (vocal e guitarra, ex-Granada), Fi Ricardo (guitarra, ex-NX Zero), Giu Canales (baixo, ex-Gloria) e Denis Mendes (bateria, ex-Vowe), a banda rapidamente se estabeleceu como uma das novidades mais instigantes do rock nacional desde sua estreia em abril com o single “Espelho”. Agora, com “Atemporal”, o quarteto não apenas dá sequência ao seu trabalho, mas também aprofunda a complexidade de sua proposta artística.

Nascida da amizade de longa data e da sinergia musical quase telepática entre seus membros – todos com passagens marcantes por bandas de grande projeção no mainstream e no alternativo –, a Phantasme demonstra em “Atemporal” uma coesão sonora que impressiona. A faixa abre com sessões rítmicas que remetem à urgência do punk rock, evoluindo para uma tapeçaria sonora rica em riffs pesados e marcantes, entrelaçados por melodias envolventes e inteligentes mudanças de compasso. “Temos a pulsação rítmica da bateria e suas diferentes opções como algo primordial em grande parte de nossas músicas. Essa energia é o fio condutor que nos guia nessa construção musical”, revela a banda, sublinhando a importância da cozinha precisa de Denis Mendes como alicerce para as explorações de Nishida, Ricardo e Canales.

A gênese de “Atemporal” partiu de um riff de guitarra, surgindo naturalmente na primeira leva de composições do grupo, um testemunho da química instantânea entre os músicos. “Nos desafiamos a tentar imprimir sonoramente a exata sensação que sentíamos na sala de ensaio. Gravamos grande parte dos takes com todos juntos, tocando ao mesmo tempo”, compartilha o quarteto, destacando a busca por uma sonoridade orgânica e visceral. Inicialmente, a canção contava com uma introdução e versos acústicos, que ganharam corpo e um refrão poderoso em estúdio. A gravação instrumental, com essa pegada semi-ao vivo, ocorreu no Estúdio High5, enquanto as vozes foram captadas no Estúdio Purosom, ambos em São Paulo. Todo o processo de captação, produção, mixagem e masterização ficou a cargo do renomado produtor musical Nigéria (Tiago Redin), garantindo um acabamento impecável à crueza intencional da banda.

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A profundidade de “Atemporal” não se restringe à sua sonoridade. A letra, escrita pelo vocalista e guitarrista Yuri Nishida, é um mergulho introspectivo inspirado pelo documentário “Roadrunner”, que retrata a vida e a trágica morte do chef, escritor e ícone cultural Anthony Bourdain. Nishida enxergou em Bourdain um anti-herói de sua profissão, alguém que ousou quebrar barreiras e desmistificar regras estabelecidas. “São questões com as quais me identifico e que me inspiram profundamente. Quis que a letra fosse curta e direta, apenas um grande questionamento”, afirma Yuri.

Essa intenção se materializa nos versos iniciais da canção: “Me diga agora o que vê sob os teus pés / Me diga agora se você é o herói”. Segundo o vocalista, a filosofia de vida de Bourdain, encapsulada no lema “Não é para onde você vai. É o que você deixa para trás”, serviu como catalisador para o refrão existencial e esperançoso: “Se vejo além do sol, a vida pode ser atemporal”.

Ouça “Atemporal” AQUI! (Link direciona para o site da banda, onde o single e plataformas de streaming devem estar destacados)

Acompanhando a densidade da música, o videoclipe de “Atemporal”, dirigido por Fernando Mencocini, explora uma camada ainda mais profunda da banda, revelando uma faceta artística menos óbvia e mais cinematográfica. “Trouxemos referências que fugiam do convencional — do expressionismo alemão à linguagem contemplativa de Tarkovsky — com muitos jogos de silhueta, sombra e pontos de luz dura, criando um universo visual mais denso e enigmático”, explica o diretor.

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Mencocini detalha o processo criativo como um desafio instigante: “Começamos com cenas pontuais — que carregavam a força da música e guiavam o clipe com intensidade — e aos poucos fomos completando o quebra-cabeça. A construção foi orgânica, quase sensorial. A pós-produção foi nosso maior campo de experimentação — testamos texturas, camadas e efeitos. O resultado é um trabalho que mistura força, poesia e estranheza, do jeito que a gente gosta.” O diretor também aponta que o clipe de “Atemporal” estabelece conexões com o vídeo de estreia, “Espelho”, especialmente através de imagens abstratas exibidas em monitores, formando uma unidade conceitual. Ao mesmo tempo, ele acredita que “Atemporal” inaugura uma nova e promissora ramificação estética para a Phantasme.

Assista ao videoclipe de “Atemporal” AQUI!

Phantasme, cujo nome deriva do francês antigo “fantosme” (podendo ser traduzido como “fantasma”, “ilusão” ou “fantasia”), é o resultado palpável de uma amizade sólida de décadas, interligada a uma conexão musical rara e potente. “A sensação de tocarmos juntos foi a de que já tocávamos juntos há mais de 20 anos… como é nossa amizade. O plano é se divertir”, resume a banda, evidenciando a leveza e a paixão que movem o projeto.

Com o olhar já no futuro, os artistas preparam o lançamento de novas músicas, prometendo continuar a conduzir o público por um labirinto de riffs marcantes, peso e melodias cativantes, sempre permeados por mudanças de compasso que desafiam o previsível. A sonoridade da Phantasme evoca gigantes do rock como Foo Fighters, Queens of The Stone Age e Nine Inch Nails, sem deixar de lado a energia visceral do punk rock de bandas como Hot Water Music e Face to Face. Yuri, Fi, Giu e Denis unem suas vastas bagagens e experiências individuais para forjar um som coeso, potente e cheio de identidade. “Atemporal” é mais um passo firme nessa jornada que, embora recente, já carrega o peso e a sabedoria de veteranos.

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Acompanhe Phantasme nas redes sociais e plataformas:


Fonte das informações originais (press release): Ana Prado Texto base do press release por: Diogo Neves (https://instagram.com/soueudiogoneves)

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Drenna Lança o Visceral Single “Guerra” Como um Manifesto Contra a Falsa Paz

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Inspirada pela trágica morte de uma criança durante uma operação policial, a cantora e guitarrista carioca entrega uma faixa pesada e densa. O lançamento antecipa o aguardado álbum “INTERREGNO”, que encerrará a trilogia conceitual da artista no final de 2026.

O rock and roll, em sua essência mais pura, nunca foi apenas sobre entretenimento; ele nasceu como uma ferramenta de denúncia, um megafone para as vozes que a sociedade tenta silenciar. E no cenário do rock autoral brasileiro contemporâneo, poucas artistas têm empunhado essa guitarra com tanta propriedade e urgência quanto a carioca Drenna.

Diretamente do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, a cantora, compositora e musicista acaba de lançar o seu mais novo e arrebatador single: “Guerra”. Distante de qualquer romantização, a faixa é um manifesto denso e doloroso contra a invisibilidade da violência cotidiana nas periferias do Brasil.

A Tragédia Real e o Peso de “Guerra”

Para compreender a força deste novo lançamento, é preciso olhar para a dura realidade que o inspirou. Segundo o material divulgado pela equipe da artista, “Guerra” nasce de uma dor profunda e real: a morte trágica de uma criança durante uma operação policial no Complexo do Alemão.

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A letra da canção é um retrato cru que expõe o contraste brutal entre o luto desesperador de um pai e o discurso oficial e higienizado de que “está tudo em paz”. A obra é um grito de revolta contra o fato inaceitável de que vidas inocentes são frequentemente reduzidas a meras notícias passageiras nos jornais.

Para traduzir esse desabafo visceral em som, Drenna não buscou atalhos ou suavidade. Sonoramente, a música é uma parede de som opressiva. Acompanhada pelo produtor Jorge Guerreiro, a faixa aposta em distorções pesadíssimas, guitarras extremamente agressivas e uma base rítmica sombria, projetadas para colocar o ouvinte diretamente dentro do cenário de conflito. É música pesada no tema e na execução, feita com o propósito claro de incomodar e despertar a consciência.

A identidade visual do single acompanha esse choque de realidades. A arte da capa une o sagrado ao bélico em um cenário urbano caótico: uma figura icônica segura um rifle, representando o fim da passividade e denunciando que, na realidade da guerra urbana, até os símbolos mais puros acabam manchados.

O “Entretempo”: O Novo Álbum INTERREGNO

O single “Guerra” funciona como a espinha dorsal de um projeto ainda mais ambicioso. A faixa integrará o próximo disco de Drenna, intitulado “INTERREGNO – O Mundo depois da certeza”, que está em fase final de criação e tem lançamento global previsto para o final de 2026.

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Para o leitor que acompanha a discografia da artista, este álbum representa um marco narrativo. Ele vem para fechar uma trilogia conceitual iniciada com o aclamado “Desconectar” (gravado no lendário estúdio Toca do Bandido) e seguida por “Cisne Negro”.

O conceito de “Interregno” define perfeitamente a nossa era: é o estado de transição, o “entretempo” em que as velhas certezas perderam sua força, o colapso é iminente e o futuro ainda está em disputa. Além de “Guerra”, o disco trará faixas como “ALIENS” e “Levante”, abordando temas complexos como alienação, consumo, violência estrutural e crise ambiental de forma poética e sem cair no panfletarismo barato.

A Força da Mulher Periférica no Rock Nacional

Drenna não é uma promessa; ela é uma realidade consolidada que vem quebrando estereótipos há anos. À frente de um power trio de rock (formato cru de guitarra, baixo e bateria), ela representa o empoderamento feminino absoluto no gênero.

Com muita cor nos cabelos, atitude ímpar e a guitarra em punho, a artista rompeu as barreiras geográficas do Complexo do Alemão para ocupar os maiores palcos do país. Sua bagagem é formidável: foi headliner (atração principal) do Palco Favela no Rock In Rio 2022, campeã do Festival Planeta Rock, e já dividiu os holofotes com gigantes como Pitty, Frejat, Detonautas, Kings Of Leon e Paramore.

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Sua reverência à arte audiovisual também abriu portas na grande mídia, com clipes aclamados (como a releitura pesada do clássico “Roda Viva”, de Chico Buarque) rodando em canais como Multishow e Bis, além de participações em programas como “Vida de Rockeira”.

Drenna não busca oferecer respostas prontas para o caos do mundo moderno, mas sim provocar atravessamentos. E com “Guerra”, ela acerta o ouvinte exatamente onde dói mais: na nossa apatia.


🎧 SERVIÇO: OUÇA E APOIE DRENNA

O rock independente e engajado precisa do seu apoio para continuar quebrando barreiras. Reserve um momento do seu dia para ouvir essa obra impactante e acompanhar os próximos passos do power trio.

(Informações via Assessoria de Imprensa – SE Assessoria e Produção).


Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal

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Pedro Faissal & o Meiofree mescla rock com tons psicodélicos em novo EP “Intermares”

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A banda paraibana Pedro Faissal & o Meiofree está de volta com seu mais novo EP “INTERMARES”, lançado nesta sexta-feira (16). Mesclando o rock com tons quase psicodélicos, o grupo – fundado em 2007 – adentra um novo momento neste projeto, seu primeiro em cinco anos, e se apresenta para os ouvintes, tanto velhos quanto novos, como uma banda solidificada com muito legado.

Com cinco músicas, sendo quatro delas inéditas e o single “Não Binário”, lançado na semana passada, o novo EP da Pedro Faissal & o Meiofree recebe o nome do bairro que conecta as cidades de João Pessoa e Cabedelo. Carregando esse significado do estar “entre” duas coisas, “INTERMARES” contém a mensagem central de liberdade que a banda traz desde sua formação.

“INTERMARES” conta com as faixas “Não Binário”, “Sim Não”, “Ego”, “Rendido” e “Tudo Que Eu” – composições que refletem desde o cotidiano quanto tópicos mais profundos e políticos. Com seu rock característico, a banda é composta por Pedro Faissal, Kleber Jackson, João Aires, Danilo Pacine e André dos Santos, que também assina a produção musical do novo EP.

Lançado após uma turnê na França e a solidificação dessa formação do grupo, o Meiofree abraça tudo que o representa em “INTERMARES”, abrindo caminho para um novo momento da banda. Nome clássico do cenário paraibano, e de alcance nacional, o grupo reencontra – em “INTERMARES” – aquilo que garante sua perspectiva única.

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Equilibrando-se no “meio livre, meio refém”, como explica o próprio vocalista Pedro Faissal, o novo EP da banda carrega essa realidade: existimos todos entre a liberdade e as coisas que temos que fazer para sobreviver.

“INTERMARES”, homenageando seu nome, também traz em si essa identidade paraibana, da qual a Meiofree se orgulha tanto. Com destaque para o surf, marca registrada de Intermares, o bairro é uma das paixões de Faissal, a banda criou um projeto que representa tudo que os integrantes carregam dentro de si, passando isso agora para os ouvintes.

“INTERMARES” já está disponível em todas as plataformas digitais: https://onerpm.link/188017557527

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Heavy Metal

Daron Lança o Intenso e Introspectivo Single “Restos de Sol”

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Inspirado pela estética emocional e obscura da carreira solo de Ozzy Osbourne, o vocalista gaúcho entrega uma faixa pesada e poética sobre autodescobrimento e libertação interior. Conheça a trajetória do artista e assista ao novo videoclipe.

Aqui é a redação do RocKMetal! Quando o heavy metal decide olhar para dentro da mente humana, o resultado sonoro costuma ser denso, poético e absolutamente catártico. Hoje, os nossos radares estão apontados para a vibrante cena de São Paulo, onde um grande talento de raízes gaúchas tem construído uma trajetória solo de extremo respeito.

O vocalista Daron acaba de disponibilizar em todas as plataformas digitais o seu mais novo single, intitulado “Restos de Sol”, acompanhado de um videoclipe oficial impecável. Pegamos o material de divulgação, analisamos as referências do músico e preparamos um dossiê completo para você mergulhar de cabeça nesse lançamento.

A Sombra do Príncipe das Trevas e o Peso da Consciência

Para o leitor e ouvinte que venera os clássicos, a principal fonte de inspiração de “Restos de Sol” será imediatamente reconhecível. A música foi moldada sob a influência direta da atmosfera obscura, emocional e teatral que sempre marcou a cultuada carreira solo da lenda Ozzy Osbourne.

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No entanto, Daron não se limita a emular os seus ídolos; ele entrega uma composição visceral cantada inteiramente em português, o que potencializa a conexão com o público nacional. A faixa é um verdadeiro mergulho introspectivo. Liricamente, ela aborda temas complexos como a nossa própria identidade, a percepção da realidade e a busca inadiável por libertação interior.

Em um depoimento revelador, Daron explicou a catarse por trás da obra:

“O single ‘Restos de Sol’ fala sobre enxergar além das ilusões e despertar uma nova consciência. É uma música muito pessoal, intensa e cheia de significado. A proposta é provocar uma travessia emocional e espiritual, mostrando que, mesmo após o desgaste, ainda existe uma chama capaz de iluminar o caminho”, filosofa o vocalista.

A Máquina Sonora: Produção e Banda

Para traduzir toda essa carga conceitual em guitarras distorcidas e ritmos pesados, a banda entrou nos estúdios do renomado Sensorial Lab, na cidade de Jundiaí (interior de São Paulo).

A atual e afiada formação da banda de apoio que registrou os instrumentos conta com Gabriel Oliveira, o “Galo Cinza”, desferindo os riffs dramáticos na guitarra; o peso consistente do baixo nas mãos de Arthur Marques; e a bateria ditando o ritmo de forma implacável com Tony Carpa, formando uma muralha sonora robusta para a voz marcante de Daron.

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Nos bastidores técnicos, a captação do áudio foi habilmente conduzida por Rafael Rosa, enquanto a mixagem e a masterização cirúrgica — que garantiram que o peso não engolisse as melodias vocais — ficaram a cargo de Nicolas Lira Gomes. A imersão visual do projeto também foi tratada como prioridade: a belíssima arte de capa é assinada por Márcio Aranha.

Do Interior Gaúcho Aos Palcos Paulistanos

Para quem está descobrindo o trabalho de Daron agora, a estrada do músico já é longa e cheia de quilometragem. Natural da cidade de Santa Rosa, no Rio Grande do Sul, ele iniciou sua jornada profissional em 2013, quando fundou a banda Peixes Voadores. Na linha de frente do grupo, ele dividiu o palco com verdadeiras instituições do rock e do metal mundial, como Sepultura, Misfits, Marky Ramone e Michael Graves, além de ter excursionado pelo Brasil em turnês com a lendária banda Matanza.

Sua carreira solo tomou proporções definitivas em 2025, quando ele tomou a corajosa decisão de se mudar para a capital paulista. Em pouco tempo, já cravou seu nome no circuito underground e, em 2026, vem realizando shows explosivos em casas clássicas da cidade, como La Iglesia, Manifesto Bar, The Metal Bar, House Of Legends e Fenda 365. Recentemente, ele também chamou a atenção da mídia ao lançar o single “O Cemitério”, uma brilhante homenagem à obra clássica do terror “Pet Sematary”, do gênio Stephen King.

A Estrada Para 2027

Se você se impressionou com o som, saiba que os motores não vão esfriar tão cedo. Neste ano, Daron continua focado nos estúdios e em shows pontuais para promover os lançamentos recentes. Contudo, ele já deixou o aviso oficial para os fãs do rock nacional: “Este é apenas o começo de uma nova fase. Estou trabalhando intensamente em estúdio e preparando o terreno para o lançamento do próximo disco e uma turnê em 2027”.

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▶️ SERVIÇO: ASSISTA E APOIE O UNDERGROUND

O Heavy Metal nacional precisa do seu play! Dê o suporte necessário ao artista assistindo ao espetacular videoclipe (que contou com captação, direção e edição de Maycon Avelino, da renomada Starship Vídeos) e seguindo a banda nas redes sociais.

(Informações via Assessoria de Imprensa – Ricardo Batalha / ASE Music | Fotos por: Maycon Avelino).


Redação: Diogo Neves , RockMetal desde 2007

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