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Supersonido Desvela o Peso do Vazio em Novo Clipe “Vacuum Pondus”: Uma Jornada Stoner Rock pela Filosofia e Angústia Existencial

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Faixa do aclamado álbum “In Tenebris Lux” ganha contornos visuais que intensificam a densa reflexão sobre a ausência, o nada opressor e suas conexões com Lucrécio e Ítalo Calvino. A banda, expoente da Nova Onda do Rock Carioca, reafirma sua proposta de aliar peso e poesia.

Rio de Janeiro, RJ – A cena do rock carioca, pulsante e em constante reinvenção através da NORC (Nova Onda do Rock Carioca), testemunhou ontem, quarta-feira (28 de maio), mais um movimento significativo. A banda Supersonido, um dos nomes mais instigantes e intelectualmente provocadores desse cenário, liberou o videoclipe oficial para a faixa “Vacuum Pondus”. A canção, um dos pilares de seu segundo e elogiado álbum, “In Tenebris Lux” (2024), agora ganha uma dimensão visual que promete arrastar o espectador para as profundezas de sua temática filosófica e sonoridade stoner rock. O clipe já está disponível no canal oficial da Supersonido no YouTube e pode ser conferido aqui.

“Vacuum Pondus”, expressão em latim que se traduz como “o peso do vácuo” ou “o peso do vazio”, é um mergulho sônico-filosófico na angústia da ausência. A música, com sua característica pegada stoner rock, se arrasta por afinações dropadas, riffs monolíticos e uma cozinha precisa, onde a marcante linha de baixo de Rafael Baia serve como espinha dorsal. Foi justamente desse baixo, conforme conta o vocalista Daniel Marques, que a canção começou a tomar forma. “A música nasceu daquele baixo hipnótico, quase um mantra sombrio, apresentado pelo Rafael durante um ensaio. O resto veio quase como se estivesse no ar — ou no vácuo, para fazer jus ao tema”, brinca Marques, revelando a gênese orgânica da composição. A faixa ainda brinda o ouvinte com um solo psicodélico em fade, ampliando a atmosfera densa e introspectiva.

O conceito central da letra, como o título sugere, explora o paradoxo do vazio que, mesmo intangível, exerce uma pressão opressora sobre o ser. “A gente quis refletir sobre o quanto o nada pode pesar. Sobre essa solidão que parece não ter fim e que, mesmo invisível, machuca como algo concreto, como uma presença física”, explica Daniel Marques. A letra encapsula essa ideia em versos como “Aonde se está só, e somente só se encontra em si”, sublinhando a jornada interna e, por vezes, claustrofóbica da autoconsciência na ausência.

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A densidade lírica de “Vacuum Pondus” não se limita à experiência subjetiva, buscando também alicerces na história do pensamento. A canção ecoa “De Rerum Natura” (“Sobre a Natureza das Coisas”), monumental poema do filósofo epicurista romano Lucrécio. Essa conexão é explicitada pela banda, que aponta a obra de Lucrécio, citada por Ítalo Calvino em seu ensaio “Leveza” (parte de “Seis Propostas para o Próximo Milênio”), como uma fonte de inspiração direta. É dessa reflexão sobre a materialidade do imaterial que surge outro verso chave: “Mas contém tudo de um corpo denso, o vácuo tem”. Marques elabora: “A ideia é mostrar que o vazio não é o oposto de tudo, mas parte integrante do todo. Ele tem peso, tem presença, tem uma espécie de gravidade. Ele nos puxa, nos define tanto quanto a matéria. O Vacuum Pondus é a gravidade do que não se vê, a substância da ausência.”

A gravação de “Vacuum Pondus” ocorreu no emblemático Estúdio Túnel, em Copacabana (RJ), com captação de áudio por Daniel “Gringo” Musiello – que também assume uma das guitarras e o solo na faixa – e mixagem e masterização a cargo de Marco Xteves, garantindo a potência e clareza necessárias para a proposta sonora da banda. A formação da Supersonido que registrou esta obra conta com Daniel Marques (vocal), Daniel Gringo (guitarra e solo), Alex Ketzer (guitarra), Rafael Baia (baixo) e Gustavo JJ (bateria).

Para o videoclipe, a banda escolheu o Estúdio do Chefe, no bairro de Santo Cristo, também no Rio de Janeiro. Com roteiro, direção e filmagem de Ian Dias e edição de Anderson Grillo, a peça audiovisual busca traduzir visualmente o peso metafísico da canção. A estética é soturna, com movimentos de câmera lentos e uma fotografia que explora sombras e contrastes, privilegiando imagens que sugerem mais do que explicitam, ecoando a própria natureza do “vazio ponderável”.

“Vacuum Pondus” é mais uma prova da força e coesão de “In Tenebris Lux” (“Na Escuridão, a Luz”), álbum que consolidou a Supersonido como uma referência na cena alternativa carioca e um dos pilares da NORC. “A NORC está acontecendo agora, é um movimento vibrante com muitas bandas talentosas e diversas”, afirma Daniel Marques. “Nós, da Supersonido, estamos tentando contribuir com algo que seja ao mesmo tempo pesado e poético, que faça o ouvinte bater cabeça, mas também refletir. Acreditamos que o rock pode e deve carregar essa dualidade.”

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O novo videoclipe é um convite para que o público não apenas ouça, mas também visualize e sinta a profundidade das questões levantadas pela Supersonido, uma banda que prova que o rock pesado pode ser um veículo poderoso para a exploração das mais intrincadas paisagens da alma humana.

Confira o videoclipe de “Vacuum Pondus”: https://youtu.be/8zJbqcGaNOo

Ouça “In Tenebris Lux” e siga Supersonido:


Fonte das informações originais (press release): Assessoria The Bridge (Tarcísio Chagas) Texto base do press release por: Diogo Neves (https://instagram.com/soueudiogoneves)

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Drenna Lança o Visceral Single “Guerra” Como um Manifesto Contra a Falsa Paz

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Inspirada pela trágica morte de uma criança durante uma operação policial, a cantora e guitarrista carioca entrega uma faixa pesada e densa. O lançamento antecipa o aguardado álbum “INTERREGNO”, que encerrará a trilogia conceitual da artista no final de 2026.

O rock and roll, em sua essência mais pura, nunca foi apenas sobre entretenimento; ele nasceu como uma ferramenta de denúncia, um megafone para as vozes que a sociedade tenta silenciar. E no cenário do rock autoral brasileiro contemporâneo, poucas artistas têm empunhado essa guitarra com tanta propriedade e urgência quanto a carioca Drenna.

Diretamente do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, a cantora, compositora e musicista acaba de lançar o seu mais novo e arrebatador single: “Guerra”. Distante de qualquer romantização, a faixa é um manifesto denso e doloroso contra a invisibilidade da violência cotidiana nas periferias do Brasil.

A Tragédia Real e o Peso de “Guerra”

Para compreender a força deste novo lançamento, é preciso olhar para a dura realidade que o inspirou. Segundo o material divulgado pela equipe da artista, “Guerra” nasce de uma dor profunda e real: a morte trágica de uma criança durante uma operação policial no Complexo do Alemão.

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A letra da canção é um retrato cru que expõe o contraste brutal entre o luto desesperador de um pai e o discurso oficial e higienizado de que “está tudo em paz”. A obra é um grito de revolta contra o fato inaceitável de que vidas inocentes são frequentemente reduzidas a meras notícias passageiras nos jornais.

Para traduzir esse desabafo visceral em som, Drenna não buscou atalhos ou suavidade. Sonoramente, a música é uma parede de som opressiva. Acompanhada pelo produtor Jorge Guerreiro, a faixa aposta em distorções pesadíssimas, guitarras extremamente agressivas e uma base rítmica sombria, projetadas para colocar o ouvinte diretamente dentro do cenário de conflito. É música pesada no tema e na execução, feita com o propósito claro de incomodar e despertar a consciência.

A identidade visual do single acompanha esse choque de realidades. A arte da capa une o sagrado ao bélico em um cenário urbano caótico: uma figura icônica segura um rifle, representando o fim da passividade e denunciando que, na realidade da guerra urbana, até os símbolos mais puros acabam manchados.

O “Entretempo”: O Novo Álbum INTERREGNO

O single “Guerra” funciona como a espinha dorsal de um projeto ainda mais ambicioso. A faixa integrará o próximo disco de Drenna, intitulado “INTERREGNO – O Mundo depois da certeza”, que está em fase final de criação e tem lançamento global previsto para o final de 2026.

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Para o leitor que acompanha a discografia da artista, este álbum representa um marco narrativo. Ele vem para fechar uma trilogia conceitual iniciada com o aclamado “Desconectar” (gravado no lendário estúdio Toca do Bandido) e seguida por “Cisne Negro”.

O conceito de “Interregno” define perfeitamente a nossa era: é o estado de transição, o “entretempo” em que as velhas certezas perderam sua força, o colapso é iminente e o futuro ainda está em disputa. Além de “Guerra”, o disco trará faixas como “ALIENS” e “Levante”, abordando temas complexos como alienação, consumo, violência estrutural e crise ambiental de forma poética e sem cair no panfletarismo barato.

A Força da Mulher Periférica no Rock Nacional

Drenna não é uma promessa; ela é uma realidade consolidada que vem quebrando estereótipos há anos. À frente de um power trio de rock (formato cru de guitarra, baixo e bateria), ela representa o empoderamento feminino absoluto no gênero.

Com muita cor nos cabelos, atitude ímpar e a guitarra em punho, a artista rompeu as barreiras geográficas do Complexo do Alemão para ocupar os maiores palcos do país. Sua bagagem é formidável: foi headliner (atração principal) do Palco Favela no Rock In Rio 2022, campeã do Festival Planeta Rock, e já dividiu os holofotes com gigantes como Pitty, Frejat, Detonautas, Kings Of Leon e Paramore.

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Sua reverência à arte audiovisual também abriu portas na grande mídia, com clipes aclamados (como a releitura pesada do clássico “Roda Viva”, de Chico Buarque) rodando em canais como Multishow e Bis, além de participações em programas como “Vida de Rockeira”.

Drenna não busca oferecer respostas prontas para o caos do mundo moderno, mas sim provocar atravessamentos. E com “Guerra”, ela acerta o ouvinte exatamente onde dói mais: na nossa apatia.


🎧 SERVIÇO: OUÇA E APOIE DRENNA

O rock independente e engajado precisa do seu apoio para continuar quebrando barreiras. Reserve um momento do seu dia para ouvir essa obra impactante e acompanhar os próximos passos do power trio.

(Informações via Assessoria de Imprensa – SE Assessoria e Produção).


Redação: Diogo Neves , RocKMetal — Desde 2007, A Voz do Rock e Metal

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Pedro Faissal & o Meiofree mescla rock com tons psicodélicos em novo EP “Intermares”

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A banda paraibana Pedro Faissal & o Meiofree está de volta com seu mais novo EP “INTERMARES”, lançado nesta sexta-feira (16). Mesclando o rock com tons quase psicodélicos, o grupo – fundado em 2007 – adentra um novo momento neste projeto, seu primeiro em cinco anos, e se apresenta para os ouvintes, tanto velhos quanto novos, como uma banda solidificada com muito legado.

Com cinco músicas, sendo quatro delas inéditas e o single “Não Binário”, lançado na semana passada, o novo EP da Pedro Faissal & o Meiofree recebe o nome do bairro que conecta as cidades de João Pessoa e Cabedelo. Carregando esse significado do estar “entre” duas coisas, “INTERMARES” contém a mensagem central de liberdade que a banda traz desde sua formação.

“INTERMARES” conta com as faixas “Não Binário”, “Sim Não”, “Ego”, “Rendido” e “Tudo Que Eu” – composições que refletem desde o cotidiano quanto tópicos mais profundos e políticos. Com seu rock característico, a banda é composta por Pedro Faissal, Kleber Jackson, João Aires, Danilo Pacine e André dos Santos, que também assina a produção musical do novo EP.

Lançado após uma turnê na França e a solidificação dessa formação do grupo, o Meiofree abraça tudo que o representa em “INTERMARES”, abrindo caminho para um novo momento da banda. Nome clássico do cenário paraibano, e de alcance nacional, o grupo reencontra – em “INTERMARES” – aquilo que garante sua perspectiva única.

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Equilibrando-se no “meio livre, meio refém”, como explica o próprio vocalista Pedro Faissal, o novo EP da banda carrega essa realidade: existimos todos entre a liberdade e as coisas que temos que fazer para sobreviver.

“INTERMARES”, homenageando seu nome, também traz em si essa identidade paraibana, da qual a Meiofree se orgulha tanto. Com destaque para o surf, marca registrada de Intermares, o bairro é uma das paixões de Faissal, a banda criou um projeto que representa tudo que os integrantes carregam dentro de si, passando isso agora para os ouvintes.

“INTERMARES” já está disponível em todas as plataformas digitais: https://onerpm.link/188017557527

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Heavy Metal

Daron Lança o Intenso e Introspectivo Single “Restos de Sol”

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Inspirado pela estética emocional e obscura da carreira solo de Ozzy Osbourne, o vocalista gaúcho entrega uma faixa pesada e poética sobre autodescobrimento e libertação interior. Conheça a trajetória do artista e assista ao novo videoclipe.

Aqui é a redação do RocKMetal! Quando o heavy metal decide olhar para dentro da mente humana, o resultado sonoro costuma ser denso, poético e absolutamente catártico. Hoje, os nossos radares estão apontados para a vibrante cena de São Paulo, onde um grande talento de raízes gaúchas tem construído uma trajetória solo de extremo respeito.

O vocalista Daron acaba de disponibilizar em todas as plataformas digitais o seu mais novo single, intitulado “Restos de Sol”, acompanhado de um videoclipe oficial impecável. Pegamos o material de divulgação, analisamos as referências do músico e preparamos um dossiê completo para você mergulhar de cabeça nesse lançamento.

A Sombra do Príncipe das Trevas e o Peso da Consciência

Para o leitor e ouvinte que venera os clássicos, a principal fonte de inspiração de “Restos de Sol” será imediatamente reconhecível. A música foi moldada sob a influência direta da atmosfera obscura, emocional e teatral que sempre marcou a cultuada carreira solo da lenda Ozzy Osbourne.

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No entanto, Daron não se limita a emular os seus ídolos; ele entrega uma composição visceral cantada inteiramente em português, o que potencializa a conexão com o público nacional. A faixa é um verdadeiro mergulho introspectivo. Liricamente, ela aborda temas complexos como a nossa própria identidade, a percepção da realidade e a busca inadiável por libertação interior.

Em um depoimento revelador, Daron explicou a catarse por trás da obra:

“O single ‘Restos de Sol’ fala sobre enxergar além das ilusões e despertar uma nova consciência. É uma música muito pessoal, intensa e cheia de significado. A proposta é provocar uma travessia emocional e espiritual, mostrando que, mesmo após o desgaste, ainda existe uma chama capaz de iluminar o caminho”, filosofa o vocalista.

A Máquina Sonora: Produção e Banda

Para traduzir toda essa carga conceitual em guitarras distorcidas e ritmos pesados, a banda entrou nos estúdios do renomado Sensorial Lab, na cidade de Jundiaí (interior de São Paulo).

A atual e afiada formação da banda de apoio que registrou os instrumentos conta com Gabriel Oliveira, o “Galo Cinza”, desferindo os riffs dramáticos na guitarra; o peso consistente do baixo nas mãos de Arthur Marques; e a bateria ditando o ritmo de forma implacável com Tony Carpa, formando uma muralha sonora robusta para a voz marcante de Daron.

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Nos bastidores técnicos, a captação do áudio foi habilmente conduzida por Rafael Rosa, enquanto a mixagem e a masterização cirúrgica — que garantiram que o peso não engolisse as melodias vocais — ficaram a cargo de Nicolas Lira Gomes. A imersão visual do projeto também foi tratada como prioridade: a belíssima arte de capa é assinada por Márcio Aranha.

Do Interior Gaúcho Aos Palcos Paulistanos

Para quem está descobrindo o trabalho de Daron agora, a estrada do músico já é longa e cheia de quilometragem. Natural da cidade de Santa Rosa, no Rio Grande do Sul, ele iniciou sua jornada profissional em 2013, quando fundou a banda Peixes Voadores. Na linha de frente do grupo, ele dividiu o palco com verdadeiras instituições do rock e do metal mundial, como Sepultura, Misfits, Marky Ramone e Michael Graves, além de ter excursionado pelo Brasil em turnês com a lendária banda Matanza.

Sua carreira solo tomou proporções definitivas em 2025, quando ele tomou a corajosa decisão de se mudar para a capital paulista. Em pouco tempo, já cravou seu nome no circuito underground e, em 2026, vem realizando shows explosivos em casas clássicas da cidade, como La Iglesia, Manifesto Bar, The Metal Bar, House Of Legends e Fenda 365. Recentemente, ele também chamou a atenção da mídia ao lançar o single “O Cemitério”, uma brilhante homenagem à obra clássica do terror “Pet Sematary”, do gênio Stephen King.

A Estrada Para 2027

Se você se impressionou com o som, saiba que os motores não vão esfriar tão cedo. Neste ano, Daron continua focado nos estúdios e em shows pontuais para promover os lançamentos recentes. Contudo, ele já deixou o aviso oficial para os fãs do rock nacional: “Este é apenas o começo de uma nova fase. Estou trabalhando intensamente em estúdio e preparando o terreno para o lançamento do próximo disco e uma turnê em 2027”.

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▶️ SERVIÇO: ASSISTA E APOIE O UNDERGROUND

O Heavy Metal nacional precisa do seu play! Dê o suporte necessário ao artista assistindo ao espetacular videoclipe (que contou com captação, direção e edição de Maycon Avelino, da renomada Starship Vídeos) e seguindo a banda nas redes sociais.

(Informações via Assessoria de Imprensa – Ricardo Batalha / ASE Music | Fotos por: Maycon Avelino).


Redação: Diogo Neves , RockMetal desde 2007

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